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	<title>Arquivos medula - Anahp</title>
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	<title>Arquivos medula - Anahp</title>
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		<title>Fevereiro laranja: tudo o que você precisa saber sobre doação de medula óssea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 19:49:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[doação]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[medula]]></category>
		<category><![CDATA[medula óssea]]></category>
		<category><![CDATA[transplante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem pode doar? Como é feita a coleta da medula? Existem riscos para o doador? Qual é a eficácia do transplante de medula óssea? Confira o texto e saiba a [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SDS-Social-Media-FEV25-Fevereiro-Laranja-Doacao-de-medula-ossea_16x9-1024x576.png" alt="" class="wp-image-23974" srcset="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SDS-Social-Media-FEV25-Fevereiro-Laranja-Doacao-de-medula-ossea_16x9-1024x576.png 1024w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SDS-Social-Media-FEV25-Fevereiro-Laranja-Doacao-de-medula-ossea_16x9-300x169.png 300w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SDS-Social-Media-FEV25-Fevereiro-Laranja-Doacao-de-medula-ossea_16x9-768x432.png 768w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SDS-Social-Media-FEV25-Fevereiro-Laranja-Doacao-de-medula-ossea_16x9-1536x864.png 1536w, https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/SDS-Social-Media-FEV25-Fevereiro-Laranja-Doacao-de-medula-ossea_16x9.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>Quem pode doar? Como é feita a coleta da medula? Existem riscos para o doador? Qual é a eficácia do transplante de medula óssea? Confira o texto e saiba a resposta para essas e outras perguntas sobre o transplante de medula óssea</em><br></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que você não conheça alguém que tem ou teve leucemia, seja na família ou entre amigos, provavelmente já ouviu falar sobre este tipo de câncer. Campanhas de conscientização, como as do Fevereiro Laranja, ou mesmo personagens icônicos que enfrentaram a leucemia – como Camila, interpretada por Carolina Dieckmann na novela Laços de Família – moram no nosso imaginário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficção à parte, a leucemia é um dos tipos de câncer mais comuns no Brasil. Segundo uma projeção do Instituto Nacional do Câncer (INCA),<a href="https://www.pfizer.com.br/sua-saude/oncologia/leucemia#:~:text=A%20leucemia%20est%C3%A1%20entre%20os,substituem%20as%20c%C3%A9lulas%20sangu%C3%ADneas%20saud%C3%A1veis."> </a>no país surgem mais de 11 mil casos por ano da doença, que se caracteriza por um tipo de câncer que afeta as células sanguíneas, principalmente os glóbulos brancos. Sua característica faz com que a leucemia seja popularmente conhecida como &#8220;câncer no sangue”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de hoje haver diversas formas de combater a doença, como a quimioterapia, terapias-alvo e o uso de certas medicações, o transplante de medula óssea segue sendo um dos tratamentos mais eficazes em parte relevante dos casos – quando não é o único.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ainda existem muitos estigmas sobre este tipo de transplante e, principalmente, sobre a doação da medula óssea – que pode ser feita em vida sem impactar a saúde do doador. Como informação é a maior cura para estigmas, esclarecemos este tema e solucionamos as principais dúvidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">O que é a leucemia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A leucemia tem relação com os leucócitos, os glóbulos brancos que nós produzimos. Assim explica Jayr Schmidt Filho, líder do Centro de Referência em Neoplasias Hematológicas do <a href="https://accamargo.org.br/cancer-center/o-modelo-cancer-center?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=bob_acc_institucional_always-on_cns_trf_search-inst_-_cpc&amp;utm_content=kw_-_texto_institucional_-&amp;gad_source=1&amp;gclid=CjwKCAiA74G9BhAEEiwA8kNfpShJiAukY24SDg6aS5C19W3lmvGpK1B-OFhq0W--GfQDgqFX5ULxEhoCm0EQAvD_BwE">A.C.Camargo Câncer Center</a> – hospital referência no tratamento de câncer no Brasil. Ou seja, quando existe alguma alteração &#8211; mutação em alguma célula de linhagem dos leucócitos, a esse processo é dado o nome de leucemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Normalmente, ela (a leucemia) afeta o corpo de forma que, se você tem uma produção exagerada dessas células (leucócitos), elas podem prejudicar a produção das células sanguíneas normais. E aí elas acabam causando sintomas, pela proliferação excessiva, ou por se depositar em alguns locais do nosso corpo relacionados ao sistema de produção do sangue”, explica o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de prejudicar a produção sanguínea normal, ainda podem haver infecções decorrentes dessa anormalidade no fluxo normal de produção sanguínea.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Quando o transplante de medula é necessário no tratamento da leucemia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não são todos os tipos de leucemia que exigem o transplante como tratamento eficaz. E também não há uma regra clara. Ainda segundo o Dr. Jayr, o transplante acontece para tipos de leucemia para os quais é sabido que a quimioterapia e outros tratamentos não curam a doença sozinhos. “Principalmente as que consideramos de alto risco. Aquelas que têm alguns marcadores biológicos ao diagnóstico, sabe-se que o curso é mais agressivo”, destaca.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico pontua, também, que existem casos em que a leucemia é tratada sem transplante no primeiro momento, mas que pode haver alteração e agravamento no cenário que justifique o transplante mais tarde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há doenças que, inicialmente, têm um comportamento biológico aparentemente favorável, mas que depois, ao longo do tratamento, o médico se depara com cenário no qual a doença não responde, ou seja, ela é refratária a um tratamento inicial”, explica. E continua: “Há também os casos em que ela é recidivada. Ela responde, mas depois volta. Nestes casos indica-se o transplante”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Doenças que eventualmente são tratadas em um primeiro momento e, mesmo tendo inicialmente um comportamento biológico que acreditava-se que fosse favorável, o médico se depara com um cenário no qual ou a doença não responde”, explica. “Ou seja, ela é refratária a um tratamento inicial. Há também os casos em que ela é recidivada, ou seja, ela responde e depois volta no outro momento. Nestes casos indica-se o transplante”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Como é feito o transplante de medula óssea?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O transplante de medula óssea consiste na substituição da medula óssea doente por células saudáveis. O procedimento é rápido e semelhante a uma transfusão de sangue comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do transplante, o paciente é submetido a um tratamento de quimioterapia em altas doses, para ser preparado para receber a medula. “Outro método é pelo uso de técnicas e alguns medicamentos para fazer uma linfodepressão, ou seja, diminuir a quantidade de linfócitos que o próprio receptor tem para poder ‘brigar’ com uma nova medula que ele está recebendo”, diz Schmidt Filho.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Como manifestar interesse em ser doador de medula óssea?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo para se tornar um doador é registrar-se no hemocentro mais próximo. No local, é coletada uma amostra de sangue para o Teste de Histocompatibilidade (HLA – do inglês, Human Leukocyte Antigen).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista completa de doenças impeditivas para a doação pode ser conferida no <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br">site do Instituto Nacional do Câncer (INCA)</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso você se cadastre como doador e apareça algum paciente compatível na fila de transplantes, você será chamado para realizar a doação. Ou seja, o procedimento em si só acontece se tiver quem receba a medula, o que não há previsão exata para acontecer.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Quem pode ser doador de medula óssea?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem alguns requisitos mínimos para ser doador de medula óssea, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter idade entre 18 e 35 anos;</li>



<li>Estar em bom estado de saúde;</li>



<li>Não ter doenças infecciosas ou incapacitantes;</li>



<li>Não ter histórico de doenças neoplásicas (câncer), hematológicas ou do sistema imunológico;</li>



<li>Apresentar um documento de identificação oficial com foto;</li>



<li>Preencher um formulário com dados pessoais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O doador permanece no cadastro até os 60 anos, idade máxima para doar. Depois disso, seu nome é retirado.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Por que doar medula óssea?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A doação de medula é um processo seguro, não envolve riscos aumentados, e fazer o cadastro é muito simples. Basta se submeter a uma coleta de sangue, preencher alguns questionários e manter os seus dados atualizados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o procedimento de doação não traz nenhum prejuízo de longo prazo para a vida ativa do doador. Já para o paciente, receber a medula pode significar a chance de uma nova vida. O transplante de medula salva a vida de muitos pacientes com leucemia, afinal, para muitos deles, o transplante é a única opção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, apesar de existir uma chance maior de encontrar um doador compatível dentro da família, muitos pacientes precisam recorrer a uma busca no registro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, doar medula óssea nada ou pouco impacta na vida de quem doa e pode significar tudo para quem recebe.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Doação de medula óssea dói?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existe um senso comum de que o processo de doação de medula óssea é doloroso – e isso não é necessariamente verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso seja selecionado como doador (na ocasião de existir um paciente compatível), a doação pode ocorrer de duas formas: pelo osso da bacia ou por doação de sangue periférico.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-small-font-size">&#8211; Transplante de medula óssea pelo osso da bacia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa modalidade, o paciente precisa ir até o centro cirúrgico para extrair do osso da bacia a quantidade de medula necessária para realizar o transplante de acordo com o peso do paciente que vai receber a doação. O procedimento é feito com anestesia e considerado indolor. Pode haver apenas um incômodo nos dias seguintes, mas que pode ser controlado com analgésicos, se necessário.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-small-font-size">&#8211; Transplante por doação por sangue periférico </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ocorre quando o doador é estimulado com uma medicação para que as células-tronco da medula óssea caiam na corrente sanguínea. A partir disso, é feita a coleta por meio de aférese – procedimento que separa os componentes do sangue, como as plaquetas, glóbulos vermelhos ou plasma, por meio de centrifugação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da centrifugação do sangue e divisão em camadas, coleta-se na camada onde se concentram os leucócitos. A partir daí, as células-tronco hematopoéticas são separadas, tratadas e congeladas até o momento da transfusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento para o doador é indolor.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Como fica a medula do doador depois da doação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O corpo do doador de medula óssea se recupera rapidamente e pode voltar às atividades normais em poucos dias. Isso porque as células se renovam a cada 30 dias – por isso, é possível uma mesma pessoa doar medula óssea mais de uma vez, se desejar.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Qual é a eficácia para o paciente de leucemia pós-transplante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista do A.C.Camargo, a eficácia é heterogênea. Ou seja, varia de acordo com o tipo da doença e o estado do paciente quando foi para o transplante: se é uma pessoa mais jovem ou mais idosa; se conseguiu controlar a doença adequadamente e foi para o transplante em remissão; se conseguiu se manter clinicamente bem, apesar de ter recebido quimioterapia antes, e vai para o transplante com uma reserva melhor; entre outros fatores.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Schmidt Filho faz questão de pontuar que os casos de rejeição são raros. “Esse é um cenário atípico. Normalmente, ao realizar a quimioterapia em altas doses para preparar o paciente para receber a medula(&#8230;). Isso faz com que o paciente não tenha frente para brigar com uma nova medula que está recebendo. A rejeição representa menos de 5% dos casos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o especialista, caso haja rejeição, o paciente pode ser submetido a um novo transplante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre a leucemia e o fevereiro laranja. Leia também: <a href="https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/fevereiro-laranja-mes-dedicado-a-conscientizacao-sobre-a-leucemia/"><strong>Fevereiro Laranja: mês dedicado à conscientização sobre a leucemia</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Doação de medula óssea, um ato que salva vidas</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/saude-da-saude/doacao-de-medula-ossea-um-ato-que-salva-vidas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
		<category><![CDATA[medula]]></category>
		<category><![CDATA[medula óssea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A doação de medula óssea pode ser decisiva no tratamento de alguém. Na semana de conscientização, incentivamos o cadastro de doadores com histórias de pacientes que tiveram as vidas transformadas pela doação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Celebrada em todo o país de 14 a 21 de dezembro, a Semana de Mobilização Nacional para a Doação de Medula Óssea é uma campanha de conscientização: doar é muito simples, e pode ser decisivo no tratamento de muitos pacientes.</p>
<p>É o caso de Lara que, com apenas 1 ano e 7 meses de idade, foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda (LMA), o tipo mais comum e mais agressivo da doença. O diagnóstico veio já nos primeiros sintomas: manchinhas roxas nas pernas e nos joelhos, não conseguia mais andar e reclamava muito de dor. Fez os primeiros exames em uma unidade de saúde pública e, devido ao agravamento do seu estado, acabou sendo internada em um hospital da região de Aruana, no Rio de Janeiro, onde mora. Foi quando o médico informou à família que a criança precisaria de um transplante de medula óssea (TMO) e teria de começar a quimioterapia o quanto antes.</p>
<p>O baque da notícia só foi amenizado cerca de quatro meses depois, quando os pais receberam o resultado do teste de que a filha mais nova do casal era compatível com a irmã. Lara foi transferida para o Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR) onde o transplante foi realizado.</p>
<p>Diferentemente de Lara, cerca de 650 brasileiros estão em busca de um doador não aparentado para passarem por um TMO, ainda que considerando as mais de 5,5 milhões de pessoas cadastradas no Redome &#8211; Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea. Mesmo dentro da família, a chance de conseguir alguém 100% compatível é de apenas 25%.</p>
<p>Em 2021, ano em que o Serviço de Transplante de Medula Óssea do Pequeno Príncipe completou uma década de funcionamento, foram realizados 73 procedimentos, e 33% deles foram de doadores não aparentados. “Mas se esta chance for pequena ou a disponibilidade não for imediata, temos experiência para prosseguir com outros tipos de doadores”, conta a médica-chefe do serviço, Carmem Maria Sales Bonfim.</p>
<p>Essa era a condição de Maria Eduarda, 13 anos, de Dionísio Cerqueira (SC). Seus pais mobilizaram aproximadamente 300 pessoas para se cadastrarem no Redome, mas ninguém completamente compatível foi localizado. A equipe médica do Pequeno Príncipe decidiu então realizar o transplante com a medula do pai de Duda – que era 50% compatível. “O procedimento em si foi muito tranquilo, e recebemos a melhor notícia de todas quando descobrimos que a medula tinha funcionado! Foi uma nova chance para nossa família”, diz Uilson Fransozi, o pai da adolescente que venceu a leucemia durante a pandemia.</p>
<p><strong>O que é preciso para ser um doador de medula óssea?</strong><br />
– ter entre 18 e 35 anos para efetuar seu cadastro;<br />
– estar em bom estado geral de saúde;<br />
– não ter doença infecciosa ou incapacitante;<br />
– não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico.</p>
<p>Outras complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisadas caso a caso. Se você quer ser um doador, procure o hemocentro do seu estado para mais informações. E, se já for doador, lembre-se de manter o seu cadastro atualizado no Redome.</p>
<p><em>Fonte: Hospital Pequeno Príncipe</em></p>
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