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	<title>Arquivos Trissomia do 21 - Anahp</title>
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	<title>Arquivos Trissomia do 21 - Anahp</title>
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	<item>
		<title>Como cuidar de pais idosos? Dicas de segurança e bem-estar</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/como-cuidar-de-pais-idosos-dicas-de-seguranca-e-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de Down]]></category>
		<category><![CDATA[Trissomia do 21]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa de vida aumentou e o envelhecimento dos familiares pode trazer novas responsabilidades; veja como cuidar e garantir a segurança da pessoa idosa em casa Ao nascer, os bebês precisam [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Expectativa de vida aumentou e o envelhecimento dos familiares pode trazer novas responsabilidades; veja como cuidar e garantir a segurança da pessoa idosa em casa</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="26802" src="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SDS-Social-Media-MAR26-Envelhecimento-dos-pais-16x9-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-26802" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SDS-Social-Media-MAR26-Envelhecimento-dos-pais-16x9-1-1024x576.png 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SDS-Social-Media-MAR26-Envelhecimento-dos-pais-16x9-1-300x169.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SDS-Social-Media-MAR26-Envelhecimento-dos-pais-16x9-1-768x432.png 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SDS-Social-Media-MAR26-Envelhecimento-dos-pais-16x9-1-1536x864.png 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SDS-Social-Media-MAR26-Envelhecimento-dos-pais-16x9-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ao nascer, os bebês precisam de cuidados. Vêm ao mundo sem as habilidades necessárias para sobreviver sozinhos, e é por meio de seus cuidadores que conseguem navegar pela infância e seguir à vida adulta. Mais adiante nessa jornada, esses papéis podem se inverter — principalmente depois que a expectativa de vida do brasileiro ultrapassou os <a href="https://www.gov.br/secom/pt-br/acompanhe-a-secom/noticias/2025/11/expectativa-de-vida-da-populacao-brasileira-chega-aos-76-6-anos-em-2024">76 anos</a>, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, pais, avós e demais parentes idosos podem precisar de assistência nas atividades do dia a dia, sejam elas físicas e/ou cognitivas, e começam a depender de quem um dia dependia deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, não há roteiro, como explica Luiz Antônio Gil Júnior, médico geriatra do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. “O envelhecimento é muito heterogêneo. A gente conhece pessoas idosas de 80 anos vivendo muito bem e outras de 70 com grandes limitações, o que torna importante a observação individual”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, como lidar com um parente que envelhece?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais são os primeiros sinais de alerta no envelhecimento de familiares?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Envelhecer não é sinônimo de adoecer. As <a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/longevidade-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-envelhecer/">descobertas recentes da ciência</a> redefiniram o envelhecimento saudável como um processo dinâmico e modificável, contradizendo a ideia de que o declínio físico e cognitivo é inevitável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, algumas mudanças são esperadas com o envelhecimento natural. “A gente pode perder um pouco da visão, perder massa muscular, a nossa capacidade de levantar a perna para andar é pior — principalmente para aqueles indivíduos que não fazem atividade física”, lista o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer o que faz parte do processo, como listou o médico, ajuda a distinguir o que é fisiológico do que merece avaliação médica. Mas perceber quando alguém próximo começa a precisar de mais atenção na terceira idade continua difícil, especialmente para quem não mora junto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro ponto de atenção é quando começam os problemas nas atividades do dia a dia, que Gil&nbsp; divide em dois grupos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atividades básicas de vida diária, ligadas ao <strong>autocuidado</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>higiene pessoal;</li>



<li>alimentação;</li>



<li>mobilidade dentro de casa;</li>



<li>controle de medicamentos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">E atividades <strong>instrumentais</strong>, que exigem mais organização e independência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ir ao supermercado;</li>



<li>administrar dinheiro e contas;</li>



<li>usar transporte público;</li>



<li>resolver pendências fora de casa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando começa a acontecer uma dificuldade para fazer essas atividades, é um sinal de que a independência começou a falhar&#8221;, explica o médico. “Nesse momento, é de extrema importância que a gente se aproxime.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que fazer diante de dificuldades de saúde de familiares idosos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Aproximar-se de um parente que precisa de cuidados não exige, necessariamente, uma mudança radical de rotina. Na prática, pode significar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>telefonar com mais frequência</strong> para manter contato direto e perceber mudanças no humor ou na disposição;</li>



<li><strong>conversar com quem está por perto</strong>, como um vizinho de confiança, o zelador do prédio, um funcionário da casa ou um parente que mora na mesma cidade;</li>



<li><strong>visitar mais vezes </strong>para observar o ambiente de perto. Uma casa mais desarrumada do que o habitual, roupas acumuladas ou geladeira vazia podem indicar que algo mudou;</li>



<li><strong>acompanhar os gastos</strong>, conforme for viável, para identificar padrões fora do comum, seja gastando muito mais ou muito menos do que o esperado;</li>



<li><strong>utilizar “pill boxes”</strong>, ou caixas de comprimidos, que separam as cápsulas por dia e turno;</li>



<li><strong>verificar datas de compra de remédios </strong>e acompanhar as renovações de receitas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Também pode ser necessário agir no próprio ambiente em que o parente idoso vive. Pequenas adaptações na casa podem reduzir riscos e prolongar a independência de quem envelhece.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como garantir a segurança para pessoas idosas em casa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde (OMS) fala sobre <a href="https://www.mds.gov.br/webarquivos/arquivo/Brasil_Amigo_Pessoa_Idosa/publicacao/guia-global-oms.pdf">cidades amigas da pessoa idosa</a>, espaços urbanos pensados para facilitar a circulação e a vida de quem envelhece. Eles incluem, por exemplo, rampas, calçadas acessíveis e transporte adaptado, ideais para quem tem limitação de mobilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo princípio pode e deve ser aplicado em casa. Uma queda, que para uma pessoa jovem pode ser só um susto, pode ter consequências duradouras para alguém com idade mais avançada. Adaptar o ambiente doméstico é uma das formas mais concretas de garantir a segurança dos idosos em casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas mudanças não exigem reformas complexas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>barras de apoio no banheiro</strong>, próximas ao vaso sanitário e no box do chuveiro;</li>



<li><strong>tapetes antiderrapantes</strong> em banheiros, cozinha e áreas úmidas;</li>



<li><strong>iluminação noturna automática</strong> no caminho entre o quarto e o banheiro;</li>



<li><strong>fita antiderrapante</strong> em escadas e áreas externas que possam ficar úmidas;</li>



<li><strong>remoção de tapetes</strong> soltos e passadeiras em corredores;</li>



<li>organizar itens de uso frequente em <strong>altura acessível</strong>, evitando o uso de escadas ou banquinhos;</li>



<li>ter cuidado redobrado com <strong>fios espalhados</strong> pelo chão.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Saúde mental e social da pessoa idosa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se pensa em cuidar de um parente de idade avançada, a atenção costuma se voltar apenas para a mobilidade, os medicamentos e a autonomia. Mas o <strong>isolamento social </strong>e a <strong>solidão </strong>são alguns dos fatores de risco mais subestimados no envelhecimento. <a href="https://www.nature.com/articles/s41562-023-01617-6">Estudos</a> mostram que esses fatores estão associados a maior risco de doenças cardiovasculares e a aumento da mortalidade por todas as causas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quando a pessoa passa a recusar programas de que antes gostava, evitar sair ou reduzir o contato com amigos e familiares, pode ser indicativo de que algo mudou na sua capacidade de circular com autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter o parente idoso ativo, conectado e com senso de propósito faz parte do cuidado. Algumas formas de apoiar isso no dia a dia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>incentivar atividades sociais </strong>que já faziam parte da rotina, como grupos de convivência, atividades religiosas ou encontros com amigos;</li>



<li><strong>incluir o parente idoso em momentos familiares</strong>, evitando que ele ocupe um papel passivo ou periférico;</li>



<li><strong>estimular atividades físicas </strong>leves em conjunto, como caminhadas, que combinam movimento e companhia;</li>



<li><strong>estar atento a sinais de depressão e ansiedade</strong>, como apatia, choro frequente, alterações no sono ou perda de interesse em atividades antes prazerosas.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quando contratar cuidadores de idosos ou outros profissionais de cuidados assistidos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhar de longe, ligar mais vezes e adaptar a casa são medidas importantes, mas há um momento em que o cuidado à distância já não é suficiente. Sendo a segurança o critério central das decisões, pode ser necessário recorrer a um cuidador de idosos ou a outras formas de suporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem envelhece com limitações funcionais, as possibilidades são diversas, ajustadas conforme a necessidade de cada pessoa. Por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>manter um familiar presente</strong>: um filho, neto ou outro parente que passa a morar com a pessoa idosa;</li>



<li><strong>contratar um cuidador parcial</strong>: profissional que acompanha o idoso por algumas horas do dia, ajudando com medicamentos, alimentação e atividades básicas;</li>



<li><strong>considerar um cuidador integral</strong>: profissional que permanece 24 horas com o idoso, indicado quando a necessidade de suporte é contínua.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como conversar com o idoso resistente ao cuidado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Perceber que um parente precisa de ajuda é uma coisa, convencê-lo a aceitar essa ajuda é outra. Ninguém gosta de sentir que está perdendo independência, e a chegada de um cuidador ou a ideia de deixar a própria casa pode soar como uma ameaça à autonomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O geriatra&nbsp; recomenda começar pela conversa direta, explicando as necessidades e, principalmente, centrando o argumento na segurança. Uma abordagem que costuma funcionar é inverter a lógica da dependência: em vez de apresentar o cuidado como uma limitação, apresentá-lo como uma garantia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu oriento que a família foque em argumentar pela manutenção da autonomia da pessoa idosa. Devem explicar que o <strong>cuidador </strong>estará lá justamente para <strong>garantir a independência</strong>, porque se algo acontecer e o idoso não tiver ajuda, isso sim vai comprometer a sua capacidade&#8221;, sugere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras estratégias que podem ajudar nessa conversa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>usar a inversão de papéis</strong>: apresentar a situação como um favor que o parente idoso está fazendo ao familiar (dizer que &#8220;o neto vai morar com você porque precisa da sua ajuda&#8221; pode ativar o instinto de cuidar e reduzir a resistência);</li>



<li><strong>escolher o momento certo</strong>: conversas sobre cuidado costumam ser mais produtivas quando não estão associadas a uma crise recente;</li>



<li><strong>incluir outras vozes de confiança</strong>, como um médico de referência, um amigo próximo ou outro familiar que possa ter mais facilidade para abordar o assunto.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando já houve episódios concretos de risco, como quedas, uso incorreto de medicamentos ou situações em que a pessoa se perdeu fora de casa, o tom da conversa deve ser mais firme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Casa de repouso: quando considerar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A casa de repouso, ou instituição de longa permanência para idosos (ILPI), é uma opção que muitas famílias resistem em considerar, mas que pode oferecer qualidade de vida, segurança e convívio social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A decisão de levar um parente para uma casa de repouso é sempre complexa”, diz Gil. “Ela é indicada quando o acompanhamento domiciliar se torna insuficiente, quando há dificuldades recorrentes com cuidadores em casa, quando a segurança do idoso não pode ser garantida no ambiente doméstico ou quando há sobrecarga do cuidador familiar”, detalha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, a decisão também parte da preferência da família e, sempre que possível, deve envolver a própria pessoa idosa. Muitas instituições têm o papel de socialização, o que pode ser relevante para aqueles com pouca rede de convívio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O peso de quem cuida — sobrecarga e autocuidado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assumir o cuidado de um parente que envelhece é uma responsabilidade que chega, na maioria das vezes, sem aviso e sem preparação. Quem cuida precisa lidar com a própria dor de ver um parente envelhecer e com as exigências práticas da função. Tudo isso enquanto tenta manter sua própria rotina, trabalho e vida pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns caminhos ajudam a tornar esse processo mais sustentável:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>buscar apoio psicológico</strong>: psicoterapia pode ajudar a organizar as próprias emoções;</li>



<li><strong>dividir responsabilidades</strong>: distribuir as tarefas com outros familiares evita que o peso recaia sobre uma única pessoa;</li>



<li><strong>se informar</strong>: entender a condição do parente, seus tratamentos e suas necessidades reduz a ansiedade e melhora a qualidade do cuidado;</li>



<li><strong>manter o próprio autocuidado</strong>: dormir bem, praticar atividade física e preservar momentos de descanso são condições para conseguir cuidar do outro.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quem cuida também tem que se cuidar&#8221;, resume o médico.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Leia mais sobre o tema:</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra/seguranca-e-conforto-como-adaptar-a-casa-para-o-idoso/">Segurança e conforto: como adaptar a casa para o idoso</a><br><a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/longevidade-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-envelhecer/">Longevidade: o que a ciência já sabe sobre envelhecer</a><br><a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/5-dicas-para-envelhecer-com-saude/">5 dicas para envelhecer com saúde</a><br><a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/dicas-para-envelhecimento-saudavel/">Dicas para envelhecimento saudável</a><br><a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/saude-do-idoso-saiba-a-importancia-dos-cuidados-e-desafios-com-esse-paciente/">Saúde do idoso: saiba a importância dos cuidados e desafios com esse paciente</a><br><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o">Envelhecimento: o desafio de lidar com pais idosos</a><br><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/60mais/como-se-preparar-para-cuidar-de-familiares-mais-velhos/">Como se preparar para cuidar de familiares mais velhos</a></p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/como-cuidar-de-pais-idosos-dicas-de-seguranca-e-bem-estar/">Como cuidar de pais idosos? Dicas de segurança e bem-estar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de Down, ou Trissomia do 21: o que é e o que mudou</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/sindrome-de-down-ou-trissomia-do-21-o-que-e-e-o-que-mudou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 20:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de Down]]></category>
		<category><![CDATA[Trissomia do 21]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.anahp.com.br/?p=26705</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pessoas com essa condição estão vivendo mais, mas ainda há luta por integração social Em 1929, a expectativa de vida de uma pessoa com síndrome de Down era de nove [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com essa condição estão vivendo mais, mas ainda há luta por integração social</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SDS-Social-Media-MAR26-REVAMP-Dia-Internacional-da-Sindrome-de-Down-213-16x9-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-26706" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SDS-Social-Media-MAR26-REVAMP-Dia-Internacional-da-Sindrome-de-Down-213-16x9-1-1024x576.png 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SDS-Social-Media-MAR26-REVAMP-Dia-Internacional-da-Sindrome-de-Down-213-16x9-1-300x169.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SDS-Social-Media-MAR26-REVAMP-Dia-Internacional-da-Sindrome-de-Down-213-16x9-1-768x432.png 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SDS-Social-Media-MAR26-REVAMP-Dia-Internacional-da-Sindrome-de-Down-213-16x9-1-1536x864.png 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SDS-Social-Media-MAR26-REVAMP-Dia-Internacional-da-Sindrome-de-Down-213-16x9-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1929, a <a href="https://link.springer.com/content/pdf/10.1186/s40478-021-01300-9.pdf">expectativa de vida</a> de uma pessoa com <strong>síndrome de Down</strong> era de nove anos; hoje, chega aos 60. Em menos de um século, a medicina transformou radicalmente o que significa nascer com essa condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos avanços em laboratório, das descobertas científicas e das melhores tecnologias cirúrgicas, essa evolução também ocorreu a partir de uma mudança na forma de a sociedade enxergar e cuidar dessas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte dessa mudança está no nome. Em 2025, um <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1225879-comissao-aprova-troca-do-termo-201csindrome-de#:~:text=A%20Comiss%C3%A3o%20de%20Defesa%20dos%20Direitos%20das,documentos%20oficiais%2C%20registros%20m%C3%A9dicos%20e%20materiais%20educativos.">projeto de lei</a> estabeleceu que o termo correto passa a ser <strong>Trissomia do 21</strong>, expressão que reconhece se tratar de uma condição genética, não de uma doença, compartilhada por <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/mdhc-reforca-compromisso-com-os-direitos-sociais-no-dia-nacional-e-mundial-da-sindrome-de-down#:~:text=%E2%80%9COs%20dados%20do%20IBGE%20apontam,est%C3%A3o%20no%20mercado%20de%20trabalho.">300 mil pessoas</a> no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de todo esse avanço, muitas famílias ainda chegam ao diagnóstico de forma inesperada. &#8220;Algumas mães só ficam sabendo quando o bebê nasce, porque o pré-natal nem sempre é feito da maneira ideal&#8221;, conta Maria Aparecida Aranha, coordenadora médica da Unidade de internação do Sabará Hospital Infantil, em São Paulo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">O que é a trissomia 21 (Síndrome de Down)?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cada célula do ser humano tem 46 cromossomos, divididos em 23 pares. A trissomia 21 é a presença de uma <strong>cópia extra do cromossomo 21</strong>, somando 47 cromossomos em vez de 46. Essa alteração acontece aleatoriamente na gestação, não há como preveni-la, e a intensidade com que ela se expressa varia.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">O que causa a trissomia 21 (Síndrome de Down)?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O principal fator de risco conhecido para a ocorrência da síndrome de Down é a idade dos pais no momento da concepção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A mulher que engravida a partir dos 35 anos já é considerada, em termos obstétricos, de idade avançada, e isso <a href="https://journals.lww.com/co-pediatrics/abstract/2009/12000/maternal_age_and_chromosomally_abnormal.3.aspx">colabora</a>com o surgimento da trissomia 21”, explica Aranha. Apesar de a idade materna ser fator predominante nas pesquisas sobre o tema, <a href="https://www.auajournals.org/doi/10.1097/01.ju.0000067958.36077.d8">estudos recentes</a> indicam que a idade paterna também pode influenciar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ser uma alteração aleatória na divisão celular, a condição pode ocorrer em qualquer gestação, independentemente do histórico familiar. Pais de filhos com síndrome de Down poderão ter outros filhos sem a condição.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Diagnóstico: como saber se a criança tem trissomia 21 (Síndrome de Down)?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico da trissomia 21 pode ser feito ainda durante a gestação, a partir da 11ª semana, por meio de exames de rotina do pré-natal. Quando o diagnóstico não é feito nesse momento, as características físicas permitem a identificação clínica logo ao nascimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ultrassom morfológico é o primeiro a oferecer indicativos, se observada a formação do osso do nariz e o acúmulo de líquido na região cervical. Hoje, existe também um exame de sangue que faz a leitura do DNA fetal e detecta a trissomia 21 com alta precisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, é obrigatório notificar a chegada de crianças com trissomia 21. A <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2018/lei-13685-25-junho-2018-786890-publicacaooriginal-155900-pl.html">Lei 13.685/2018</a> determina que a Declaração de Nascido Vivo deve conter um campo para registrar anomalias ou malformações congênitas observadas. Além disso, alguns estados, como <a href="https://bahia.ba/politica/nova-lei-obriga-hospitais-a-notificarem-criancas-nascidas-com-sindrome-de-down/">Bahia</a> e <a href="https://cbnparaiba.com.br/nascimento-de-bebes-com-sindrome-de-down-devem-ser-notificados-a-entidades-determina-lei/">Paraíba</a>, obrigam também a comunicação às entidades de apoio.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Quais são as características da pessoa com trissomia 21 (Síndrome de Down)?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cromossomo extra influencia o desenvolvimento de muitas formas. As características físicas visíveis mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>olhos com formato amendoado;</li>



<li>perfil facial achatado;</li>



<li>orelhas levemente mais baixas;</li>



<li>mãos e dedos pequenos;</li>



<li>prega única na palma da mão;</li>



<li>espaço aumentado entre 1º e 2º dedos do pé;</li>



<li>baixa estatura;</li>



<li>hipotonia.</li>
</ul>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A hipotonia é quando os músculos têm pouco tônus, o que pode impactar a postura, o equilíbrio e o desenvolvimento de habilidades motoras importantes na infância (como segurar a cabeça, sentar, ficar em pé e andar).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o perfil cognitivo e social é caracterizado por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dificuldades na linguagem verbal, incluindo atraso na fala;</li>



<li>dificuldades em reter informações para realizar tarefas;</li>



<li>dificuldade em controlar impulsos;</li>



<li>déficits em atenção e funções executivas;</li>



<li>impacto na habilidade de organizar tarefas e resolver problemas.</li>
</ul>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A compreensão da linguagem costuma ser melhor que a expressão, mas ambos são comprometidos em alguma medida. Já as habilidades não verbais, como aprendizado visual e memória visuoespacial, tendem a ser preservadas ou até pontos fortes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Por que a expectativa de vida das pessoas com trissomia 21 (Síndrome de Down) disparou?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa de vida de pessoas com trissomia 21 era de apenas <a href="https://link.springer.com/content/pdf/10.1186/s40478-021-01300-9.pdf">9 anos em 1929 e hoje está em torno de 60</a>, um avanço de mais de cinco décadas conquistado ao longo de menos de um século. Por trás desse salto, há uma combinação de fatores médicos e sociais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cardiopatia congênita — uma malformação na estrutura ou função do coração desenvolvida ainda na gestação —, presente em cerca de <a href="https://link.springer.com/content/pdf/10.1186/s40949-021-00061-3.pdf">metade</a> dos bebês nascidos com a trissomia 21, era historicamente a principal causa de morte precoce. Embora a cirurgia para correção já existisse desde os anos 1960, foi somente <a href="https://link.springer.com/content/pdf/10.1186/s40949-021-00061-3.pdf">a partir dos anos 1980</a> que ela passou a ser oferecida rotineiramente para esse grupo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por muito tempo, médicos evitavam operar esses bebês. Quando passaram a operar mais cedo, tudo mudou. E quanto mais cedo você começa fisioterapia, fonoaudiologia,&nbsp; terapia ocupacional e cuidados especializados, melhor a evolução dessas crianças e maior a qualidade de vida”, continua Aranha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo grande fator foi justamente a intervenção precoce. As Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down do Ministério da Saúde recomendam que o acompanhamento multidisciplinar seja iniciado logo após o nascimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Pessoas com trissomia 21 (Síndrome de Down) podem fazer de tudo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Pessoas com trissomia 21 podem trabalhar, estudar, praticar esportes, dirigir, votar, ter relacionamentos afetivos, engravidar e viver com edndtvariados de autonomia. O que determina até onde cada pessoa chega não é o diagnóstico em si, mas a qualidade do suporte que recebeu ao longo da vida, desde a intervenção precoce na infância até o acesso a oportunidades na vida adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação brasileira obriga empresas com mais de cem funcionários a reservar <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/julho/inclusao-no-mercado-de-trabalho-lei-de-cotas-para-pessoas-com-deficiencia-completa-29-anos">vagas</a> para pessoas com deficiência; no entanto, dados do IBGE apontam que apenas <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/marco/mdhc-reforca-compromisso-com-os-direitos-sociais-no-dia-nacional-e-mundial-da-sindrome-de-down#:~:text=%E2%80%9COs%20dados%20do%20IBGE%20apontam,est%C3%A3o%20no%20mercado%20de%20trabalho.">5,3%</a> do número total de pessoas com síndrome de Down estão no mercado de trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Trissomia 21 (Síndrome de Down) e o Alzheimer&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A geração de pessoas com síndrome de Down que chegou à vida adulta e à meia-idade é, em grande medida, inédita. Por isso, compreender o que acontece com o organismo ao longo do envelhecimento nessa população é uma das fronteiras mais ativas no tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal desafio médico é a Doença de Alzheimer. O cromossomo 21 extra carrega três cópias do gene responsável pela produção da proteína amiloide, que se acumula no cérebro desde cedo e está diretamente ligada à demência. De acordo com artigo publicado no <a href="https://www.thelancet.com/journals/laneur/article/PIIS1474-4422(25)00237-6/abstract">The Lancet Neurology</a>, “quase todas as pessoas com trissomia do 21 desenvolvem patologia de Alzheimer até os 40 anos, e aproximadamente 70% são diagnosticadas com demência por volta dos 54 anos.”</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Apoio às famílias: capacitação, rede de apoio e informação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Receber o diagnóstico de trissomia 21, seja na gestação ou no nascimento, pode trazer insegurança, especialmente se a notícia chega sem preparo. Ter acesso à informação qualificada e a outras famílias que já passaram pela mesma experiência faz diferença tanto no desenvolvimento da criança quanto no bem-estar emocional de todos ao redor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto de apoio relevante é a <a href="https://apaebrasil.org.br/">rede</a> das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs), presente em centenas de municípios brasileiros. Para famílias que buscam informação e comunidade, organizações como a <a href="https://www.fsdown.org.br/">Fundação Síndrome de Down</a> oferecem recursos, orientação e conexão com outras famílias em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já decidiu que planos de saúde são <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2024/27092024-Informativo-destaca-cobertura-de-terapias-para-Sindrome-de-Down-e-encontro-de-provas-em-bunker.aspx">obrigados a cobrir</a>, de forma ilimitada, as terapias prescritas a pessoas com trissomia 21. No sistema público, os Centros Especializados em Reabilitação (CERs) e os Serviços Especializados em Reabilitação da Deficiência Intelectual (SERDIs) são as principais portas de entrada pelo SUS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Um grande problema, porém, é achar especialistas multidisciplinares com foco em trissomia 21. Teoricamente, essas crianças precisariam fazer pelo menos duas sessões por semana de cada terapia. Na prática, às vezes conseguem uma&#8221;, observa a médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso existe uma tendência de capacitar as próprias famílias para realizarem as atividades em casa, como fisioterapia, fonoaudiologia, alimentação. “É o que precisa se expandir no Brasil”, opina.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Como apoiar o desenvolvimento de pessoas com trissomia 21 (Síndrome de Down) em casa?</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inicie as terapias o quanto antes.</strong> Fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional fazem diferença desde os primeiros meses.</li>



<li><strong>Busque grupos de apoio com outras famílias.</strong> A troca de experiências reduz o isolamento e fortalece a rede de cuidado.</li>



<li><strong>Estimule a autonomia</strong> nas atividades do dia a dia, como alimentação, vestuário e organização de rotina.</li>



<li><strong>Mantenha acompanhamento regular</strong> com equipe multidisciplinar e fique atento a condições associadas, como cardiopatia e Alzheimer.</li>



<li><strong>Informe-se sobre seus direitos.</strong> Planos de saúde são obrigados a cobrir as terapias prescritas.</li>
</ul>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">21 de março: Dia Internacional da trissomia 21 (Síndrome de Down)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A data foi escolhida porque representa, ao mesmo tempo, o cromossomo envolvido e a condição que o caracteriza: o dia 21 faz referência ao cromossomo 21, e o mês três, ao número de cópias presentes nas células. O símbolo da data são as meias coloridas e desiguais, usadas para celebrar a diversidade e convidar à reflexão sobre a inclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada ano, a campanha mundial escolhe um tema que reflete os desafios mais urgentes. Em 2026, o tema é a solidão, e ele dialoga diretamente com o aumento da expectativa de vida. Envelhecer com trissomia 21 é uma transformação que a medicina tornou possível, mas que a sociedade ainda está aprendendo a acompanhar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando não existe luta pelo reconhecimento do indivíduo, o isolamento aumenta. Essas pessoas muitas vezes se recolhem porque sabem que são diferentes, mas é apenas um modo de expressão diferente. E, como elas estão vivendo mais, precisamos oferecer cada vez mais inclusão e mais qualidade de vida&#8221;, finaliza Maria Aparecida Aranha.</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/sindrome-de-down-ou-trissomia-do-21-o-que-e-e-o-que-mudou/">Síndrome de Down, ou Trissomia do 21: o que é e o que mudou</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
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