Este conteúdo é de autoria de um hospital associado à Anahp

Hospital Aliança realiza ação social de prevenção às hepatites virais

Parceria entre Hospital Aliança e Fundação Maria Emília ajuda população carente

O sábado (27/07) foi de prevenção e diagnóstico precoce no Nordeste de Amaralina. A ação promovida pelo Hospital Aliança e Fundação Maria Emília em parceria com o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES), Associação Latino Americana para Estudo do Fígado (ALEH), Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), Grupo Vontade de Viver e Secretaria Municipal de Saúde prestou 150 atendimentos que incluiu testes rápidos para as hepatites B e C, HIV, glicemia capilar e sífilis.

A atividade que ocorreu na unidade de Saúde da Família Professor Sabino Silva contou ainda com orientações importantes (informes gerais, orientações nutricionais e farmacêuticas) para a prevenção às hepatites virais, doenças silenciosas que atingem milhões de pessoas em todo o mundo e, na Bahia, causou a morte de 265 pessoas no Estado por hepatite B, colocando o estado no ranking de pior do Nordeste segundo dados do Ministério da Saúde entre 2000 e 2017.

“Esta ação é muito simbólica de enfrentamento às hepatites virais, que são doenças silenciosas. Com os resultados dos testes rápidos, as pessoas com diagnóstico já saem daqui encaminhadas para o sistema público de saúde. Esta ação comunitária é uma união entre os setores público e privado pela democratização da informação em saúde e atendimento gratuito à população”, celebrou o superintendente médico do Hospital Aliança e presidente da Associação Latino Americana para Estudos do Fígado (ALEH), o médico hepatologista Dr. Raymundo Paraná.

A opinião foi compartilhada pelo secretário municipal de Saúde, Léo Prates, presente ao evento. “Saúde não se faz sozinha e, por isso, nos esforçamos para estar aqui e agradecer ao Hospital Aliança e à Fundação Maria Emília por estar contribuindo para a qualidade de vida das pessoas”.

A vendedora Valdislene Sacramento foi uma das pessoas beneficiadas pela ação. “Ás vezes, falta oportunidade para se deslocar e fazer esses exames. Então, poder vir aqui para fazer exames de doenças que a gente pode ter e não sabe, é muito bom”.

O aposentado Gilberto Ramos dos Santos destacou as orientações e palestras de conscientização feitas no local, como educação alimentar e hepatotoxicidade – uso de chás e plantas. “Eu gostei da orientação nutricional, especialmente sobre as questões dos chás que, normalmente, a gente toma e não sabe que alguns deles fazem mal. Porque qualquer coisa que eu sentia, eu tomava chá. Agora, vou tomar mais cuidado porque eu sei que é arriscado”, finalizou.

Ao final do evento, os resultados que tiveram algum diagnóstico como sífilis, HIV e hepatites, foram encaminhadas para o atendimento em unidades públicas de Saúde. Na oportunidade, foram realizadas 40 ultrassonografias abdominais para melhor detecção de doenças do fígado.

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