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	<title>Arquivos oncologia - Anahp</title>
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	<title>Arquivos oncologia - Anahp</title>
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		<title>Café da Manhã Anahp &#038; Novartis &#124; Medicina Nuclear no Cuidado Oncológico: Estruturando Jornadas para uma Melhor Gestão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada do Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Teranósticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Café da Manhã Anahp &#38; Novartis Medicina Nuclear no Cuidado Oncológico: Estruturando Jornadas para uma Melhor Gestão 03 de novembro, a partir das 8h30 A Medicina Nuclear vem ampliando as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-28224 aligncenter" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Capa-eventos--300x166.jpg" alt="" width="690" height="382" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Capa-eventos--300x166.jpg 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Capa-eventos--1024x567.jpg 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Capa-eventos--768x425.jpg 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Capa-eventos-.jpg 1030w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" /></p>
<p><strong>Café da Manhã Anahp &amp; Novartis</strong></p>
<p><strong>Medicina Nuclear no Cuidado Oncológico: Estruturando Jornadas para uma Melhor Gestão</strong></p>
<p><strong>03 de novembro, a partir das 8h30</strong></p>
<p>A Medicina Nuclear vem ampliando as possibilidades de diagnóstico e tratamento do câncer, abrindo caminho para abordagens mais direcionadas. Incorporar essas soluções à prática clínica, porém, exige serviços bem estruturados, fluxos de trabalho eficientes e integração entre os profissionais envolvidos no cuidado.</p>
<p>O <strong>Café da Manhã Anahp &amp; Novartis</strong> contará com a participação de profissionais do <strong>Einstein Hospital Israelita</strong> para discutir a aplicação dessas tecnologias no cenário oncológico atual, com foco na implantação de serviços teranósticos e em sua integração à estrutura hospitalar.</p>
<p>A programação também abordará a navegação do paciente, a colaboração entre hospitais, equipes multidisciplinares e operadoras de saúde e os desafios para ampliar o acesso a essas soluções, explorando caminhos para conciliar inovação clínica e eficiência na gestão.</p>
<p><strong>Principais temas em debate:</strong></p>
<ul>
<li>O papel da Medicina Nuclear no cenário atual do cuidado oncológico;</li>
<li>Estruturação de serviços teranósticos e integração com as demais áreas assistenciais;</li>
<li>Organização da jornada e navegação do paciente oncológico;</li>
<li>Conexão entre equipes assistenciais, gestão hospitalar e operadoras de saúde;</li>
<li>Desafios e oportunidades para ampliar o acesso dos pacientes à Medicina Nuclear;</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Público-alvo:</strong></p>
<p>Gestores de saúde, lideranças hospitalares e profissionais da equipe multidisciplinar envolvidos na assistência oncológica, navegação do paciente, gestão de serviços de saúde e organização da jornada de cuidado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Doação de sangue é vital para hospitais que tratam pacientes com câncer; saiba como doar no Junho Vermelho e o ano inteiro</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/doacao-de-sangue-e-vital-para-hospitais-que-tratam-pacientes-com-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 16:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Doação de Sangue]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Junho é o mês da conscientização sobre a importância da doação de sangue, campanha conhecida como Junho Vermelho. E também neste mês, no dia 14, é celebrado o Dia Mundial [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/sds_16x9-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-22716" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/sds_16x9-1024x576.jpg 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/sds_16x9-300x169.jpg 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/sds_16x9-768x432.jpg 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/sds_16x9-1536x864.jpg 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/sds_16x9.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Junho é o mês da conscientização sobre a importância da doação de sangue, campanha conhecida como Junho Vermelho. E também neste mês, no dia 14, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue. As datas buscam sensibilizar a população sobre a relevância desse ato de generosidade que, além de alimentar bancos de sangue em geral, ganham uma importância especial quando se trata de hospitais oncológicos. Em instituições como o <a href="https://accamargo.org.br/">A.C.Camargo Cancer Center</a>, uma das referências para tratamento de câncer no Brasil, a necessidade de doações regulares é uma questão essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum que pacientes oncológicos frequentemente necessitem de transfusões de sangue ou repor alguns componentes como plaquetas e plasma. Procedimentos como esses são indispensáveis para a realização de cirurgias complexas e, por vezes, tratamentos quimioterápicos e radioterápicos. E podem ser vitais para quem está tratando uma leucemia ou passou por transplante de medula óssea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coordenadora médica do Serviço de Hemoterapia e Terapia Celular do A.C.Camargo, a hematologista Marta Lemos explica que a produção de sangue pode diminuir por causa de alguns tratamentos, como a quimioterapia e a radioterapia, e também por causa da própria doença, que pode provocar anemia ou a diminuição das plaquetas, fundamentais para a coagulação sanguínea. Isso pode levar a uma condição conhecida como mielossupressão, que resulta não apenas em anemia, mas pode facilitar infecções, que se tornam frequentes, e hemorragias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso das cirurgias oncológicas de grande porte que  necessitam de transfusão, a médica explica que “a transfusão de glóbulos vermelhos ajuda a manter os níveis de hemoglobina, permitindo o transporte adequado de oxigênio no corpo, e a transfusão de plaquetas evita sangramentos”. E sobre a transfusão de componentes do sangue, Lemos completa: “A transfusão de hemocomponentes proporciona aos pacientes a força e a energia necessárias para continuar com seus tratamentos e melhorar sua qualidade de vida”. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Como funciona a doação de sangue?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A doação de sangue é um processo relativamente rápido. Uma pessoa pode doar aproximadamente 450 ml em cerca de 10 a 15 minutos. Já a doação de plaquetas é realizada por um equipamento de aférese, em que as plaquetas são coletadas, separadas e o restante do sangue é devolvido ao doador. “É um processo mais longo, pode levar até duas horas. Porém, por já realizar a separação e coleta somente das plaquetas, a quantidade coletada é bem maior que a da doação comum,” esclarece a hematologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Mobilizar a população é fundamental</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio para manter os estoques adequados dos bancos de sangue é constante. No A.C.Camargo, campanhas como&nbsp; Junho Vermelho são fundamentais por contribuírem para aumentar a conscientização sobre a importância da doação de sangue e para mobilizar a comunidade, conforme explica Lemos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Utilizamos diversas estratégias para incentivar a doação, incluindo divulgação na imprensa, campanhas nas redes sociais e investimos em educação contínua sobre a importância desse ato. Além disso, procuramos enfatizar o impacto positivo que cada doação pode ter na vida dos pacientes, ainda que os doadores não tenham um vínculo direto com eles. Esse é um gesto altruísta e essencial para a saúde pública”, diz a hematologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha Junho Vermelho e o Dia Mundial do Doador de Sangue visam também prevenir a queda no número de doações que costuma ocorrer durante as férias de julho e com a chegada do inverno. Este período crítico pode impactar significativamente a disponibilidade de sangue e seus componentes, tornando ainda mais urgente a necessidade de conscientizar e mobilizar a população.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Mobiliar doadores com a educação continuada</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A educação continuada é uma das ferramentas mais eficazes para aumentar o número de doadores de sangue. E uma das formas de educar é disponibilizar e compartilhar informações seguras e confiáveis sobre esse ato, e isso pode ser feito por meio de palestras, campanhas de mídia e eventos comunitários. E, neste cenário, hospitais e instituições de saúde podem e devem servir como fonte segura&nbsp; para disseminar essas informações e desmistificar o processo de doação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sem acesso adequado ao sangue e seus componentes, muitos tratamentos podem precisar ser adiados ou interrompidos, o que coloca em risco a vida dos pacientes. Além disso, a falta de plaquetas pode levar a complicações graves, como hemorragias, aumentando a chance de mortalidade nos casos mais vulneráveis”, explica Lemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Campanhas como Junho Vermelho e o Dia Mundial do Doador de Sangue marcam a importância do ato e a necessidade de conscientizar a população para aumentar a adesão à cultura da doação regular. Participe! Doar sangue é doar vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para agendar a sua doação no A.C.Camargo, <a href="https://accamargo.org.br/form/agendamento-doacao-sangue">clique aqui</a>. Ou procure pelo hospital oncológico mais perto para contribuir.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prevenção, diagnóstico e saúde mental: a importância da conscientização no Outubro Rosa</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/prevencao-diagnostico-e-saude-mental-a-importancia-da-conscientizacao-no-outubro-rosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 18:48:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mama]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico precoce do câncer de mama pode aumentar as chances de cura da doença para até 95%. No entanto, a doença também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as brasileiras. Por isso, o acompanhamento médico e a rotina de exames são tão importantes.  [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criada na década de 1990, a campanha do Outubro Rosa pontua a importância da conscientização sobre o câncer de mama. Afinal, com o <a href="https://saudedasaude.anahp.com.br/outubro-rosa-incidencia-de-cancer-de-mama-seguira-alta-e-diagnostico-precoce-e-o-caminho-para-salvar-vidas/">diagnóstico precoce</a>, há 95% de chance de cura da doença, como aponta um estudo divulgado recentemente pela Faculdade de Medicina da USP. No entanto, a <a href="https://saudedasaude.anahp.com.br/5-informacoes-essenciais-para-a-prevencao-do-cancer-de-mama/">prevenção</a> ainda deixa a desejar: 54% das mulheres no Brasil desconhecem a importância da mamografia, segundo uma pesquisa realizada pelo Ipec. Então, vamos conversar sobre o assunto?</p>
<p>A doença surge quando células começam a se multiplicar de forma anormal na mama, crescem e formam um nódulo, ou seja, um tumor maligno com potencial para se disseminar no organismo. A mamografia (um tipo de raio-x que emite baixa dose de radiação) é o método indicado – e mais eficaz – para o diagnóstico.</p>
<p>O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos realizem a mamografia anualmente. Já a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenda que o exame seja feito a partir dos 40 anos. “O que indicamos é que a mulher busque um médico especialista e discuta com ele qual melhor idade para realizar a mamografia. Cada mulher é única, algumas têm histórico familiar e existem fatores que aumentam o risco”, comenta o oncologista da Fundação São Francisco Xavier, Luciano Viana.</p>
<p>Com atuação na Rede D’Or São Luiz, o oncologista José Bines observa que ainda está presente na cabeça de muitas pessoas a ideia de que “quem procura, acha”. “Também vemos casos de mulheres que evitam o exame devido à dor que ele provoca ou ao medo da exposição à radiação, apesar do procedimento ser comprovadamente seguro e indicado pelos melhores especialistas como a principal forma de prevenção”, relata. O resultado é que há casos em que mulheres acabam recorrendo ao exame somente quando percebem algum sintoma, o que normalmente indica que a doença está em um estado avançado, com sérios riscos à saúde.</p>
<p><strong>Diminuição na faixa de idade</strong></p>
<p>Embora raro, há casos pessoas diagnosticadas com a doença bem mais cedo do que o normal. “Infelizmente o câncer de mama pode acometer mulheres em idades muito precoces, com menos de 35 anos. Percebemos hoje um aumento no número de casos mais jovens, muitas vezes relacionados a hábitos de vida: alimentação rica em gorduras, pouca atividade física, uma vida muito estressante. Isso tudo acaba trazendo não só riscos cardiovasculares, mas também propensão à formação de câncer”, diz Viana.</p>
<p>De fato, a incidência de câncer antes dos 50 anos tem crescido a cada geração. É o que indica uma pesquisa publicada na revista especializada Nature Reviews Clinical Oncology, feita por pesquisadores da Universidade de Harvard, que destaca o aumento da ocorrência da doença entre adultos jovens nas próximas décadas. De acordo com a publicação, esse aumento já vinha sendo detectado antes da pandemia de Covid-19, quando um levantamento da American Cancer Society, de 2019, relatou que uma em cada oito mulheres que viverem até os 75 anos terão diagnóstico de câncer de mama.</p>
<p>Bines explica que o histórico familiar é importante, pois entre 5% e 10% dos casos de câncer de mama ocorrem devido a uma predisposição herdada. “Quando há casos na família, é preciso ter ainda mais atenção com a prevenção”, alerta. Nesses casos, pode ser importante uma avaliação por um oncogeneticista, que vai investigar se há mutações herdadas que facilitariam o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer.”</p>
<p>Além disso, segundo o especialista, a radioterapia no tórax aumenta o risco de desenvolver um câncer de mama. Por isso, se a mulher tiver feito qualquer tratamento que incluiu esse procedimento, deve manter um rigoroso acompanhamento médico.</p>
<p><strong>Saúde mental</strong></p>
<p>Para Flávia Andrade, psicóloga do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o mais importante é entender as emoções vividas pela paciente. “O diagnóstico oncológico é sempre impactante. E pode trazer tristeza e choro, que são normais em uma situação como essa, e fazem parte do processo. Mas, caso a paciente não consiga se reorganizar para enfrentar o tratamento, pode ser necessário um suporte profissional”, esclarece a psicóloga.</p>
<p>O amparo de amigos e familiares é imprescindível. “É importante contar com uma rede de apoio que se coloque à disposição, tentando entender a necessidade da pessoa. Respeitar o tempo e o espaço da pessoa é fundamental”, alerta.</p>
<p>Outro aspecto importante é manter um diálogo aberto com o médico. “A paciente deve sempre tirar as suas dúvidas e lembrar que o médico é sua referência de informações, ou seja, evitar buscar opiniões em outros locais. Além disso, ela precisa tentar vivenciar uma etapa de cada vez, porque no tratamento oncológico o cronograma pode mudar, de acordo com a resposta de cada uma. Assim, a esperança e a confiança são fundamentais para enfrentar o processo”, aconselha.</p>
<p>Com relação à autoestima, especialmente a perda dos cabelos e sobrancelhas, a psicóloga orienta: “Cada uma deve buscar aquilo que a fizer sentir mais confortável, seja com a cabeça raspada, com um lenço ou com uma prótese (peruca), maquiada ou sem maquiagem. O mais importante é lembrar que, apesar do cabelo ter muito a ver com auto imagem, essa transformação é temporária. Toda mulher muda a cor do cabelo, ou o corte e continua sendo ela mesma”, diz.</p>
<p><em><strong>Fonte: Hospital Oswaldo Cruz, Rede D’Or São Luiz e Fundação São Francisco Xavier</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>5 informações essenciais para a prevenção do câncer de mama</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/5-informacoes-essenciais-para-a-prevencao-do-cancer-de-mama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[anamachado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 20:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Selecionamos 5 informações sobre o câncer de mama fundamentais para prevenção. As orientações são das ginecologista e mastologista do Hospital Santa Virgínia (HSV), Karina Belickas Carreiro e Ana Gabriela de Siqueira Santos, e da médica responsável pelo Centro de Oncologia e Infusão do hospital, Simonne Quaglia.</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/5-informacoes-essenciais-para-a-prevencao-do-cancer-de-mama/">5 informações essenciais para a prevenção do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O Outubro Rosa é uma campanha mundial que tem como objetivo espalhar o máximo de informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Conhecer bem a doença é uma arma poderosa, já que os pacientes podem ter um diagnóstico mais precoce, caso venham a descobrir um tumor. Quando mais cedo </span><span style="font-weight: 400;">é iniciado o tratamento, menos invasivo tende a ser e maiores são as chances de sucesso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Selecionamos abaixo cinco informações sobre o câncer de mama fundamentais para ter uma rotina de prevenção. As orientações são das ginecologista e mastologista do Hospital Santa Virgínia (HSV), Karina Belickas Carreiro e Ana Gabriela de Siqueira Santos, e da médica responsável pelo Centro de Oncologia e Infusão do hospital, Simonne Quaglia. Confira: </span></p>
<p><b>1- O que causa o câncer de mama: </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O câncer de mama é causado pela multiplicação anormal de células da mama, que formam o tumor. Há diferentes tipos, que podem ter desenvolvimento rápido ou mais lento. </span></p>
<p><b>2- Os principais fatores de risco: </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolver ou não um câncer de mama pode ter influência de fatores hormonais, genéticos e comportamentais. Em 80% dos casos, o tumor aparece depois dos 50 anos, mas também pode ocorrer em pacientes mais jovens – antes dos 40 anos. Os principais fatores de risco são: </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> &#8211; </span><span style="font-weight: 400;">Obesidade e sedentarismo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Tabagismo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Consumo de bebidas alcoólicas</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Menstruação precoce</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não ter tido filhos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Primeira gravidez depois dos 30 anos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Menopausa após os 55 anos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Exposição à radiação</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Histórico familiar</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mulheres que tenham mãe, irmã, avó ou tia com histórico de câncer de mama – principalmente antes dos 50 anos – ou de câncer de ovário devem consultar um especialista para avaliar seu risco e decidir a melhor conduta a seguir.</span></p>
<p><b>3- Como se prevenir: </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com alguns fatores de risco impossíveis de se evitar, (histórico familiar, idade da primeira menstruação e menopausa), estima-se que adotar hábitos saudáveis pode evitar cerca de 30% dos casos de câncer de mama. Veja o que pode fazer a diferença na sua rotina:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Praticar atividade física regularmente</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ter uma alimentação balanceada</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Manter o peso adequado</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não fumar </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não consumir bebidas alcoólicas</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Amamentar</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><b>4- Sinais de alerta</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O autoexame é uma forma de conhecer as próprias mamas e, assim, terem mais chances de notar precocemente os principais sinais de alerta de tumores. Para fazer o autoexame, é preciso inspecionar o aspecto e apalpar as mamas em busca de nódulos, preferencialmente </span><span style="font-weight: 400;">uma semana após o período menstrual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você identificar alguns dos sinais abaixo durante o autoexame, procure imediatamente um mastologista:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Caroço fixo, endurecido e, em geral, indolor</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Alterações no mamilo (bico do peito)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Saída espontânea de líquido dos mamilos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Pele da mama avermelhada, retraída ou com aspecto de casca de laranja</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Pequenos caroços nas axilas ou no pescoço   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que o autoexame não substitui a avaliação clínica do médico. “As consultas e os exames de rotina devem ser realizados mesmo sem nenhum sintoma. Não espere ter alguma alteração da mama para fazer o </span><i><span style="font-weight: 400;">check-up </span></i><span style="font-weight: 400;">preventivo”, orientam as especialistas do Hospital Santa Virgínia.  </span></p>
<p><b>5- Sem medo da mamografia: </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mamografia é um exame indicado para o rastreamento</span> <span style="font-weight: 400;">– quando não há sinais nem sintomas suspeitos – </span><span style="font-weight: 400;">e a detecção precoce do câncer de mama. Os especialistas recomendam a realização do exame anualmente a partir dos 40 anos – ou antes, caso haja histórico de câncer de mama na família ou outros fatores de risco.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/5-informacoes-essenciais-para-a-prevencao-do-cancer-de-mama/">5 informações essenciais para a prevenção do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
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		<title>#SuaSaúdeNaPandemia: a importância de manter tratamentos oncológicos e exames diagnósticos de câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[anamachado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 18:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[oncológico]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o início da pandemia de coronavírus, o medo de se contaminar com a doença nos serviços de saúde tem levado pacientes com doenças graves, como o câncer, a suspenderem seus tratamentos. A Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) alerta para uma queda de 70% a 80% no diagnóstico de câncer por cancelamento de exames [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com o início da pandemia de coronavírus, o medo de se contaminar com a doença nos serviços de saúde tem levado pacientes com doenças graves, como o câncer, a suspenderem seus tratamentos. Também estão sendo adiados exames que poderiam resultar na descoberta precoce de um tumor, por exemplo, o que aumentaria as chances de cura. A Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) alerta para uma queda de 70% a 80% no diagnóstico de câncer por cancelamento de exames pelos próprios pacientes nos meses da pandemia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O portal Saúde da Saúde conversou com o coordenador da equipe de oncologia do Hospital Vera Cruz de Campinas (SP), Paulo Eduardo Pizão, que explicou quais são as diretrizes internacionais para a manutenção do tratamento de pacientes oncológicos durante a pandemia. Ele apontou uma preocupação da comunidade médica para o possível represamento de casos câncer, que agravaria ainda mais o funcionamento dos sistemas de saúde no mundo todo.</span></p>
<p><b>Quais os principais riscos para um paciente oncológico que decide parar o tratamento por medo de se infectar com Covid-19 no hospital? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa pandemia é uma situação que a medicina mundial considera inédita, e todos estamos ainda aprendendo com esses primeiros meses. Os casos têm demonstrado que o paciente oncológico que desenvolve a forma grave da Covid-19 tem uma chance maior de evolução desfavorável. É importante, obviamente, que o paciente esteja ciente disso. Porém, vamos lembrar que é apenas uma minoria que se contamina com o vírus e que desenvolve uma forma grave de insuficiência respiratória e da infecção. Então, não faz sentido abandonar o tratamento oncológico, deixar de fazer o controle do câncer por causa dessa possibilidade menor de desenvolver um quadro grave da Covid-19. Esclarecemos aos nossos pacientes que é importante, sim, manter o tratamento para controlar o câncer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muito importante, neste sentido, é o esclarecimento e o diálogo com o paciente. Há tanta informação disponível na internet, na televisão, que muitos ficam realmente confusos. Por isso, a equipe médica deve estar sempre disponível para tirar dúvidas não só dos pacientes, mas também dos familiares.</span></p>
<p><b>Quais são as orientações para os pacientes oncológicos durante a pandemia? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem está em vigência de tratamento &#8211; fazendo quimioterapia ou com cirurgia prevista, por exemplo &#8211; seguimos diretrizes internacionais e procuramos manter o tratamento, e não adiar. Esclarecemos para esses pacientes a importância de manter o cronograma, ao mesmo tempo em que tomamos todas as medidas no sentido de reforçar a educação sobre a necessidade da higiene das mãos, das medidas de distanciamento social etc. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, no ambiente da clínica onde são realizados os atendimentos foram tomadas medidas no sentido de reforçar a higienização de superfícies e aumentar a distância entre as poltronas &#8211; não só da sala de quimioterapia, mas também na espera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Para os pacientes que já passaram pelo tratamento com objetivo de cura e que estão bem, assintomáticos e com exames bons, nós demos a opção de adiar o retorno de consultas e exames para a partir de agosto. Essa decisão também segue diretrizes internacionais, e o paciente que, por qualquer motivo, decidiu manter a consulta para agora, foi atendido. </span></p>
<p><b>E para os pacientes em processo de diagnóstico, que precisam fazer vários exames, qual a recomendação? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos esclarecendo que, quando há uma suspeita de diagnóstico de câncer e indicação de exame de imagem, ou de uma endoscopia ou mesmo de uma biópsia, esses exames não estão sendo adiados. </span></p>
<p><b>O risco do agravamento de uma doença como o câncer pode ser maior do que o risco do coronavírus? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Inclusive, temos conversado com colegas fora do Brasil e existe uma preocupação a nível mundial de que, se não tomarmos cuidado, vamos viver dois problemas. O primeiro é a pandemia em si. E o segundo pode ser causado pelo adiamento desses diagnósticos de câncer, levando, talvez, a um represamento dos casos e até ao prejuízo do paciente por não ter um diagnóstico precoce. A orientação é que todo esforço seja feito no sentido de não deixar que esse segundo problema venha agravar ainda mais a questão do funcionamento dos sistemas de saúde no mundo todo.</span></p>
<p><b>Existe um fluxo de atendimento diferente para os pacientes com suspeita de Covid-19 no hospital? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim. Nosso complexo hospitalar tem uma situação que considero privilegiada. Estamos em Campinas, onde a Rede Vera Cruz dispõe de dois hospitais: a Casa de Saúde e o Hospital Vera Cruz. Nesse momento, o Hospital Casa de Saúde foi designado como referência para Covid-19. Todos os pacientes oncológicos com sintomas respiratórios suspeitos de contaminação pelo vírus são orientados a entrar em contato conosco e, se for o caso, são direcionados a esse hospital &#8211; onde seguimos um protocolo específico para casos de coronavírus. Então, pacientes com suspeita da doença nem chegam a entrar na clínica onde são realizados atendimentos oncológicos, que é uma unidade separada dos dois hospitais. </span></p>
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		<title>Cuidado com pacientes oncológicos durante pandemia de Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[anamachado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 21:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[AC Camargo Cancer Center]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[imunossupressão]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes oncológicos]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns grupos estão ainda mais vulneráveis ao coronavírus, como é o caso de pessoas em tratamento contra o câncer. O dr. Victor Piana, do A. C. Camargo Cancer Center esclarece que a rotina imposta à população nesse momento muito se assemelha à qual os pacientes oncológicos já estão habituados.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sem imunidade e sem vacina contra o novo coronavírus, toda a população está exposta e suscetível a contrair a doença. Mas alguns grupos estão ainda mais vulneráveis, como é o caso de pessoas em tratamento contra o câncer e que, por conta disso, têm seu sistema imunológico abalado.</p>
<p>O superintendente e diretor médico do A.C. Camargo Cancer Center, Victor Piana, esclarece que a rotina imposta à população nesse momento muito se assemelha à qual os pacientes oncológicos já estão habituados e que, agora, é necessário apenas redobrar a atenção. Decisões sobre rotina de tratamento devem ser tomadas junto ao médico e visitas ao pronto-socorro devem ocorrer exclusivamente se houver presença de sintomas típicos da Covid-19, como a falta de ar. O especialista também chama a atenção para o fato de que alguns pacientes oncológicos, devido à sua condição, podem não apresentar febre.</p>
<p>Confira a entrevista completa:</p>
<p><strong>Qualquer paciente oncológico pode ser considerado parte do grupo de risco?</strong></p>
<p><strong>Victor Piana:</strong> Pacientes oncológicos, em geral, são considerados grupo de risco e demandam de mais cuidados e atenção. E os pacientes em vigência de quimioterapia, em especial os oncohematológicos e transplantados, são mais vulneráveis que os demais.</p>
<p><strong>Frente à pandemia do Covid-19, um tratamento quimioterápico deve ser mantido ou há caminhos alternativos?</strong></p>
<p><strong>Piana:</strong> O sucesso do tratamento oncológico depende de muita disciplina. A sobrevida específica do paciente com câncer depende da aderência ao plano terapêutico, e os intervalos de tempo para início ou entre as fases do tratamento são muito importantes. Então, a recomendação é que os pacientes não interrompam o tratamento. O ideal é que conversem com seus médicos e juntos decidam qual caminho seguir neste momento.</p>
<p><strong>Pacientes oncológicos, devido à imunossupressão causada pelas terapias, devem adotar medidas mais rígidas para se proteger?</strong></p>
<p><strong>Piana:</strong> A rotina dessas pessoas já é bem criteriosa. Então, não há novas recomendações. Apenas reforçamos a importância de evitar aglomerações, lavar as mãos, evitar contato com pessoas doentes etc. Como são rotineiramente informados da sua vulnerabilidade, sempre estiveram sob os cuidados de higiene e isolamento que toda a população está sujeita neste momento.</p>
<p><strong>É possível realizar o tratamento em casa, para evitar o deslocamento e, portanto, o contato com outras pessoas?</strong></p>
<p><strong>Piana:</strong> O tratamento oncológico envolve um conjunto de possibilidades, mas cada tipo de câncer utiliza especificamente algumas destas opções. Nesse momento de pandemia, sempre que for possível, o uso de medicamentos orais deve ser indicado, ao invés de infusão. Mas nem todos têm essa alternativa. Então, nossa recomendação é de que continuem seguindo o que já foi proposto por seus médicos e que evitem aglomerações e contato com outras pessoas.</p>
<p><strong>Pacientes oncológicos que estiverem com sintomas ligados ao coronavírus devem procurar o pronto-socorro imediatamente?</strong></p>
<p><strong>Piana:</strong> O pronto-atendimento, principalmente nesse momento de pandemia, traz riscos aos pacientes oncológicos pela potencial convivência com outras pessoas com sintomas gripais. Assim, quem estiver com sintomas gripais leves (tosse, coriza, dor de garganta) não precisa ir ao pronto-atendimento. Mas é necessário ficar atendo à progressão dos sintomas e reavaliar todos os dias. Se surgir febre acima de 37,8º C, dor ao respirar ou falta de ar, o paciente oncológico deve procurar avaliação médica, incluindo o pronto-socorro se necessário. É importante lembrar também que, pelas condições desse paciente, pode ser que ele não desenvolva febre.</p>
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