6 coisas que você precisa saber sobre a cirurgia robótica

25 de outubro, 2018

Detentor de um dos mais inovadores programas em cirurgia robótica do País, o BP Mirante, hospital premium da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, é um dos poucos no Brasil a possuir a mais moderna versão do robô da Vinci Xi® Surgical SystemTM.

Ricardo Zugaib Abdalla, doutor em cirurgia pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Programa de Cirurgia Robótica do BP Mirante, listou abaixo 6 curiosidades sobre esse tipo de tecnologia:

1. Desde 2008, quando o País iniciou o uso de robôs cirúrgicos, já foram realizadas cerca de 17 mil cirurgias no Brasil. Só no BP Mirante, em menos de um ano, foram realizadas mais de 100 dessas cirurgias, um índice alto se comparado a hospitais que possuem essa tecnologia há mais tempo.

2. Mundialmente, as principais cirurgias realizadas com o uso do robô são as urológicas, representando 60% do total, seguida pelas cirurgias gerais e ginecológicas. Entretanto, recentemente o BP Mirante realizou uma cirurgia cardíaca com o da Vinci Xi®. Foi em um homem de 36 anos que precisou realizar um reparo na válvula mitral, orifício que controla o fluxo do sangue do lado esquerdo do coração.

3. Ao contrário do que muitos pensam, o robô cirúrgico não é autônomo, mas sim manipulado por um cirurgião, por meio de uma espécie de joystick semelhante ao de um videogame. O procedimento é extremamente seguro porque se o médico tirar os olhos do visor do robô durante um procedimento, imediatamente os comandos são travados e os braços do robô param de se mover.

4. Para utilizar o robô o cirurgião deve passar por um treinamento específico. Proctors é o nome dado aos médicos que, além de garantirem a segurança da cirurgia robótica, têm a responsabilidade de treinar e acompanhar os primeiros procedimentos robóticos dos cirurgiões.

5. Entre as vantagens no uso de robôs cirúrgicos está o menor tempo de hospitalização, a redução de risco de infecção, o retorno mais rápido do paciente às atividades normais, menor perda de sangue, redução da dor, cortes mínimos com cicatrizes menores e maior precisão na operação em locais de difícil acesso.

6. Com a transformação digital espera-se que, em breve, aplicativos similares aos de rotas sejam utilizados na cirurgia robótica. Funcionarão como uma espécie de navegador que mostrará ao cirurgião quais os melhores caminhos para o procedimento.

Fonte: Ricardo Zugaib Abdalla, doutor em cirurgia pela Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Programa de Cirurgia Robótica do BP Mirante, hospital premium da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

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