Cientistas temem que chicungunha repita febre amarela e vire epidemia

5 de abril, 2019

Vigilância sanitária ‘precisa ser feita nas matas, com mosquitos e macacos’, alertam pesquisadores

RIO — O vírus chicungunha segue o caminho da febre amarela e ameaça se tornar silvestre no Brasil. Uma vez instalado nas florestas, ele se tornaria impossível de erradicar no país, pois, diferentemente da febre amarela, não existe vacina contra ele.

Este é o alerta feito por cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e do Instituto Pasteur, na França, que são autores de uma pesquisa publicada nesta quinta-feira, dia 4.

— Mais do que nunca, vigilância sanitária é crucial, e ela também precisa ser feita nas matas, com mosquitos e macacos — afirma Lourenço, chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do IOC.

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem, com os detalhes sobre a descoberta e as dicas dos pesquisadores sobre o que deve ser feito para conter o avanço do vírus pelas matas.

Fonte: O Globo

Data:04/04/2019

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