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	<title>Arquivos prevenção - Anahp</title>
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	<title>Arquivos prevenção - Anahp</title>
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		<title>Por que os hospitais são frios? Por que não pode levar comida de fora? Tire essas e outras dúvidas sobre o ambiente hospitalar</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/por-que-os-hospitais-sao-frios-por-que-nao-pode-levar-comida-de-fora-tire-essas-e-outras-duvidas-sobre-o-ambiente-hospitalar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:43:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente hospitalar]]></category>
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		<category><![CDATA[curiosidades sobre hospitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das paredes brancas à proibição de flores no quarto, muita coisa que parece frieza em um hospital é, na verdade, uma camada de proteção para o paciente. Entenda a lógica [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/por-que-os-hospitais-sao-frios-por-que-nao-pode-levar-comida-de-fora-tire-essas-e-outras-duvidas-sobre-o-ambiente-hospitalar/">Por que os hospitais são frios? Por que não pode levar comida de fora? Tire essas e outras dúvidas sobre o ambiente hospitalar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Das paredes brancas à proibição de flores no quarto, muita coisa que parece frieza em um hospital é, na verdade, uma camada de proteção para o paciente. Entenda a lógica por trás das regras.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Capa_hospitais-frios-1-1-1024x576.png" alt="Por que os hospitais são tão frios? " class="wp-image-27388" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Capa_hospitais-frios-1-1-1024x576.png 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Capa_hospitais-frios-1-1-300x169.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Capa_hospitais-frios-1-1-768x432.png 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Capa_hospitais-frios-1-1-1536x864.png 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Capa_hospitais-frios-1-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quem passa por uma internação, seja como paciente ou acompanhante, costuma esbarrar em regras que parecem exageradas. Porém, cada uma dessas práticas nasce de uma razão clínica, de biossegurança ou de natureza ética, e sempre tem o mesmo objetivo: a segurança e a recuperação de quem está ali.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender a lógica por trás das normas, respondemos às <strong>dez perguntas mais comuns sobre o dia a dia hospitalar</strong> e explicamos por que essas <strong>regras são fundamentais para pacientes, acompanhantes e profissionais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Por que é tudo branco e minimalista?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O branco e o visual minimalista</strong> — com pouca decoração, em um ambiente quase neutro — nasceram de uma <strong>necessidade prática de higiene e segurança.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A cor branca transmite sensação de limpeza e assepsia, facilita a visualização de fluidos e manchas e possibilita a neutralidade do ambiente&#8221;, explica Monise Tedesco, gerente administrativa da Unidade Ipiranga da Rede São Camilo de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em uma superfície clara, qualquer sujeira aparece na hora</strong>, o que ajuda a equipe a <strong>manter o padrão rigoroso de higienização que a prevenção de infecções</strong> exige. O ambiente claro e com poucos móveis e objetos também ajuda na funcionalidade do tratamento: desde a luminosidade até a ergonomia, pensados para a circulação e o transporte do paciente, esses elementos <strong>diminuem os riscos de acidentes e quedas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, concepções de arquitetura mais recentes já trabalham para uma lógica mais próxima da hotelaria: novas cores, iluminação aconchegante (e natural sempre que possível), móveis e equipamentos com tecnologia que reduz ruído e aumenta o conforto, tanto do paciente quanto do acompanhante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa pioneira da década de 1980, citada no livro <em>The Science of Place and Well-Being</em>, de Esther M. Sternberg, mostrou que pacientes que mantinham contato com a natureza durante a internação se recuperavam mais rápido. Hoje, <strong>conforto deixou de ser luxo e virou parte da estratégia de cuidado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A arquitetura humanizada coroa o novo conceito dos serviços de saúde, deixando a visão de que o hospital transmite frieza para transmitir aconchego e segurança&#8221;, completa Tedesco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Por que hospitais são frios?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem nunca entrou em um hospital e comentou: &#8220;Nossa, aqui é muito frio!&#8221; A sensação é comum, mas a temperatura dos ambientes não pode ser definida apenas pelo conforto dos pacientes e acompanhantes. Embora, em muitos hospitais, quartos de internação permitam ajustes no ar-condicionado, o controle da temperatura segue critérios rigorosos. <strong>Umidade, circulação do ar e climatização fazem parte de um sistema planejado para garantir segurança, reduzir riscos de infecção</strong> e oferecer as melhores condições para a assistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com recomendações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), quartos de pacientes costumam ser mantidos em torno de 24 °C, geralmente dentro de uma faixa entre 21 °C e 24 °C. No entanto, cada ambiente é planejado de acordo com sua função e com as necessidades de pacientes, profissionais e equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Centros cirúrgicos, por exemplo, costumam ter temperaturas mais baixas. Além de favorecer a segurança do procedimento, isso ajuda a equipe, que permanece por horas sob iluminação intensa e utiliza aventais, uniformes, toucas, máscaras, óculos de proteção, múltiplas luvas e, em alguns casos, aventais de chumbo ou outros equipamentos pesados de proteção. <strong>Um ambiente excessivamente quente pode aumentar o desconforto e a fadiga desses profissionais durante procedimentos longos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras áreas, como laboratórios e salas que abrigam equipamentos de alta tecnologia — entre elas as de ressonância magnética —, também precisam de <strong>temperaturas mais baixas para evitar o superaquecimento dos aparelhos</strong> e garantir seu funcionamento adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Por que não pode ter plantas e flores no quarto do hospital?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem fortes razões para o buquê das visitas — que chega cheio de boas intenções — esbarrar na recepção. <strong>Plantas e flores podem carregar microrganismos capazes de causar doenças</strong>, um risco sério, especialmente para pacientes com a imunidade comprometida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Destaca-se o risco de infecções por fungos, que podem ser graves a depender do quadro clínico do paciente&#8221;, alerta Beatriz Quental, gerente do Serviço de Controle do Hospital São Camilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Soma-se a isso o potencial de<strong> desencadear reações alérgicas e até de trazer insetos e outros vetores para dentro do hospital</strong>. Ou seja, a flor que simboliza carinho pode, sem querer, só trazer espinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Por que não pode levar comida de fora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A comida de casa traz conforto, mas o prato preferido pode entrar em conflito direto com o tratamento, afinal, pacientes internados frequentemente têm indicações específicas de dieta. Além disso, <strong>não há como garantir a procedência, a conservação e o manuseio adequado de um alimento preparado fora do hospital.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que a rigidez vem diminuindo. &#8220;Há alguns anos, as restrições são avaliadas de acordo com o momento do tratamento&#8221;, diz Tedesco. Muitos <strong>hospitais já investem em cardápios adaptados e refeições à escolha de quem está internado</strong>, justamente para devolver um pouco desse conforto sem abrir mão da segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Por que manter o acesso venoso mesmo tomando remédio por boca?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta está no imprevisto. <strong>Se o quadro piora de repente, surge uma reação ou aparece a necessidade de uma medicação endovenosa imediata, a equipe não pode perder minutos preciosos </strong>procurando uma veia, ainda mais em quem tem acesso difícil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conservar o cateter sem precisar de soro correndo o tempo todo, a enfermagem faz a salinização, uma lavagem com soro fisiológico que mantém o acesso funcionando e ainda poupa o paciente de várias picadas. No fim, a decisão se refere menos ao agora e mais ao &#8220;e se&#8221; das próximas horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quanto tempo o paciente precisa ficar com o acesso? Não existe prazo padrão: a orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é avaliar caso a caso todos os dias. Isso porque, quanto mais dias com o acesso, maior o risco de flebite (inflamação na parede de uma veia) e infecção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, enquanto há motivo clínico, vale manter; quando não há e o cateter traz mais riscos do que benefícios, ele costuma ser retirado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, se você notar que o acesso ou cateter não está sendo utilizado para medicações, soro, exames ou drenagem, pergunte à equipe de enfermagem ou ao médico assistente sobre a possibilidade de retirada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Por que o controle de visitas no hospital é tão rígido?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A regra do número limitado de visitantes e do crachá na recepção também faz parte dos protocolos para a segurança dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada pessoa a mais circulando no ambiente hospitalar representa uma possível via de entrada ou de disseminação de agentes infecciosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O controle de acesso funciona como uma barreira preventiva de proteção biológica aos pacientes, essencialmente aqueles que possuem menor capacidade de defesa contra infecções&#8221;, resume a gerente administrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, <strong>limitar o fluxo é uma forma de proteger quem está mais frágil.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7. Quando os pets podem visitar o paciente no hospital?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais os hospitais vêm permitindo a visita de animais de estimação, desde que respeitando os protocolos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para liberar a entrada,</strong> <strong>é preciso garantir a saúde do animal</strong>, com declaração do veterinário, carteira de vacinação em dia e comprovação de banho recente. Há também <strong>critérios sobre a condição do próprio paciente, além de fluxos definidos</strong> de entrada e saída, higienização do ambiente e cuidados antes e depois da visita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Entendemos a importância dessas visitas e seu benefício ao paciente e, por essa razão, fazemos questão de garantir que sejam feitas com segurança&#8221;, afirma Quintal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>8. Dá para flexibilizar horários de um paciente internado, como banho ou medicação de madrugada?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dá, sim, e cada vez mais, com o objetivo de proteger o sono do paciente. Essas <strong>adaptações incluem reduzir ruído e luz, agrupar procedimentos para não acordar a pessoa a toda hora e rever horários de medicação</strong> com a equipe médica quando os intervalos permitem. O banho também pode ser combinado conforme a preferência, dentro do que o quadro clínico autoriza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O limite aqui é técnico. Medicações de horário fixo, como antibióticos, ou cuidados que não podem esperar não entram na negociação. Mas boa parte da rotina tem, sim, espaço para ajuste.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>9. Por que alguns setores do hospital parecem mais &#8220;rígidos&#8221; que outros?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cuidado é definido pela gravidade e pela dependência de cada paciente, e isso explica por que a rigidez varia tanto de um setor para outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, no pronto-socorro — um ambiente imprevisível e de risco alto —, a prioridade é estabilizar pacientes, então a rotina é naturalmente mais rígida.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na<strong> enfermaria</strong>, com pacientes mais estáveis, há espaço para flexibilizar banho, visita e refeições.</li>



<li>O <strong>apartamento</strong> se parece com a enfermaria na parte clínica, com mais conforto e hotelaria, mas sob os mesmos protocolos de segurança.</li>



<li>Já a <strong>UTI</strong> concentra os casos graves, monitorados 24 horas. É onde o protocolo técnico é mais restrito.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo: quanto mais delicada a situação do paciente, mais rígido o protocolo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>10. Dá para manter o protocolo dos hospitais sem abandonar o calor humano?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Calor humano e protocolo não brigam entre si. O que muda é a forma de entregar o cuidado. Dá para explicar cada procedimento antes de fazer, chamar a pessoa pelo nome, respeitar o tempo dela e liberar o que não interfere na segurança do paciente, dos acompanhantes e da equipe, como objetos afetivos, roupa própria, a presença da família e o celular para manter o contato com quem se ama.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O protocolo marca os limites. Dentro deles, há espaço para acolher.</strong> Entender essa lógica talvez seja o primeiro passo para <strong>enxergar o hospital não como um lugar frio, mas como um ambiente inteiro organizado em torno de uma só prioridade: a saúde do paciente.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jornada Digital &#124; Saúde mental: capacitação das equipes para prevenção e cuidado</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/evento/jornada-digital-saude-mental-capacitacao-das-equipes-para-prevencao-e-cuidado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, com o objetivo de aprofundar conteúdos e ampliar discussões para o aprimoramento da saúde, seguimos com mais uma temporada da Jornada Digital Anahp. A Jornada Digital realizada durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-24211 " src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CapaEventos_-1004-1024x567.jpg" alt="" width="619" height="343" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CapaEventos_-1004-1024x567.jpg 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CapaEventos_-1004-300x166.jpg 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CapaEventos_-1004-768x425.jpg 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CapaEventos_-1004.jpg 1030w" sizes="(max-width: 619px) 100vw, 619px" /></p>
<p>Em 2025, com o objetivo de aprofundar conteúdos e ampliar discussões para o aprimoramento da saúde, seguimos com mais uma temporada da Jornada Digital Anahp.</p>
<p>A Jornada Digital realizada durante todo o mês de abril terá como foco o macrotema <strong>“Lideranças”</strong>, com quatro encontros ao longo do mês, sempre às quintas-feiras.</p>
<p>O segundo encontro acontece no dia 10 de abril, às 10h, e abordará o tema<strong> Saúde mental: capacitação das equipes para prevenção e cuidado</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conheça os debatedores:</p>
<p><strong><img decoding="async" class="wp-image-24310 alignleft" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Gabriela-Ladeira.png" alt="" width="115" height="120" />Gabriela Ladeira, médica psiquiatra e diretora técnica na Vila Verde Saúde Mental</strong></p>
<p>Médica com experiência em gestão e assistência em saúde mental, possui título de especialista em Psiquiatria pela Associação Médica Brasileira e formação em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora. Tem expertise em desenvolvimento organizacional, governança corporativa e qualidade assistencial. <a href="https://www.linkedin.com/in/gabriela-ladeira-80b5a320b/" target="_blank" rel="noopener"><em>Saiba mais</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-24311 alignleft" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Silvia-Cury-Ismael.png" alt="" width="115" height="124" />Silvia Cury Ismael, gerente de Saúde Mental no Hcor</strong></p>
<p>Psicóloga com mais de 46 anos de experiência, é Gerente de Saúde Mental no Hcor, onde iniciou sua trajetória. Especialista em controle do tabagismo pela Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, possui doutorado e mestrado em Psicologia Clínica pela FMUSP, além de um MBA em Gestão Executiva em Saúde pela FGV. <a href="https://www.linkedin.com/in/silvia-cury-ismael-85aa372b/" target="_blank" rel="noopener"><em>Saiba mais</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-24334 alignleft" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Patricia-Bader.png" alt="" width="128" height="136" />Patrícia Bader, gestora de Serviços de Psicologia da Rede D’Or São Luiz Regional São Paulo</strong></p>
<p>Psicóloga com mais de 25 anos de experiência em psicologia hospitalar e ocupacional, com expertise em gestão de serviços em áreas como maternidade, UTI e oncologia. Professora convidada em pós-graduação e supervisora de estágios na Universidade Paulista. Atende gestantes, mães, bebês e famílias em situações hospitalares. <a href="https://www.linkedin.com/in/patricia-bader-7a94032b/" target="_blank" rel="noopener"><em>Saiba mais</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-24312 alignleft" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Wania-Baia.png" alt="" width="115" height="124" />Moderação:</em><strong> Wania Baia, diretora assistencial do Hospital Sírio-Libanês</strong></p>
<p>Enfermeira com doutorado e mestrado pela USP, é diretora assistencial do Hospital Sírio-Libanês em São Paulo e Brasília. Especialista em melhoria pelo IHI, atua na gestão de equipes assistenciais, desenvolvimento profissional e acreditações hospitalares. Coordena residência multiprofissional e pós-graduação em gestão de saúde e integra o comitê de bioética do HSL. <a href="https://www.linkedin.com/in/wania-r-mollo-baia-3a386b1a/" target="_blank" rel="noopener"><em>Saiba mais</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>—————————————————————————————————————————————–</p>
<p><strong>Como funciona a Jornada Digital Anahp?</strong></p>
<p>Durante um mês, um macrotema dá o tom dos debates que acontecerão a cada semana. Ao participar de todos os eventos, você terá completado a Jornada Digital, totalmente online, gratuita e com direito a certificado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alta hospitalar: o papel do paciente para uma recuperação plena</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/alta-hospitalar-o-papel-do-paciente-para-uma-recuperacao-plena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 14:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[alta hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[desfechos clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem passa por uma cirurgia vivencia a alta hospitalar com alívio por ter vencido uma importante etapa de atenção à saúde. Mas ainda há cuidados que precisam ser seguidos, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SDS-JAN25-Pos-alta-hospitalar_16x9-1024x576.png" alt="" class="wp-image-23816" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SDS-JAN25-Pos-alta-hospitalar_16x9-1024x576.png 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SDS-JAN25-Pos-alta-hospitalar_16x9-300x169.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SDS-JAN25-Pos-alta-hospitalar_16x9-768x432.png 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SDS-JAN25-Pos-alta-hospitalar_16x9-1536x864.png 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/SDS-JAN25-Pos-alta-hospitalar_16x9.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quem passa por uma cirurgia vivencia a alta hospitalar com alívio por ter vencido uma importante etapa de atenção à saúde. Mas ainda há cuidados que precisam ser seguidos, e o paciente é o principal protagonista desta história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Germana Hunes, gerente médica da Clínica São Vicente, da Rede D’Or, explica que as principais recomendações após a alta hospitalar incluem cuidados com a ferida cirúrgica para evitar infecção, tomar corretamente os medicamentos prescritos, manter uma alimentação adequada para auxiliar na recuperação do corpo e praticar atividades físicas leves e progressivas conforme a orientação médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses cuidados são cruciais para a evolução fora do hospital. Adesão e disciplina são importantes para o sucesso da recuperação, de acordo com Germana – sempre observando se há sinais de alerta, como febre persistente, dificuldade respiratória ou dor intensa. Nestes casos, é importante buscar orientação médica.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Saúde sob observação, mesmo em casa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe médica e de enfermagem começa a orientar o paciente sobre os cuidados pós-alta hospitalar ainda durante a internação, explica Germana, deixando também instruções por escrito para levar para casa após a alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro procedimento comum a alguns hospitais é entrar em contato com os pacientes na marca dos 30 e 90 dias da alta hospitalar. “O objetivo desse acompanhamento é identificar possíveis complicações relacionadas a infecções que tenham ocorrido na sala de cirurgia, permitindo revisar processos e adotar as melhores práticas assistenciais”, afirma a médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa atenção aos processos é um ponto importante para os hospitais &#8211; tanto que o acompanhamento após a alta hospitalar faz parte dos indicadores do Programa de Desfechos Clínicos, desenvolvido em 2016 pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa tem questionários padronizados que levam à obtenção de indicadores voltados a cada condição de saúde &#8211; como Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), AVC, osteoartrite/osteoartrose de quadril e joelho, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As perguntas são feitas a pacientes que aceitam participar da pesquisa. Eles são questionados sobre como está caminhando a cicatrização e se tiveram sintomas como dor, edema, calor local, entre outras questões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, os cuidados pós-alta hospitalar são vistos como um trabalho conjunto entre equipe médica e pacientes, que são empoderados a tomar decisões sobre seu próprio tratamento, a monitorar o estado de saúde e a ajustar o estilo de vida a partir das orientações da equipe multidisciplinar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Clínica São Vicente, por exemplo, o contato telefônico é feito com 100% dos pacientes elegíveis, afirma Germana; o percentual de sucesso tem uma média anual de 96%. “O monitoramento nos permite analisar os dados coletados e fazer intervenções eficazes, quando necessárias, em processos e treinamentos [internos]”, afirma Germana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ouvir o paciente no pós-alta contribuiu para que o hospital alterasse as formas de orientação, com informações mais claras e individualizadas aos pacientes. A prática também ajudou a prevenir infecções e tromboses por meio dos sintomas relatados pelos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a atenção da equipe médica e a parceria com o paciente, essas melhorias tornam a recuperação mais eficiente e segura, além de proporcionar uma experiência mais confortável após a alta hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia mais:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-anahp wp-block-embed-anahp"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="GAGmQHlysR"><a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/participacao-do-paciente-no-desfecho-clinico-contribui-para-melhorias-no-pos-alta/">Participação do paciente no desfecho clínico contribui para melhorias no pós-alta</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Participação do paciente no desfecho clínico contribui para melhorias no pós-alta&#8221; &#8212; Anahp" src="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/participacao-do-paciente-no-desfecho-clinico-contribui-para-melhorias-no-pos-alta/embed/#?secret=A95UCvxI6b#?secret=GAGmQHlysR" data-secret="GAGmQHlysR" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<item>
		<title>5 recomendações para prevenir e combater a hipertensão arterial</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/5-recomendacoes-para-prevenir-e-combater-a-hipertensao-arterial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 18:08:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença cada vez mais comum entre os brasileiros, a hipertensão arterial pode afetar o coração, cérebro, olhos e rins. As causas podem ser genéticas ou resultado de maus hábitos, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<p class="wp-block-paragraph">Doença cada vez mais comum entre os brasileiros, a hipertensão arterial pode afetar o coração, cérebro, olhos e rins. As causas podem ser genéticas ou resultado de maus hábitos, como fumar e ser sedentário.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde, em 2021 o Brasil atingiu um pico histórico de mortes por hipertensão arterial. Entre os anos de 2011 e 2019, a taxa de mortes pela doença se manteve abaixo de 13 óbitos por 100 mil habitantes, mas deu um salto em 2020: passou de 12,6 para 17,8. No ano seguinte, a mesma taxa já era de 18,7.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este aumento evidencia uma tendência crescente, o que acende o alerta para a importância da prevenção, do diagnóstico e do tratamento da doença, para evitar complicações. A hipertensão não é apenas fruto de fatores genéticos, mas também comportamentais, como o “sedentarismo, excesso de sal, distúrbios do sono, estresse, obesidade, uso de drogas vasoativas ilícitas, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas em excesso”, segundo o cardiologista e nefrologista especializado em hipertensão arterial do Hcor, Celso Amodeo.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>O que é hipertensão?</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Ele explica que a doença é considerada o principal fator de risco cardiovascular para o desenvolvimento de um <a href="http://www.anahp.com.br/saude-da-saude/avc-causas-limitacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acidente vascular cerebral (AVC</a>) e para o infarto agudo do miocárdio (IAM). “Isso acontece porque a hipertensão é uma doença crônico-degenerativa assintomática e que compromete e fragiliza a parede dos vasos. Com o aumento da pressão, pode ocorrer a ruptura ou espasmos de vasos de diferentes calibres a nível cerebral, causando o AVC”, diz o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo que leva a esses casos pode ocorrer também de outra forma: “Nesse processo de fragilidade, ocorrem também alterações da camada interna do vaso, chamada de endotélio, que pode propiciar interferência na coagulação do sangue, facilitando a trombose, que é outro mecanismo do AVC e de IAM”, explica Amoedo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para prevenir o aparecimento da doença e suas complicações, como derrame cerebral e ataque cardíaco, é essencial seguir algumas orientações:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Manter o peso adequado: a obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento da hipertensão. Manter um peso saudável por meio de uma dieta equilibrada e da prática de atividade física regular pode ajudar no combate e na prevenção da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Reduzir o consumo de sal: o consumo excessivo de sal está diretamente relacionado ao aumento da pressão arterial. Substituir o sal por temperos naturais e consumir a menor quantidade possível de alimentos processados pode ajudar a controlar a pressão arterial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Praticar atividade física regularmente: a atividade física regular é uma das melhores maneiras de prevenir e <strong>combater a hipertensão</strong>. Ajuda a manter o peso sob controle, fortalece o coração e melhora a circulação sanguínea. “A mudança do estilo de vida pode, em alguns casos, evitar ou postergar o aparecimento da hipertensão arterial”, afirma o médico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Evitar o tabagismo e moderar o consumo de álcool: o tabagismo e o consumo excessivo de álcool são fatores de risco já conhecidos para a hipertensão. Parar de fumar e moderar na bebida alcoólica pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver a doença ou complicar um quadro de hipertensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Evitar <a href="http://www.anahp.com.br/saude-da-saude/entenda-o-perigo-de-consumir-alimentos-ultraprocessados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alimentos ultraprocessados</a>, que são ricos em gordura, açúcar e conservantes químicos podem contribuir para o desenvolvimento da hipertensão. Optar por alimentos frescos e naturais vai ajudar a manter a pressão sob controle.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Sinais e sintomas da hipertensão</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é importante estar atento a sinais e sintomas como dores de cabeça, tonturas, visão turva e falta de ar, além de realizar exames regulares para monitorar a pressão arterial. Se a doença for diagnosticada, o tratamento deve ser realizado por um cardiologista. “Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a chance de melhor controle e maior a prevenção do dano aos órgãos alvo, como coração, cérebro e rins”, diz Amoedo .</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente medicamentos prescritos pelo médico e tratamento não farmacológico para pacientes com hipertensão. Além disso, o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/farmacia-popular" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Farmácia Popular</a>, do Ministério da Saúde, subsidia o custo de medicamentos para a doença em farmácias conveniadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental enfatizar a importância da prevenção e do tratamento. Com o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado, é possível combater a hipertensão, reduzir o risco de complicações graves e aumentar a qualidade de vida.</p>



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		<title>O que você precisa saber sobre a nova vacina da dengue</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-nova-vacina-da-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 13:34:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Anvisa aprovou nova vacina contra a dengue, que pode ser usada em crianças a partir de 4 anos e adultos até 60.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/SDS-_-Vacina-Dengue-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-20708" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/SDS-_-Vacina-Dengue-1-1024x576.png 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/SDS-_-Vacina-Dengue-1-300x169.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/SDS-_-Vacina-Dengue-1-768x432.png 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/SDS-_-Vacina-Dengue-1-1536x864.png 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/SDS-_-Vacina-Dengue-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O número de mortes por dengue apresentou um recorde histórico no Brasil no ano passado. Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, foram 1.060 óbitos no total – a cidade de São Paulo teve o maior número de vítimas fatais: 282.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a primeira epidemia da doença documentada clínica e laboratorialmente no país, em 1981, mais de sete milhões de casos já foram notificados. E, nos últimos dez anos, têm-se observado o aumento da gravidade da doença e, consequentemente, de internações relacionadas à dengue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas neste ano, 2023, a boa notícia é de que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no dia 2 de março, uma nova vacina contra a dengue, que poderá ser usada por crianças acima de 4 anos e pessoas até 60 anos. Desenvolvida pela farmacêutica japonesa Takeda Pharma, a vacina Qdenga mostrou uma eficácia de 80,2%, além de 90,4% de proteção contra hospitalizações.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Como funciona a nova vacina</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O vírus da dengue tem quatro sorotipos diferentes. Na prática, isso significa que uma pessoa pode ser infectada até quatro vezes na vida. A nova vacina vale contra todos eles, pois é um imunizante que se baseia no sorotipo 2 do vírus atenuado: que permanece vivo, mas enfraquecido, sem capacidade de causar a doença (assim como acontece nas vacinas contra caxumba, febre amarela, poliomielite oral e sarampo). Quando a dose é injetada, o vírus é reconhecido pelas células de defesa e gera uma resposta imune capaz de proteger contra o patógeno de verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Qdenga será administrada em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A fabricante Takeda está avaliando a necessidade de reforço após alguns anos, apesar da eficácia num intervalo de cerca de 4 anos, quando continuou demonstrando redução de hospitalizações (84%) e de casos gerais (61,2%), como informou o laboratório em nota à imprensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A aprovação dessa vacina é muito importante porque vai proteger contra uma doença prevalente e frequente no nosso meio. É um imunizante bastante seguro e eficaz para a faixa etária que foi aprovado”, afirmou Alfredo Elias Gilio, infectologista pediátrico e coordenador da Clínica de Imunizações do Hospital Israelita Albert Einstein.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, existem mais etapas até que ela esteja disponível para uso da população: “Após a aprovação da Anvisa, é necessário saber se o Ministério da Saúde vai incorporar esta vacina, qual será o público-alvo e se ela estará disponível para as clínicas privadas”, explica o especialista.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Novas vacinas em desenvolvimento</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Butantan também está desenvolvendo sua própria vacina contra a dengue, chamada de Butantan-DV, em um processo que começou em 2009. Em andamento desde 2016, a fase 3 do estudo envolve 16.235 voluntários de 2 a 59 anos, avaliados por 16 centros de pesquisa de diferentes regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um deles é o Hospital São Lucas da PUCRS. Na primeira semana de abril de 2023, o hospital iniciou um estudo em que não há a utilização de placebo, ou seja, todos os voluntários receberão um tipo de vacina, mas não terão conhecimento de qual laboratório é o imunizante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa tem aproximadamente 1.240 participantes randomizados da região Sul do Brasil. Esses voluntários serão acompanhados durante 12 meses, com visitas presenciais ao Centro de Pesquisa Clínica (CPC) do Hospital São Lucas e encontros remotos.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Prevenção ainda é o melhor remédio</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti é ainda a maneira mais eficaz no combate à dengue. Elimine qualquer água armazenada que pode se tornar um possível criadouro, como em vasos de plantas, latões, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medidas simples podem ser adotadas: substituir a água por areia nos pratos sob vasos de planta; deixar a caixa d&#8217;água tampada; cobrir os grandes reservatórios e remover do ambiente todo material que possa acumular água.</p>
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		<title>Covid-19: tire suas dúvidas sobre a vacina bivalente</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/covid-19-tire-suas-duvidas-sobre-a-vacina-bivalente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 20:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[vacina bivalente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Covid-19: tire suas dúvidas sobre a vacina bivalente [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SDS-vacina-bivalente-16x9-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-20473" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SDS-vacina-bivalente-16x9-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SDS-vacina-bivalente-16x9-1-300x169.jpg 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SDS-vacina-bivalente-16x9-1-768x432.jpg 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SDS-vacina-bivalente-16x9-1-1536x864.jpg 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SDS-vacina-bivalente-16x9-1.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação de reforço com a<strong> vacina bivalente</strong> da Pfizer, que protege contra a cepa original da Covid-19 e também contra a variante ômicron, já começou. Nessa primeira fase do calendário, a vacinação será gradativa, destinada aos chamados grupos prioritários, como idosos e gestantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quem não está no grupo prioritário deve terminar seu esquema vacinal com a monovalente, já que essas vacinas continuam evitando a doença grave e os óbitos&#8221;, enfatiza a infectologista Emy Akiyama Gouveia, do Hospital Israelita Albert Einstein. Os modelos monovalentes são aqueles que já estavam disponíveis, com os imunizantes da Pfizer, AstraZeneca, Janssen e CoronaVac.</p>



<h2 class="has-medium-font-size wp-block-heading">Veja, abaixo, perguntas e respostas sobre a vacinação bivalente contra Covid-19:</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Qual é o diferencial da vacina bivalente?</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além de proteger contra a cepa original da Covid-19, a vacina bivalente, da Pfizer, é uma dose de reforço que também protege contra a variante ômicron e suas sub variantes. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A vacina bivalente é uma nova composição ou é uma atualização da que já existe?</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização de vacinas é comum na ciência e, no caso da vacina bivalente contra Covid-19, ela foi atualizada para abranger mais variantes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Então a vacina normal não faz mais efeito?</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização da vacina não invalida o chamado imunizante monovalente, que é este disponível que conhecemos até agora. A vacinação aplicada até agora, contra o vírus original (Sars-CoV-2), segue como forte proteção contra casos mais graves e internação por Covid-19.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A vacina bivalente tem efeitos colaterais?</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O informe técnico do Ministério da Saúde afirma que o imunizante da Pfizer mostrou-se seguro e que os efeitos adversos mais comuns são dor de cabeça, dor muscular, febre, dor no local da vacina, diarreia e fadiga. Porém, caso você tenha sintomas que estão demorando a passar, procure o seu médico.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quem já pode tomar a vacina bivalente?</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar que essa é uma dose de reforço, então a pessoa já deve ter completado o ciclo primário com pelo menos duas doses das vacinas monovalentes, e há mais de quatro meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por enquanto, estão aptos a se vacinar os grupos prioritários: </strong>idosos acima de 60 anos; pessoas que vivem em instituições de longa permanência* e seus trabalhadores; pacientes imunocomprometidos* (aqueles que vivem com HIV, transplantados, portadores de doença renal crônica em hemodiálise, pacientes que passaram por quimio ou radioterapia nos últimos seis meses, portadores de erros inatos da imunidade, entre outros); indígenas, ribeirinhos e quilombolas*.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*A partir de 12 anos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Veja a previsão para a aplicação da vacina bivalente por grupos prioritários, no calendário divulgado pelo Ministério da Saúde:</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="789" height="563" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/tabela-vacina-bivalente-ministerio-da-saude.png" alt="" class="wp-image-20475" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/tabela-vacina-bivalente-ministerio-da-saude.png 789w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/tabela-vacina-bivalente-ministerio-da-saude-300x214.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/tabela-vacina-bivalente-ministerio-da-saude-768x548.png 768w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Fonte: </strong><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2023/vacinacao-contra-a-covid-19" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vacinação Contra a Covid-19 &#8211; Ministério da Saúde (www.gov.br/saude)</a></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia mais:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="http://Covid-19: 4 formas de proteger as crianças que ainda não podem se vacinar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19: 4 formas de proteger as crianças que ainda não podem se vacinar</a></li>



<li><a href="http://www.anahp.com.br/saude-da-saude/dia-mundial-de-combate-a-poliomielite-vamos-vacinar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dia Mundial de Combate à Poliomielite: vamos vacinar?</a></li>



<li><a href="http://www.anahp.com.br/saude-da-saude/um-passeio-pela-historia-das-vacinas-da-ordenha-de-uma-vaca-no-seculo-18-ao-imunizante-de-rna-contra-a-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um passeio pela história das vacinas: da ordenha de uma vaca no século 18 ao imunizante de RNA contra a Covid-19</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Preservativo e testagem: como se cuidar quando o assunto é IST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 20:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[infecção sexualmente transmissível]]></category>
		<category><![CDATA[ist]]></category>
		<category><![CDATA[preservativo]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como se cuidar quando o assunto é IST, infecção sexualmente transmissível [...]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SdS_IST-1024x576.png" alt="" class="wp-image-20448" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SdS_IST-1024x576.png 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SdS_IST-300x169.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SdS_IST-768x432.png 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SdS_IST-1536x864.png 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/SdS_IST.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quebrar a cadeia de transmissão de uma infecção sexualmente transmissível (IST) deveria ser tarefa das mais fáceis – no entanto, tem se mostrado o oposto. Dados de 2019, da última Pesquisa Nacional de Saúde, do IBGE, indicam que, das pessoas com 18 anos ou mais que tiveram relação sexual nos 12 meses anteriores à entrevista, apenas 22,8% relataram usar preservativo em todas as vezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As IST são infecções sexualmente transmissíveis causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. São transmitidas, principalmente, por meio de contato sexual com uma pessoa que esteja infectada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a prevenção, diagnóstico e tratamentos sejam relativamente simples (e disponíveis de maneira gratuita no sistema público de saúde), o tema é permeado por entraves. “O estigma acaba afastando as pessoas da testagem, o que resulta em mais e mais pessoas infectadas. Em 2016, voltamos a um patamar de pessoas com sífilis semelhante ao da década de 1950”, explica a epidemiologista do Hospital Moinhos de Vento, Eliana Wendland.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a especialista, é preciso investir na educação sexual e na comunicação massiva para que o assunto não seja visto como um tabu e, consequentemente, que as pessoas procurem ajuda médica. &#8220;Às vezes, o paciente testa positivo para uma IST e até começa o tratamento, mas fica com vergonha de avisar os parceiros sexuais. Ou seja, a transmissão continua. É preciso entender a importância de falarmos sobre o assunto abertamente”, diz.</p>



<h2 class="has-medium-font-size wp-block-heading">Eu me expus a uma situação de risco. O que fazer?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Wendland explica que, quanto antes testar, melhor. Com o diagnóstico precoce, o tratamento tem início mais rápido e o risco da doença evoluir para um problema mais sério diminui. “Atenção apenas para a janela imunológica: caso você teste no dia seguinte, por exemplo, a chance de dar negativo é maior. O indicado é, caso dê negativo, refazer o teste dentro de um período de três meses”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a médica ressalta que<strong> a palavra de ordem é prevenção</strong>. “Para se proteger, é preciso fazer sexo seguro independentemente da idade, ou seja, sempre usar preservativo. Caso você não saiba o status sorológico do parceiro, é ainda mais importante”, recomenda a epidemiologista. &#8220;Também é importante fazer testagens periódicas de HIV. Em caso positivo para o vírus, o diagnóstico precoce é imprescindível para realizar um tratamento adequado e para que os indivíduos não transmitam a doença a outros. Se a paciente for gestante, é necessário fazer um pré-natal de qualidade e evitar que haja a transmissão da mãe para o bebê”, orienta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diversos tipos de IST, mas as mais conhecidas são HIV, sífilis, herpes genital, HPV, gonorreia, infecção por clamídia; hepatites B e C, infecção pelo HTLV (ou Vírus T-Linfotrópico Humano) e tricomoníase. Os sintomas mais comuns são corrimentos, feridas e verrugas, geralmente nos órgãos genitais, podendo ser acompanhados ou não de dor.</p>
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		<title>Malas prontas? Confira dicas de saúde para uma viagem tranquila</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 18:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[enjoo]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[trombose]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para aproveitar aquela viagem tão aguardada sem sustos, há uma série de pequenos detalhes pré-viagem que podem fazer toda a diferença.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SdS_viajar-16x9-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-20369" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SdS_viajar-16x9-1-1024x576.png 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SdS_viajar-16x9-1-300x169.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SdS_viajar-16x9-1-768x432.png 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SdS_viajar-16x9-1-1536x864.png 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/SdS_viajar-16x9-1.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>


<p>Para curtir aquela<strong> viagem</strong> tão aguardada sem sustos, há uma série de pequenos detalhes pré-viagem que pode fazer toda a diferença. A começar que o recomendado é fazer sempre uma consulta médica antes de pegar a estrada, para uma geral na saúde e providenciar possíveis receitas que vá precisar ao longo do período fora de casa.</p>
<p>&#8220;Nós chegamos ao Guarujá (no litoral sul de São Paulo) e, no caminho para a casa, fomos assaltados&#8221;, conta Felipe*, de 33 anos. Desde pequeno ele toma medicamentos controlados para tratar de dificuldades psicomotoras. No roubo, perdeu o nécessaire com os remédios, e estava sem receitas. &#8220;Tive que ir ao pronto-socorro e passar por consulta para conseguir a prescrição médica. Nisso, perdi um dia inteiro do feriado do carnaval&#8221;, comenta.</p>
<p>“O ideal é consultar um médico antes de qualquer <strong>viagem</strong>, principalmente as internacionais. E levar a receita médica – de preferência em inglês – facilita tanto a compra de medicamentos quanto o embarque com remédios na mala de mão, no caso de viagens de avião”, explica a infectologista do Hospital Marcelino Champagnat, Camila Ahrens. “Já quando o viajante faz uso de remédios de uso contínuo, é aconselhável levar a quantidade equivalente para os dias que irá ficar fora além da receita. Isso é importante para não interromper o tratamento e, nos casos em aeroportos, evitar transtornos nas fiscalizações&#8221;, complementa.</p>
<p>Para quem vai voar, é importante ainda verificar as regras da Anvisa para embarque, principalmente de remédios controlados. Medidas como manter a receita e a embalagem original dos medicamentos, frascos e embalagens de, no máximo, 100 ml é fundamental, principalmente quando o horário de tomar o medicamento coincidir com os horários da espera ou dos voos. “E quando viajamos com crianças, além dos medicamentos para diarreia, vômito e náusea, anti-inflamatórios e antialérgicos, é útil levar também termômetro, esparadrapo, algodão, curativos”, diz a médica.</p>


<h3 class="wp-block-heading">Trombose: cuidados em viagens longas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Mariana Krutman, cirurgiã vascular do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, viagens com mais de seis horas de duração aumentam os riscos de trombose — formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias grandes das pernas e das coxas que bloqueia o fluxo de sangue e causa inchaço e dores na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Usar meias de compressão, manter uma boa hidratação e movimentar-se a cada duas ou três horas (levantar-se, caminhar) são importantes formas de prevenção contra problemas circulatórios e trombose”, aconselha a cirurgiã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela explica que deve-se suspeitar de trombose em casos de dor ou inchaço nas pernas, especialmente quando for em um lado só do corpo. Nesse caso, deve-se procurar um médico imediatamente. “Um exame de ultrassom doppler venoso auxilia na confirmação do diagnóstico. O tratamento clássico envolve o uso de anticoagulantes por um período prolongado. Em algumas situações, muito específicas, pode haver indicação de aspiração do coágulo (trombectomia)”, esclarece.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E se vier o enjoo?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Otorrinolaringologista e coordenador do Núcleo de Tontura da Unidade Campo Belo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Marcio Salmito, alerta que o enjoar em viagens é tão senso comum que as pessoas não acreditam que possa ser um problema. “Enjoar – no carro, no avião ou no navio – não é normal. O enjoo é sintoma de uma enfermidade chamada cinetose, também conhecida como doença do movimento”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista explica que a cinetose é causada por um conflito sensorial que acontece quando o labirinto (região da orelha interna ligada à audição, noção de equilíbrio e percepção de posição do corpo) sente que a pessoa está se movimentando, mas os olhos estão vendo tudo parado. É esse conflito de sensação que gera o enjoo ou a náusea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sintomas da cinetose estão a palidez, o suor frio, a sensação de queda de pressão arterial e a náusea. De acordo com o especialista, esses sintomas são normais quando todos que estão naquela mesma viagem passam mal, mas quando somente uma pessoa sente o desconforto, isso pode significar um problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Existe a cinetose, que chamamos de primária, que acontece muito em crianças quando estão no banco de trás do carro e são mais sensíveis a esse conflito sensorial. Mas tem também a secundária, que é quando a cinetose é um sintoma de algum outro problema, como enxaqueca ou outras doenças do labirinto”, exemplifica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista cita algumas dicas para evitar o enjoo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não se sentar no banco de trás do carro, porque é onde a pessoa tem menos oportunidade de acompanhar o trajeto, o que causa o conflito sensorial e, consequentemente, o enjoo. Deve-se sentar no banco da frente, onde é possível acompanhar os movimentos feitos pelo veículo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não mexer no celular ou ler um livro, e procurar acompanhar os movimentos com os olhos.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não viajar com estômago cheio. O ideal é comer coisas leves antes da viagem.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando já há o acompanhamento médico, a pessoa deve usar o remédio que foi prescrito pelo seu médico antes da viagem para prevenir o enjoo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se o enjoo persistir, procurar um otorrinolaringologista para descobrir a causa e fazer o tratamento adequado.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasileiros têm a saúde ameaçada pelo sedentarismo</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/brasileiros-tem-a-saude-ameacada-pelo-sedentarismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[anamachado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 20:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[auto-cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde dos brasileiros está ameaçada pelo sedentarismo. Uma pesquisa mostrou que a maioria da população não faz exercícios regularmente nem cuida da alimentação. Além dos riscos evidentes para a qualidade de vida, esse número também aponta que, no longo prazo, os serviços de saúde vão sentir o impacto do aumento de pessoas doentes.  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Claudia tem 32 anos e uma vida muito corrida. Ela se preocupa com a saúde e até paga academia, mas raramente consegue tempo para ir. Com os horários apertados entre muitas tarefas, ela acaba se alimentando mal e adiando consultas de rotina. O que Ana Claudia vai descobrir quando conseguir tempo para fazer seus exames é que os impactos já estão acontecendo na sua saúde: uma pré-diabetes e alterações no colesterol.</p>
<p>Ana Claudia é um personagem fictício, mas sua história representa a realidade de muitos brasileiros e brasileiras. Uma pesquisa inédita realizada pelo PoderData a pedido da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) revelou que, apesar de ter a saúde entre suas prioridades, a grande maioria dos brasileiros não faz nenhuma atividade para prevenir doenças – como exercícios físicos regulares, alimentação balanceada e consultas de rotina para acompanhamento médico.</p>
<p>Segundo a pesquisa, entre os usuários do SUS, 71% não faz atividades voltadas à prevenção e promoção de cuidados. Entre as pessoas que têm plano de saúde, o número é ainda maior, 85% – sendo as mulheres e os jovens os menos envolvidos nessas iniciativas.</p>
<p>“É necessário que os governos tenham um olhar muito específico para a saúde preventiva, pois os resultados mostrados na pesquisa terão um impacto nos sistemas de saúde ao longo do tempo”, afirma Rodolfo Costa Pinto, diretor do PoderData. No médio e longo prazos, a falta de ações preventivas pode resultar numa “epidemia” de doenças crônicas na população.</p>
<p><strong>E os impactos na sua saúde?</strong><br />
André Gasparotto, cardiologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, afirma que os números da pesquisa se refletem no dia a dia do consultório. “O sedentarismo está diretamente relacionado ao maior ganho de peso, à hipertensão arterial, ao diabetes mellitus e aos distúrbios relacionados ao colesterol. É um fator de risco cardiovascular de extrema relevância, seja na geração de outros fatores ou no agravamento destes”, explica.</p>
<p>Segundo o especialista, as pessoas sedentárias tendem a fazer acompanhamento médico menos regular, e os que são tabagistas também tendem a fumar mais. “Ou seja, o sedentarismo precisa ser combatido como uma doença no sentido mais amplo sobre tratamento”, afirma Gasparotto.</p>
<p>Reverter essa realidade exige só um pouco de dedicação a si mesmo. A recomendação é que as pessoas realizem pelo menos 150 minutos de atividade física regular por semana – ou seja, menos de uma hora dedicada a esse tipo de atividade em três dias da semana. Gasparotto destaca que o ideal é passar por avaliação médica antes de começar.</p>
<p>&#8220;Além disso, manter uma alimentação balanceada, pobre em carboidratos e gorduras e rica em proteínas, auxilia muito para o controle de fatores de risco cardiovascular e, naqueles com doenças já estabelecidas, auxilia para que seja necessário menos medicamentos para o controle da mesma”, complementa o cardiologista.</p>
<p><strong>Como foi feita a pesquisa</strong></p>
<p>A pesquisa “O que pensam os brasileiros sobre a saúde no Brasil?” foi realizada entre os dias 1º e 8 de abril de 2022. Foram entrevistadas 3.056 pessoas acima de 16 anos em 388 municípios nas 27 unidades da Federação – sendo que 83% são usuários do SUS, e 17%, da saúde suplementar, mesmos percentuais do universo pesquisado.</p>
<p>A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. O resultado da pesquisa será encaminhado pela Anahp aos candidatos a cargos políticos nas eleições deste ano.</p>
<p><strong><a href="https://bit.ly/pesquisa_saude_populacao">Confira esses e outros resultados aqui</a>.</strong></p>
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		<title>Covid-19: 4 formas de proteger as crianças que ainda não podem se vacinar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[anamachado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 20:48:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[proteção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A flexibilização da maioria das medidas de proteção contra a Covid-19 deixou as crianças com menos de 5 anos mais vulneráveis à infecção, pois, para elas, ainda não há vacina disponível no Brasil. Saiba de que forma pais, familiares e escolas podem ajudar a manter essas crianças protegidas até que seja liberado o imunizante.  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A flexibilização da maioria das medidas de proteção contra a Covid-19 deixou as crianças com menos de cinco anos mais vulneráveis à infecção, pois, para elas, ainda não há vacina aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e disponível no Sistema Nacional de Imunização.</p>
<p>Segundo o infectologista pediátrico e vice-diretor técnico do Hospital Pequeno Príncipe (PR), Victor Horácio, o decorrer da pandemia mostrou que é falsa a afirmação de que a Covid-19 não é perigosa para as crianças. “Tivemos muitos casos de pacientes pediátricos, não só com quadro respiratório, mas com uma série de outras doenças, como infecção no sistema nervoso central, casos de diabetes e de síndrome nefrótica desencadeados pela Covid-19&#8243;, afirma o especialista.</p>
<p>Horácio destaca que, hoje, entre todas as doenças para as quais existe vacina, a infecção por Covid-19 é a que mais leva à morte de crianças no país. &#8220;Isso é um dado que deve convencer muitos pais a vacinarem seus filhos, porque, infelizmente, não estamos tendo a adesão que gostaríamos”, diz.</p>
<p>Enquanto ainda não há uma vacina disponível para crianças abaixo de cinco anos, confira algumas medidas que podem ser adotadas pelas famílias e pelas escolas para mantê-las protegidas.</p>
<p><strong>1 &#8211; Toda a família deve estar em dia com a vacinação contra Covid-19</strong></p>
<p>A criança que ainda não foi imunizada está especialmente vulnerável quando as pessoas ao seu redor não se vacinaram contra a Covid-19. Idosos, adultos, adolescente e crianças de cinco anos ou mais já podem se vacinar e devem receber o ciclo completo de imunização, incluindo o reforço, de acordo com a faixa etária.</p>
<p>Ao se vacinar, pais, familiares e profissionais que têm contato frequente com a criança ou o bebê reduzem as chances de exposição dos pequenos ao vírus.</p>
<p><strong>2 &#8211; Ter atenção aos sintomas e não sair com a criança em casos de suspeita de Covid</strong></p>
<p>Horácio ressalta que, por ainda não terem recebido a vacina, crianças com menos de cinco anos requerem ainda mais cuidados em casos de suspeita de Covid-19. &#8220;A qualquer sintoma, como coriza, dor de garganta, é extremamente importante que os pais não pratiquem a automedicação. Procurem o pediatra, para que ele possa fazer as corretas orientações e investigação, caso necessário”, afirma.</p>
<p>Também é importante não levar a criança com sintomas para a escola nem para nenhuma atividade externa até que fique esclarecido se o caso é de Covid-19 ou não. A medida é fundamental para evitar que o vírus comece a circular entre a comunidade da qual a criança faz parte.]</p>
<p><strong>3 &#8211; Não abrir mão do uso da máscara</strong></p>
<p>Ao longo da pandemia, as crianças mostraram que são capazes de entender a importância do uso da máscara. Assim, para aquelas que ainda não se vacinaram, o ideal é manter o uso dessa proteção, adequada à idade delas, especialmente nos ambientes fechados. Existem máscaras específicas para crianças a partir de dois anos, e os adultos devem orientá-las sobre como usar.</p>
<p><strong>4 &#8211; Manter os protocolos nas escolas</strong></p>
<p>Para Victor Horácio, as escolas devem manter protocolos de segurança. Evitar muitas crianças juntas em um mesmo ambiente; manter as salas arejadas e o uso da máscara para alunos e professores; estimular a higienização constante das mãos e, se possível, flexibilizar horários de entrada, saída e recreio, para não haver aglomerações. Professores e funcionários devem estar atentos a eventuais sintomas típicos da Covid-19 e avisar imediatamente aos pais.</p>
<p>“São medidas extremamente importantes e que não protegem só contra o coronavírus, mas também contra outras viroses, já que o inverno está chegando e sabemos que é um momento bem crítico para esse tipo de infecção”, comenta.</p>
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