Ir para o conteúdo
Estamos ao vivo
Facebook-f x Youtube Instagram Linkedin-in Flickr Microphone
área do associado
  • Sobre
    • A Anahp
    • Associados
      • Nossos associados
      • Grupos de Trabalho
      • Colab
    • Nossa história
    • Nossos parceiros
    • Responsabilidade social
  • Conteúdo
    • Publicações
    • Notícias
    • Blog Saúde da Saúde
    • Podcast
    • Videocast
  • Instituto
    • Anahp PRO
  • Eventos
    • Café da Manhã Anahp
    • Conahp
    • Jornada Digital
    • Todos os eventos
  • Indicadores
  • Seja associado
  • Contato
  • Sobre
    • A Anahp
    • Associados
      • Nossos associados
      • Grupos de Trabalho
      • Colab
    • Nossa história
    • Nossos parceiros
    • Responsabilidade social
  • Conteúdo
    • Publicações
    • Notícias
    • Blog Saúde da Saúde
    • Podcast
    • Videocast
  • Instituto
    • Anahp PRO
  • Eventos
    • Café da Manhã Anahp
    • Conahp
    • Jornada Digital
    • Todos os eventos
  • Indicadores
  • Seja associado
  • Contato
  • Bem-estar
  • Prevenção
  • Medicina
  • Tecnologia
  • Especial Covid-19
  • Bem-estar
  • Prevenção
  • Medicina
  • Tecnologia
  • Especial Covid-19

Início > Saúde da Saúde > Especial Covid-19 > Doenças cardíacas: atendimentos diminuem e medo da covid-19 pode impactar nas taxas de mortalidade

Doenças cardíacas: atendimentos diminuem e medo da covid-19 pode impactar nas taxas de mortalidade

  • 16 de junho de 2020

Os hospitais que atendem pacientes cardiopatas registraram queda nas demandas de urgência com a chegada da pandemia de covid-19. O medo de se infectar ao procurar ajuda médica é uma das razões apontadas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Porém, a demora desses pacientes em buscar atendimento nas emergências é uma postura arriscada e que pode refletir no aumento da mortalidade desse tipo de doença, que é uma das que mais mata no país, segundo o presidente da SBC, Marcelo Queiroga.

Em entrevista ao portal, Queiroga aponta os sintomas que precisam de assistência médica imediata, e que devem ser observados pelos pacientes. “É a hora, também, de todos se atentarem para a prevenção, adotando uma alimentação balanceada, eliminando o tabagismo e reduzindo o sedentarismo”, completa. Leia a entrevista completa abaixo:

Houve redução de atendimento a pacientes cardiopatas pelo medo de irem aos hospitais por causa da covid-19?

Marcelo Queiroga: A pandemia do novo coronavírus tem reduzido atendimentos cardiológicos de urgência em o todo o país. Somente no hospital em que atuo, na Paraíba, costumávamos atender 16 mil pacientes por mês na emergência. Hoje, não ultrapassamos 3 mil atendimentos mensais.

No Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), uma das principais referências de serviços de saúde do Brasil, a redução das angioplastias primárias em março deste ano foi de 50%, quando comparada com o mesmo período de 2019. A média mensal é de 40 casos; mas nos primeiros 13 dias de abril, apenas nove procedimentos foram realizados. 

Esses dados são um indicativo de que podemos ter impacto nas taxas de mortalidade. Ainda não há informações consolidadas e nem uma explicação única sobre essa diminuição. As hipóteses vão desde a possibilidade de estar havendo, de fato, uma diminuição das ocorrências, até a teoria mais plausível, de que as pessoas estão retardando a busca por socorro durante a pandemia, o que pode agravar o quadro cardíaco ou levar à morte repentina em casa. Há também a hipótese dos riscos competitivos.

O fato é que as pessoas não estão chegando às emergências, mas vão continuar morrendo de causas cardíacas. A covid-19 é um fator complicador. O medo pode atrasar a busca por socorro e complicar as doenças cardiovasculares agudas e crônicas.

Quais as consequências futuras para estes pacientes que estão deixando de procurar assistência agora por medo do coronavírus?

Marcelo Queiroga: A demora dos pacientes portadores de doenças cardiovasculares em buscar atendimento nas emergências pode refletir em aumento da mortalidade. Ao procurar ajuda somente na última hora, esses pacientes assumem uma postura considerada arriscada para quem tem a doença que mais mata no país. O problema é grave porque essas doenças, principalmente o infarto, foram responsáveis por cerca de 30% de todas as mortes em 2017, segundo divulgamos em nosso Cardiômetro. Foram 383.961 óbitos por doença cardiovascular naquele ano no Brasil. É um problema de saúde pública que agora é agravado pela pandemia de covid-19, especialmente pelos riscos competitivos.

Quais sintomas não podem ser ignorados por pacientes cardiopatas e que são sinal de que precisam buscar ajuda médica imediatamente?

Marcelo Queiroga: A dor ou desconforto na região do peito, podendo irradiar para as costas, rosto, braço esquerdo e, mais raramente, o braço direito, é o principal sintoma do infarto. Esse desconforto costuma ser intenso e prolongado, acompanhado de sensação de peso ou aperto sobre tórax, com suor frio, palpitações, palidez e vômitos. 

Os portadores de doenças cardiovasculares precisam procurar o médico e as emergências, como faziam anteriormente à pandemia, caso tenham esses sinais de alerta para o infarto do miocárdio. A demora em procurar o atendimento médico de emergência pode levar à morte.

Como os pacientes podem seguir com seus tratamentos em segurança?

Marcelo Queiroga: É muito importante que os pacientes cardiopatas tomem todos os cuidados para evitar a infecção pelo novo coronavírus, já que a letalidade da covid-19 é maior quando há essa comorbidade. Além disso, eles jamais devem abandonar seus tratamentos, mantendo o uso regular de seus medicamentos conforme prescrição médica e fazendo mudanças apenas com orientação, uma vez que a suspensão abrupta dos esquemas terapêuticos em uso pode causar instabilidade clínica e desfechos adversos. É a hora, também, de todos se atentarem para a prevenção, adotando uma alimentação balanceada, eliminando o tabagismo e reduzindo o sedentarismo.

Os pacientes cardíacos são portadores de doenças crônicas e se, porventura, contrair a infecção pelo novo coronavírus, também devem continuar tomando os medicamentos que utilizam para o tratamento da doença cardíaca. Só deve fazer modificação com orientação do seu médico.    

Como os hospitais têm garantido a segurança dos atendimentos não-covid?

Marcelo Queiroga: Os atendimentos de urgência e emergência nos hospitais e unidades de saúde continuam normais em todas as especialidades. Este tipo de atendimento não pode parar. Uma mudança importante nos hospitais e unidades de saúde foi a separação dos pacientes com sintomas respiratórios dos demais. A classificação deve ser feita logo na porta de entrada, onde um profissional deve oferecer máscara e direcionar os pacientes com sintomas respiratórios para uma área isolada.

Já os pacientes sem sintomas respiratórios devem ser direcionados para outra sala para receber atendimento e outros procedimentos, sem cruzar com os que têm sintomas respiratórios. Dessa forma, busca-se proteger os pacientes, proporcionar o atendimento mais eficiente e mais seguro a todos e garantir que as pessoas não fiquem sem assistência ou acompanhamento médico por medo da pandemia.

Matérias
relacionadas

Medicina

Endometriose: o que é por que o diagnóstico ainda demora tanto

Embora afete 190 milhões de mulheres no mundo, a endometriose leva anos para ser diagnosticada. Normalização da dor é parte do problema As cólicas menstruais acompanham muitas mulheres desde a […]

Ler agora
Medicina

Virose: entenda o que realmente significa e como se cuidar

O que o médico quer dizer quando fala que é virose? Quanto tempo dura? Antibiótico funciona? Entenda e tire suas dúvidas Você já foi ao médico com sintomas de gripe, […]

Ler agora

Mapa do site

Sobre

Eventos

Indicadores

Seja associado

Contato

A Anahp

Nossos associados

Nossa história

Responsabilidade social

Cursos Anahp PRO

Publicações

Notícias

Blog Saúde da Saúde

Podcast

Videocast

Certificação

Endereços

Anahp – São Paulo
Rua Cincinato Braga, 37,
4º andar.
Paraíso – São Paulo – SP
CEP 01333-011
+55 11 3178-7444
+55 11 3178-7442
+55 11 3122-6240

[email protected]

Anahp – Brasília
Complexo Brasil 21 SHS, Quadra 06, Conjunto A, Bloco E 8º andar – Salas 812/813 – Brasília – DF
CEP 70322-915
+55 61 3039-8420

Conecte-se com a Anahp

Facebook-f x Youtube Instagram Linkedin-in Flickr Microphone

Acesse aqui nossa Política de Privacidade e os Termos e Condições de Uso
Encarregado de Dados: [email protected]

Anahp © Desenvolvido por  – Todos os Direitos Reservados

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, voc concorda com estas condições. Para saber mais, acesse nossa Política de Privacidade e Termos e Condições de Uso. CONCORDO E FECHAR