Saber assimilar os recursos digitais e entender a revolução 4.0 é tema de Café da Manhã

11 de junho, 2019

Compreender o poder da revolução 4.0 e das transformações digitais na área da saúde foi a temática debatida no Café da Manhã promovido pela GE Healthcare, realizado na manhã de hoje (11) na sede da Anahp, em São Paulo. Para palestrar sobre o assunto, estiveram no evento Rafael Palombini, diretor de Serviços da GE Healthcare na América Latina e Marina Viana, gerente de Produto e Marketing de Serviços da organização.

O início das apresentações dos profissionais serviu para conceituar o que é a revolução 4.0, sobretudo no campo da saúde. Ela trata de integrar algumas tecnologias para promover a automação e troca de informações, bem como transformar dados em análises relevantes. De acordo com Palombini, há uma “explosão de dados” nas redes hospitalares, e as empresas devem racionalizar seus esforços para agruparem esses dados de maneira organizada e planejada. “No setor de saúde está claro que é fundamental realocar os recursos naquilo que é importante para o paciente, e o valor de um software numa marca é muito mais expressivo do que antes, a qualidade dos softwares é um dos pilares da GE Healthcare”, comentou.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi mencionada por Marina como relevante mecanismo de trabalho das empresas em paralelo ao governo. “A LGPD irá influenciar bastante na tomada de decisões em projetos e está no caminho da revolução 4.0”, afirma a profissional, que também apresentou os cinco tipos de análises feitas para constituir seus projetos de coleta de informações: análise descritiva (corresponde ao conjunto de dados e chamados), análise preditiva (entendimento de tendências e comportamentos similares), análise prescritiva (verificar os dados para trazer insights), análise cognitiva (interpretação dos dados) e análise diagnóstica (dados clínicos).

A importância da utilização assertiva da tecnologia foi outro ponto tocado por Marina no evento de hoje, utilizando o exemplo da função da Inteligência Artificial (IA) em alguns projetos desenvolvidos pela companhia, que consiste em analisar uma base de dados muito grande e realizam procedimentos de imagem e por comando de voz. Sobre a privacidade das informações do paciente, para a gerente “é importante blindar os dados e manter sua confidencialidade. Deve-se prever a falha para evitar a perda de produtividade”.

Palombini acredita que o maior desafio para a implementação da revolução 4.0 é a questão cultural. Para ele, mudar a forma como as coisas sempre foram feitas nos hospitais e empresas não é tão simples, e os profissionais precisam se adaptar a mudanças constantes. O diretor sugere que as instituições precisam ter organização para se tornarem sustentáveis na questão do tratamento de dados e informações. “Estancar o desperdício nos hospitais para atingir a sustentabilidade e criar valor com inovações e soluções que causam impactos positivos e reais”, concluiu.

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