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	<title>Arquivo Opinião Anahp - Anahp</title>
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	<lastBuildDate>Thu, 22 Feb 2024 18:35:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo Opinião Anahp - Anahp</title>
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		<title>Anahp reforça que crise do setor prejudica caixa dos hospitais e reduz investimentos</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/anahp-reforca-que-crise-do-setor-prejudica-caixa-dos-hospitais-e-reduz-investimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 18:21:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em webinar com ANS e Abramge, Anahp reforça que crise do setor prejudica caixa dos hospitais e reduz investimentos.</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/anahp-reforca-que-crise-do-setor-prejudica-caixa-dos-hospitais-e-reduz-investimentos/">Anahp reforça que crise do setor prejudica caixa dos hospitais e reduz investimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Anahp participou hoje (22) do webinar “Perspectivas para saúde suplementar em 2024”. Promovido em parceria com o portal JOTA, o debate contou com a participação do diretor presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Rebello; o presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Renato Casarotti; e Antônio Britto, diretor-executivo da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os temas: a importância do diálogo na área da saúde em busca de efetiva equação junto aos diversos setores, fluxo financeiro, formatos de serviços prestados, judicialização, atenção primária e envelhecimento da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Britto destacou que é preciso sair das 50 milhões de vidas na saúde suplementar e, para isso, é necessário revisar a questão dos planos individuais e ampliar a variedade de planos de saúde a serem oferecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também reforçou que houve no último ano um reajuste forte por parte das operadoras, que rebateu nos hospitais e no fluxo de caixa do sistema, provocando uma queda nos investimentos. E que 2024 deve ser um ano melhor, mas não menos tenso economicamente falando do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-executivo abordou ainda que não há uma gestão de saúde e sim o enfrentamento de doenças, o que diante do envelhecimento da população que ocorre de maneira muito ruim, sem os cuidados necessários com questões como obesidade, por exemplo, pode desencadear doenças crônicas e piorar este cenário</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rebello reforçou que vivemos num mundo em transição com vários fatores que precisam ser equilibrados, incluindo as novas tecnologias da área. O diretor presidente da ANS destacou a importância do registro nacional de dados, e das regras de agrupamento de contratos coletivos de até 29 vidas, visando dar mais transparência; além de uma integração maior entre os setores público e privado a fim de evitar a fragmentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Opinião compartilhada por Casarotti, que falou sobre a importância de se levar conhecimento para o setor judiciário a fim de se evitar uma judicialização não necessária, e uma avaliação que envolve desde procedimentos até medicamentos de alto custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assista a íntegra do debate:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>No Dia do Combate à Corrupção, Anahp reforça importância da integridade e a transparência em todas as esferas da sociedade</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/no-dia-do-combate-a-corrupcao-anahp-reforca-importancia-da-integridade-e-a-transparencia-em-todas-as-esferas-da-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 20:43:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia do Combate à Corrupção, Anahp reforça importância da integridade e a transparência em todas as esferas da sociedade [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/no-dia-do-combate-a-corrupcao-anahp-reforca-importancia-da-integridade-e-a-transparencia-em-todas-as-esferas-da-sociedade/">No Dia do Combate à Corrupção, Anahp reforça importância da integridade e a transparência em todas as esferas da sociedade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No dia 09 de dezembro é celebrado o Dia do Combate à Corrupção no Brasil, uma data que nos recorda da importância fundamental de preservar a integridade e a transparência em todas as esferas da sociedade. Este é um momento para reflexão, conscientização e, acima de tudo, ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caminho rumo a uma nação mais justa e ética, é essencial reconhecer os desafios que enfrentamos e a Anahp vem a público renovar nosso compromisso coletivo em erradicar a corrupção. Vale ressaltar que essa luta é particularmente decisiva no campo da saúde, onde convivem as enormes demandas da população, escassez de recursos e, infelizmente, ainda, práticas que precisamos combater e abolir. Neste aspecto, cada cidadão desempenha um papel crucial nessa batalha, seja exigindo prestação de contas, denunciando práticas ilícitas ou participando ativamente na construção de instituições sólidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A luta contra a corrupção não é apenas uma responsabilidade dos órgãos governamentais, mas sim uma missão que deve unir a sociedade como um todo. Ao promover uma cultura de honestidade, transparência e responsabilidade, podemos construir um país onde a confiança seja restaurada e a justiça prevaleça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta data celebremos os avanços conquistados, mas também reafirmamos, mais uma vez, nosso comprometimento em continuar trabalhando juntos para construir um Brasil onde a ética e a integridade sejam nossos alicerces. Cada passo dado no combate à corrupção nos aproxima de uma sociedade mais justa, igualitária e digna para todos.</p>
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		<title>Novas práticas de planos de saúde paralisam até 16% dos pagamentos para hospitais privados</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/novas-praticas-de-planos-de-saude-paralisam-ate-16-dos-pagamentos-para-hospitais-privados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 15:33:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Anahp, com 48 associados, aponta retenção de receita de R$ 2,3 bi em 2023 Uma pesquisa realizada pela Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), entre os dias 28 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>Pesquisa da Anahp, com 48 associados, aponta retenção de receita de R$ 2,3 bi em 2023</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa realizada pela Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro com 48 hospitais associados, revelou que os atrasos de pagamentos por parte das operadoras de planos de saúde resultaram em um saldo de receita a faturar de R$ 2,3 bilhões no período, cerca de 16% da receita bruta do grupo de hospitais, que foi de R$ 14,6 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado que merece destaque na pesquisa é o índice de cobranças realizadas pelos hospitais que foram glosadas pelas operadoras, sem razões técnicas para a utilização da medida. O valor de glosas em aberto revelado foi de R$ 1,29 bi, que responde a 9% da receita bruta dos respondentes contra um padrão histórico de 3,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Britto, diretor-executivo da Anahp, comentou que as operadoras vêm adotando novas práticas que geram graves consequências para os hospitais, como o aumento na demora do prazo de recebimento das faturas dos hospitais, que vinha em uma média de 70 dias e passou para 120.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O trâmite todo vem ficando cada dia mais burocrático e com mais entraves que dificultam, inclusive, a cobrança pelo pagamento dos serviços prestados. O paciente chega no hospital, é atendido, recebe todos os cuidados necessários e aí os prestadores não conseguem rever esse valor investido no atendimento”, diz o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com Britto, é importante observar que esta situação não atinge apenas membros da Anahp, mas trata-se de um problema enfrentado por todos os quase 4 mil hospitais privados e filantrópicos brasileiros, bem como os milhares de demais prestadores de serviços, como clínicas e laboratórios de diagnósticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Reconhecemos as dificuldades das operadoras mas é indispensável que todos entendam: nós estamos enfrentando uma crise estrutural e a solução do problema só virá a partir do momento que o setor trabalhar de forma conjunta, no entendimento de que uma saúde suplementar saudável só é possível com a sustentabilidade de todos os <em>players</em>&#8220;, finalizou o diretor-executivo da Anahp.</p>
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		<item>
		<title>Cenário geral dos hospitais, neste momento</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/cenario-geral-dos-hospitais-neste-momento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 18:33:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O momento dos hospitais é muito desafiador, basicamente porque estamos sofrendo uma enorme pressão por parte das operadoras de planos de saúde, em função do aumento da sinistralidade. Elas partiram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O momento dos hospitais é muito desafiador, basicamente porque estamos sofrendo uma enorme pressão por parte das operadoras de planos de saúde, em função do aumento da sinistralidade. Elas partiram para uma política muito agressiva de glosa e de adiamento nos pagamentos dos serviços prestados pelos hospitais. Então os hospitais estão tendo o seu fluxo financeiro enormemente apertado em função da ação das operadoras. O movimento dos hospitais é um bom movimento, nós recuperamos uma ocupação parecida com aquela prévia à pandemia. Então os serviços estão sendo prestados, o número de pessoas que passam pelos hospitais, os tratamentos, as cirurgias, tudo recuperou certa normalidade. Qual é o problema, então? É preciso receber o pagamento pelos serviços que se presta, e esse pagamento não está chegando, porque ele está sendo obstaculizado pelas operadoras dos planos, que em cima da sinistralidade alta tentam resolver o fluxo de caixa delas, interferindo no fluxo de caixa dos hospitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CONSEQUÊNCIAS DO APERTO FINANCEIRO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário é evidente que os hospitais, com o caixa apertado, têm tomado duas atitudes. A primeira é revisar custos diariamente em busca de possíveis ineficiências que possam ser cortadas. Em segundo lugar, adiar investimentos. A maioria absoluta dos hospitais está jogando os investimentos para depois, porque o recurso para esses investimentos apenas poderia ser obtido no mercado, mas com a alta taxa de juros, é óbvio que nenhum gestor responsável vai fazer investimento tomando recursos no mercado financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>COMO AS OPERADORAS TÊM AGIDO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas têm usado um conjunto de estratégias para, na verdade, adiar o momento de pagar pelos serviços que os hospitais prestaram. Exemplos disso: primeiro, elas decidem estabelecer limites de faturamento por mês, ou seja, não importa quantos serviços o hospital tenha prestado no mês, o hospital não pode cobrar a não ser x% dos serviços que ele prestou. Segundo exemplo, a cobrança é aceita pelas operadoras, mas elas atrasam o momento do pagamento daqueles serviços. O prazo médio que era de setenta e poucos dias, hoje está perto de 120 dias. Terceiro e último exemplo, aplicar glosa, que é estabelecer uma segunda auditoria às vezes, sobre a despesa hospitalar, para ganhar tempo. Os hospitais não são contra a glosa, mas visivelmente a glosa está sendo deturpada para ajudar no ajuste financeiro das operadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O MOMENTO DAS OPERADORAS COM AUMENTO NO NÚMERO DE BENEFICIÁRIOS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que o aumento no número de beneficiários veio acompanhado de uma escolha por planos mais baratos. Então, se você olhar para o número de beneficiários, ele aumentou, passou para 50.5 milhões de pessoas, mas a maioria das pessoas está optando por planos mais baratos, então o valor é menor do que eles pagavam antes. No final do dia, você pode ter um maior número de beneficiários, mas não tem uma entrada de recursos proporcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O DESEQUILÍBRIO DOS HOSPITAIS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma relação em que as operadoras ficam com a faca e o queijo na mão, elas recebem a conta, informam que não têm como pagar e não pagam, adiam. Isso tem gerado um momento de muita tensão entre os hospitais e as operadoras. Nós defendemos a sustentabilidade das operadoras, nós queremos ver as operadoras fortes e saudáveis, agora, não é possível que esse equilíbrio se faça desequilibrando os hospitais, isso não resolve.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema tem dois tipos de dificuldades. As estruturais, como ineficiências, e a necessidade de reformas, que são projetos para médio e longo prazos. E existem as conjunturais, alta taxa de juros, desemprego, questão de renda. Então, eu te diria que no curto prazo depende muito da melhoria da economia brasileira. No médio e no longo prazos, de uma profunda reforma no sistema de saúde suplementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>EFEITO DO PISO DA ENFERMAGEM</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe uma pessoa que negue a necessidade de valorizar a enfermagem. O que está errado é a lei do jeito que foi aprovada, estabelecendo um único salário, do Acre à São Paulo, de Porto Alegre à Roraima. É óbvio que o salário que pode ser pago por um grande hospital na avenida Paulista em São Paulo não pode ser o mesmo salário de um pequeno hospital no interior do Acre. Então, o que acontece é que a lei, carregada de boas intenções, não cabe na realidade brasileira. Os hospitais públicos não têm dinheiro para pagar, e os hospitais privados, que em sua maioria são pequenos e médios, também não têm dinheiro para pagar. O que a gente espera é que o Supremo Tribunal Federal encontre uma solução de equilíbrio porque ninguém quer deixar de valorizar a nossa enfermagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>IMPACTO DO REPRESAMENTO DE PROCEDIMENTOS ELETIVOS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse impacto já passou. A gente entende que os hospitais voltaram a uma certa normalidade, porque felizmente os efeitos devastadores da Covid já passaram. Esse não é hoje o problema dos hospitais. O problema é que os hospitais estão recebendo as pessoas, prestando os serviços, mas não recebem pelo serviço prestado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CONSEQUÊNCIAS DA CRISE FINANCEIRA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os hospitais não podem abrir mão de assegurar qualidade na assistência que prestam aos seus pacientes, este é um dever ético e empresarial. O que está acontecendo é um adiamento dos investimentos, eles acabarão sendo feitos, mas não serão feitos no prazo e na velocidade que anteriormente haviam sido previstos. Então, os hospitais que pretendiam inaugurar novos leitos, comprar mais robôs e incorporar novos serviços, o que eles estão fazendo: estão olhando para o caixa e dizendo, olha nós não temos recursos para fazer isso rapidamente. E passam, então, a fazer muito lentamente ou deixar para quando a maré melhorar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>USO DE DADOS DOS PACIENTES</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados de um paciente pertencem ao paciente, e ninguém pode usar ou tomar esses dados sem a autorização do paciente. Então no setor hospitalar não há nenhuma dúvida de que nada, absolutamente, pode ser feito sem o expresso consentimento do paciente. A ideia de interoperabilidade de dados, prontuário eletrônico, é inevitável. Mais dia, menos dia, o Brasil terá que caminhar para isso. E a gente espera, apesar dessa crise atual, que essa seja uma das grandes reformas de médio e longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O QUE ESPERAR DE 2023/2024</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse vai ser um ano extremamente difícil, marcado por uma enorme tensão entre as operadoras e os prestadores de serviço, e a gente espera que o Brasil e o setor melhorem em 2024, pois não adianta pensar no setor sem pensar no país como um todo. Queremos o que todo brasileiro quer: gente empregada, gente ganhando melhores salários, mais gente contratando plano de saúde, de modo que o sistema de saúde suplementar se fortaleça como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós não conseguimos compreender por que a saúde não está incluída entre os 17 setores que têm desoneração. Com todo o respeito aos nossos amigos dos curtumes, dos frigoríficos, dos call centers, nós não achamos que o setor de saúde seja menos merecedor e menos empregador. Nós queremos que alguém explique o que esses 17 setores têm que o setor de saúde não tem. E, obviamente, se você retirar a oneração sobre a folha, isso ajudaria para que um setor que é enormemente empregador pudesse empregar mais pessoas.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Piso da enfermagem é inviável para hospitais privados</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/piso-da-enfermagem-e-inviavel-para-hospitais-privados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 15:09:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O impacto do novo piso da enfermagem, que passa a valer a partir de 1º de julho, é inviável para os hospitais e contribui para agravar uma crise econômico-financeiro já em curso.</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/piso-da-enfermagem-e-inviavel-para-hospitais-privados/">Piso da enfermagem é inviável para hospitais privados</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O impacto financeiro do novo piso da enfermagem estabelecido por lei, que segundo decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) passa a valer a partir de 1º de julho, é inviável para os hospitais e contribui para agravar uma crise econômico-financeira já em curso. No setor privado, especificamente, este impacto será de R$ 6 bi por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução, segundo o ministro do STF Luís Roberto Barroso, é que os hospitais privados fechem acordos coletivos para pagar o salário mínimo estabelecido à enfermagem pela nova lei para que demissões sejam evitadas. Mas, tal solução, não resolve o problema &#8211; a questão segue sendo a falta de fonte para financiamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Britto, diretor-executivo da Anahp, em <a href="https://valor.globo.com/empresas/noticia/2023/05/19/para-hospitais-piso-de-enfermagem-e-inviavel.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">entrevista ao jornal Valor Econômico</a>, disse que esta negociação com sindicatos será difícil. &#8220;Há uma lei determinando um piso. Mesmo que o acordo se sobressaia à lei, é difícil de ser colocado em prática&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até então, a contrapartida oferecida ao setor privado havia sido a desoneração parcial da folha de pagamento, o que acabou não sendo aprovado pelo Congresso. Então, junto de outras entidades representativas do setor hospitais e da saúde, as entidades representativas do setor têm solicitado ao ministro Barroso que reconsidere a decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Britto, sem que a desoneração da folha seja estabelecida, com a nova lei entrando em vigor deverá haver demissões, substituição de enfermeiros por técnicos e auxiliares, além de retirada de benefícios não contemplados por lei. Além disso, o setor estuda que, para estabelecer o número de profissionais de saúde em um hospital, o critério passe a ser o número de leitos ocupados, e não mais os leitos totais da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ler a matéria do Valor Econômico na íntegra, <a href="https://valor.globo.com/empresas/noticia/2023/05/19/para-hospitais-piso-de-enfermagem-e-inviavel.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse aqui</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/piso-da-enfermagem-e-inviavel-para-hospitais-privados/">Piso da enfermagem é inviável para hospitais privados</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A crise na saúde suplementar</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/a-crise-na-saude-suplementar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 15:07:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O setor da saúde suplementar no Brasil vive uma crise muito importante, decorrente de um esgotamento do sistema atual.</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/a-crise-na-saude-suplementar/">A crise na saúde suplementar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O setor da saúde suplementar no Brasil vive uma crise muito importante, decorrente de um esgotamento do sistema atual. Os planos de saúde não conseguem repassar os custos aos contratantes e beneficiários e, com isso, a tendência é que haja uma diminuição no número de beneficiários em curto prazo e um aumento da pressão sobre os hospitais &#8211; já que, para poder administrar seus fluxos de caixa, as operadoras de saúde têm voltado a sua pressão para cima dos hospitais. Isso, por sua vez, prejudica a qualidade do atendimento e o sistema como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um momento muito delicado e, seguramente, o mais desafiador dos últimos 30 anos. Não há, que nós conheçamos, um esforço organizado no sentido de promover uma revisão e uma reforma no sistema. E o que nos preocupa, portanto, é a falta de uma discussão mais profunda sobre a necessidade dessa reforma. Os hospitais estão sendo sacrificados, e tememos pelo desenrolar desse ano de 2023, uma vez que o que vem se formando é o que podemos chamar de uma “tempestade perfeita”: as operadoras pressionam porque têm resultados ruins, a lei da enfermagem estabelece um custo extra que não temos como pagar, e o conjunto do sistema dá mostras de um grande estresse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa maior preocupação não é com mudanças que estão sendo anunciadas, até porque não existe nenhuma neste momento sendo discutida com maior profundidade. A preocupação da Anahp é, justamente, com a falta de um debate que leve a mudanças. Nós não podemos achar que os hospitais vão resolver seus problemas da forma como se propõe hoje. É o sistema como um todo que está em dificuldades e, se não encontrarmos formas de solucionar e enfrentar, todos perdem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As operadoras de planos de saúde vêm trabalhando em duas linhas que, ao nosso juízo, não resolvem o problema da saúde suplementar. A primeira é pressionar os hospitais com glosas e aumento dos prazos para pagamento; e a segunda é pressionar os contratantes e beneficiários, aumentando o custo-preço dos planos. O que pode acontecer, com isso, é algum equilíbrio de caixa no curto prazo, mas trata-se de uma solução ilusória. Isto porque é o sistema como um todo que está com dificuldades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro problema secundário é a redução no número de beneficiários, considerando que, atualmente, já lidamos com um volume baixo cujo principal motivo está no alto custo dos planos em relação à média de renda da população e faturamento das empresas. Se não enfrentarmos esses problemas, estaremos andando em círculos: a saúde suplementar não consegue novos beneficiários, tenta cobrar mais dos atuais, o que reduz o número de beneficiários. E assim sucessivamente, o que não é benéfico a nenhuma das partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema como um todo precisa ampliar sua eficiência, combater fraudes, mudar a qualidade dos produtos que oferece, envolver mais os contratantes para que participem da escolha e da fiscalização do que é oferecido, seja pelas operadoras, seja pelos prestadores de serviço. Ou seja, não é hora de fazer mudança conjuntural. O problema é estrutural e, se não enfrentarmos a estrutura do sistema da saúde suplementar, que está dando sinais visíveis de esgotamento, a crise volta rapidamente.</p>
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		<title>Agenda ESG já é prioridade para hospitais</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/agenda-esg-ja-e-prioridade-para-hospitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 19:58:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Anahp compreende que os princípios ESG estão alinhados com a promoção da saúde e de serviços mais eficientes, por isso assumiu o compromisso de estimular o movimento entre os seus [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading">Anahp compreende que os princípios ESG estão alinhados com a promoção da saúde e de serviços mais eficientes, por isso assumiu o compromisso de estimular o movimento entre os seus associados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A agenda ESG é prioritária para a Anahp, que considera os princípios e boas práticas da sigla totalmente alinhados com o propósito da Associação de promover a saúde e o bem-estar da população, além de aumentar a qualidade e a segurança dos serviços hospitalares e controlar seus custos. “Por outro lado, agressões ao meio ambiente e desigualdades sociais, por exemplo, voltam para nós em forma de doença”, explica a coordenadora do GT ESG da Anahp, Ingrid Cicca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando a relevância do segmento hospitalar para ESG em saúde, a Anahp assumiu a responsabilidade natural de alavancar o movimento entre os seus associados e fomentar o setor com dados e conteúdos direcionados. “Trabalhamos para estimular e orientar os hospitais produzindo dados, criando indicadores, mostrando experiências e compartilhando conhecimento”, afirma Cicca, que também atua como gerente de Sustentabilidade e Meio Ambiente na Rede D&#8217;Or.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra atribuição da Anahp é demonstrar que grande parte dos hospitais já está avançada na agenda ESG, com resultados robustos que muitas vezes são pouco observados. E uma das principais ações nesse sentido é a publicação <strong><a href="http://www.anahp.com.br/publicacoes/esg-nos-hospitais-anahp-resultados-e-boas-praticas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ESG nos Hospitais Anahp: Resultados e Boas Práticas</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Somos referência na gestão de resíduos e temos projetos inovadores de eficiência hídrica, por exemplo. E o nosso impacto social nas comunidades em que estamos instalados é comprovadamente positivo, sem contar a óbvia contribuição que damos nesse sentido ao cuidar da saúde das pessoas”, ilustra a coordenadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cicca destaca que a sustentabilidade nos hospitais extrapola o aspecto ambiental e alcança a promoção de serviços humanizados que colocam paciente e familiares no centro da assistência, investem no cuidado com a saúde e o bem-estar dos colaboradores e nas boas práticas com potencial para tornar o sistema mais acessível para cada vez mais brasileiros. “E tudo isso, é claro, só está acontecendo porque evoluímos muito na governança nos últimos anos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ingrid Cicca participou recentemente do podcast <em>ESG para aumentar a eficiência na saúde, do MIT Technology Review Brasil</em>, e detalhou a perspectiva da Anahp em relação ao tema e o papel da Associação nesse cenário. O programa também destacou projetos de associados à Anahp, contemplados na publicação da entidade, que somam investimento de R$ 120 milhões e já beneficiaram cerca de 4,2 milhões de pessoas, com previsão de impactar a vida de 15 milhões até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ouça a íntegra do episódio abaixo</strong>:</p>



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		<title>Hospitais privados pedem aprovação imediata da desoneração da folha de pagamento como única saída para viabilizar piso salarial da enfermagem</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/hospitais-privados-pedem-aprovacao-imediata-da-desoneracao-da-folha-de-pagamento-como-unica-saida-para-viabilizar-piso-salarial-da-enfermagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 15:52:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Anahp, que reúne os principais hospitais particulares do Brasil, avalia que o momento é de muita preocupação em meio a um cenário de crise econômica no setor suplementar A [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>A Anahp, que reúne os principais hospitais particulares do Brasil, avalia que o momento é de muita preocupação em meio a um cenário de crise econômica no setor suplementar</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) acredita que a única saída para a viabilização do pagamento do Piso Salarial da Enfermagem pelo setor privado seja a desoneração da folha de pagamento no segmento. Após a assinatura do presidente Lula, ontem (18/4), o Projeto de Lei que regulamenta o tema e traz um novo custo de R$ 7,3 bi vai agora para o Congresso Nacional, onde passará pela apreciação da Comissão Mista de Orçamento (CMO).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor-executivo da Associação, Antônio Britto, o setor privado segue na mesma situação que estava antes da assinatura. “A fonte de recursos para esse pagamento só é indicada no texto do Projeto para enfermeiros que atuam na rede pública e, mesmo assim, com algumas divergências de interpretações, especialmente no caso dos hospitais filantrópicos. O setor privado segue sem essa indicação”, diz o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na opinião de Britto, alguns segmentos serão fortemente impactados sem a aprovação célere de uma fonte de custeio:</p>



<h3 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Hospitais privados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação maior recai sobre os hospitais menores que, sem opção, terão que redimensionar os quadros de enfermagem. &#8220;Tenho informações de que isso já tenha começado. Alguns hospitais já estão readequando as equipes, demitindo enfermeiros, contratando técnicos de enfermagem e reduzindo leitos, e isso infelizmente tende a continuar&#8221;, conta o executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esperamos que o Congresso Nacional aprove imediatamente o Projeto de Lei que permite a desoneração da folha de pagamento, já que existem dezenas de setores beneficiados por este recurso e são tão empregadores quanto o setor de saúde, que é serviço essencial na sociedade”.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Hospitais filantrópicos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento ainda não há clareza sobre como se dará a operacionalização desse pagamento por parte dos hospitais filantrópicos públicos e também dos privados.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Relação com operadoras</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A sustentabilidade financeira do setor já é uma preocupação no cenário da saúde suplementar. &#8220;Diante de uma medida que aumenta ainda mais os custos para os hospitais, o caminho natural é que esse incremento seja repassado nos valores cobrados dos planos de saúde, que já enfrentam altas taxas de sinistralidade e endividamento”, diz Britto.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Expectativa junto ao governo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário político é de um governo que tomou posse há pouco tempo e em circunstâncias difíceis, e a expectativa, segundo Antônio Britto, é de que o Ministério da Saúde chame o setor suplementar para debater soluções. O executivo defende que &#8220;o segmento é relevante não apenas porque detém 50 milhões de usuários, mas também porque qualquer desorganização que afete a saúde suplementar impacta diretamente no SUS, já que quanto menos pessoas assistidas na rede privada, maior a procura pelos serviços públicos&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Paciente</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Britto ressalta que, em meio a toda equação, que envolve novos custos, elos da cadeia de saúde e tributos, está também o agente mais importante do setor: o paciente. &#8220;Em meio a esse cenário tão desafiador, o mais prejudicado vai acabar sendo o paciente. Haverá aumento de preço dos serviços de saúde, mais restrições assistenciais por parte dos planos e, possivelmente, a redução de usuários que possam recorrer ao sistema privado”, finaliza.</p>
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		<title>Anahp alerta para crise financeira no setor da saúde</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/anahp-alerta-para-crise-financeiro-no-setor-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 15:58:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O quadro de inflação no país, os altos custos médicos, a dificuldade das operadoras e o panorama geral de ainda não haver recuperação do emprego e da renda, criam para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O quadro de inflação no país, os altos custos médicos, a dificuldade das operadoras e o panorama geral de ainda não haver recuperação do emprego e da renda, criam para 2023 um cenário altamente desfavorável para o setor da saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como se não bastasse, as operadoras de planos de saúde têm adotado providências unilaterais que provocam sérios prejuízos no fluxo de caixa dos hospitais. O assunto venceu a esfera do setor e vem ganhando destaque nos principais jornais do país, como <a href="https://valor.globo.com/empresas/noticia/2023/04/10/empresas-de-saude-perdem-valor-e-cliente-reclama-mais.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Valor Econômico</a> e, mais recentemente, O Globo.</p>



<figure class="wp-block-image alignleft size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/alt-globo-crise-saude.png" alt="" class="wp-image-20653" width="411" height="252" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/alt-globo-crise-saude.png 822w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/alt-globo-crise-saude-300x184.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/alt-globo-crise-saude-768x470.png 768w" sizes="(max-width: 411px) 100vw, 411px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem publicada, com destaque na capa da edição impressa do último domingo, 16 de abril, aborda a negociação que os planos estão fazendo com laboratórios e hospitais em busca de ampliação de prazos nos pagamentos e descontos nos preços contratados, com reduções que podem chegar a 30%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2023/04/em-crise-planos-de-saude-renegociam-pagamentos-a-hospitais-e-devem-limitar-redes-e-elevar-reajustes.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><strong>&gt;&gt; Leia a matéria do jornal O Globo na íntegra.</strong></em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso se mostra também nos dados do <a href="http://www.anahp.com.br/publicacoes/observatorio-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório Anahp 2023</a>, que aponta o aumento do índice de glosas (recusa de pagamento por parte das operadoras), passando de 3,86% para 4,67% nos últimos três anos, enquanto o prazo de pagamento subiu de 66,95 para 73,51 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O setor hospitalar conhece as dificuldades que estão sendo vividas pelas operadoras com aumento de sinistralidade e a redução dos resultado operacionais. Mais do que isso, temos procurado ser parceiros na busca por soluções estruturais. Porém, as dificuldades que estão sendo vividas neste momento não podem servir para uma política deliberada de imposição de glosas e ampliação dos prazos de pagamento das faturas”, afirma o diretor-executivo da Associação, Antônio Britto.</p>
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		<title>Telessaúde complementa assistência presencial e amplia acesso</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/opiniao-anahp/artigos/telessaude-complementa-assistencia-presencial-e-amplia-acesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sawi_adm]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 12:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prática está cada vez mais incorporada pelo sistema e presente na cultura do brasileiro A Telemedicina proporcionou uma evolução imensurável para a assistência no Brasil, na opinião da Anahp – [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Prática está cada vez mais incorporada pelo sistema e presente na cultura do brasileiro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Telemedicina proporcionou uma evolução imensurável para a assistência no Brasil, na opinião da Anahp – Associação Nacional de Hospitais Privados. “É um fenômeno que amplia os horizontes e o acesso, além de permitir melhor aplicação dos recursos”, resume Carlos Pedrotti, coordenador do GT de Saúde Digital da Anahp e gerente médico do Centro de Telemedicina do Hospital Israelita Albert Einstein.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Popularizada com a pandemia, a prática foi autorizada e disciplinada pela Lei 14.510/22, que ainda instituiu o conceito de Telessaúde e expandiu a possibilidade de atendimento remoto para outras áreas além da Medicina. “É importante destacar que a demanda e a satisfação dos pacientes também foram responsáveis por esse marco regulatório. A Telemedicina está cada vez mais presente na cultura do brasileiro”, destaca o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedrotti acrescenta que a lei facilita o desenvolvimento dos processos e dá autonomia para profissionais e pacientes e ainda oferece segurança jurídica para as organizações, prestadores e todos os envolvidos na prestação do serviço. “Isso vai facilitar os investimentos em inovação, qualificação e expansão”, avalia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próximos passos, continua, estão relacionados com questões operacionais e de protocolo e com a incorporação de novas tecnologias. “Teremos que discutir a prescrição digital de receitas especiais, inteligência artificial e o software como dispositivo médico”, enumera. Ao mesmo tempo, será necessário aprofundar nos temas prontuário eletrônico e privacidade dos dados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele ressalta os bons resultados observados até o momento e garante que a grande maioria dos atendimentos da Telemedicina dispensam o deslocamento até as unidades de saúde. “Retiramos o paciente do PS sem negar o acesso e possibilitamos que o especialista vá até o paciente, e não o contrário”, resume.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Pedrotti revela que é possível ir ainda mais longe com a inclusão de dispositivos de telepropedêutica mais avançados, como estetoscópios, câmeras especiais e sensores que tornam as avaliações mais precisas. “E ainda vamos evoluir para a realização de exames a distância, com resultados rápidos, que vão revolucionar a assistência”, finaliza.</p>
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