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	<title>Arquivos Notícias Anahp - Anahp</title>
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	<lastBuildDate>Thu, 25 Jun 2026 14:46:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Notícias Anahp - Anahp</title>
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	<item>
		<title>Treinamento e padronização são fundamentais para o uso seguro de novas tecnologias</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/treinamento-e-padronizacao-sao-fundamentais-para-o-uso-seguro-de-novas-tecnologias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 18:52:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia pode ampliar as possibilidades de tratamento, mas seu impacto depende de como ela é incorporada à prática clínica. No dia 23 de junho, a Anahp realizou mais uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>A tecnologia pode ampliar as possibilidades de tratamento, mas seu impacto depende de como ela é incorporada à prática clínica.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 23 de junho, a Anahp realizou mais uma <strong>edição do Café da Manhã, desta vez em parceria com a Boston Scientific</strong>, para discutir <strong>educação médica contínua, qualidade assistencial e segurança do paciente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação foi <strong>conduzida por Wanessa Awata</strong>, especialista clínica da Boston Scientific, e abordou como a atualização tecnológica exige treinamento estruturado, padronização de procedimentos e preparo das equipes para o uso seguro de novas tecnologias em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em resumo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia pode ampliar as possibilidades de tratamento, mas seu impacto depende da forma como entra na prática clínica. No debate, a <strong>educação médica contínua apareceu como parte da qualidade assistencial</strong>, especialmente em <strong>áreas de alta complexidade, como cardiologia e eletrofisiologia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Tecnologia nova exige preparo da equipe</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação de uma nova tecnologia é uma etapa importante, mas não encerra o processo de incorporação. Para chegar ao paciente com segurança, a inovação precisa ser acompanhada por treinamento, protocolos, suporte técnico e atualização prática das equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ponto central:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A tecnologia precisa ser conhecida por quem indica</li>



<li>O procedimento precisa ser entendido por quem executa</li>



<li>A equipe precisa saber como agir durante a curva de aprendizado</li>



<li>O hospital precisa organizar estrutura, fluxo e processos</li>



<li>A decisão clínica precisa estar apoiada em evidências</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Falta de treinamento aumenta a variabilidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacitação insuficiente foi apresentada como um risco para a rotina hospitalar. Sem treinamento estruturado, a curva de aprendizado pode ser mais lenta e menos previsível, e isso aumenta a variação entre profissionais, procedimentos e equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impactos possíveis</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior tempo de procedimento</li>



<li>Maior consumo de recursos</li>



<li>Mais variabilidade técnica</li>



<li>Complicações evitáveis</li>



<li>Experiência inconsistente para o paciente</li>



<li>Menor previsibilidade para sala, leito e fluxo assistencial</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para hospitais, esse ponto afeta segurança, eficiência e gestão da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Educação contínua organiza a prática clínica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O treinamento deve ir além de uma apresentação sobre o produto ou a técnica. A <strong>educação estruturada combina diferentes formatos, de acordo com a complexidade do procedimento e o estágio de adoção da tecnologia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Formatos citados</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Congressos</li>



<li>Proctorias</li>



<li>Discussão de casos</li>



<li>Simulações</li>



<li>Treinamentos hands-on</li>



<li>Capacitações pré-procedimento</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultados esperados</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uso correto da tecnologia</li>



<li>Padronização de processos</li>



<li>Indicação mais precisa</li>



<li>Decisões clínicas mais seguras</li>



<li>Menor variação entre equipes</li>



<li>Melhor acompanhamento dos resultados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, educação contínua funciona como <strong>mecanismo de redução de risco.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Eletrofisiologia mostra esse desafio na prática</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação usou a eletrofisiologia como exemplo de uma área em rápida evolução tecnológica. O caso discutido foi a ablação por campo elétrico pulsado para tratamento da fibrilação atrial. A tecnologia foi apresentada como parte de uma mudança importante no tratamento, com foco em segurança e eficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O exemplo ilustra três pontos importantes:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evidência</strong><br>Novas tecnologias precisam ser sustentadas por dados de segurança, eficácia e acompanhamento de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Treinamento</strong><br>Equipes precisam conhecer o fluxo do procedimento antes da adoção ampla.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Padronização</strong><br>Protocolos bem definidos ajudam a reduzir variação técnica e acelerar a curva de aprendizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os benefícios associados ao treinamento, foram citados <strong>maior reprodutibilidade, mais previsibilidade, melhor fluxo de pacientes, menor tempo de sala e uso mais eficiente de recursos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Segurança do paciente depende de várias partes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A incorporação segura de novas tecnologias envolve diferentes responsabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Médicos:</strong><br>Avaliam a indicação, tomam decisões clínicas e aplicam a tecnologia no procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Hospitais:</strong><br>Garantem estrutura, processos, equipe preparada e fluxo assistencial adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indústria:</strong><br>Gera evidências, oferece treinamento, apoia a adoção e dá suporte técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Auditoria:</strong><br>Analisa o uso da tecnologia com base em evidências e critérios técnicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pacientes:</strong><br>Participam com adesão, comunicação e envolvimento no próprio cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança do paciente melhora quando essas responsabilidades estão alinhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para a gestão hospitalar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão aponta uma agenda prática para as instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pontos para acompanhar</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como novas tecnologias são incorporadas ao hospital</li>



<li>Quem recebe treinamento antes dos primeiros procedimentos</li>



<li>Como a curva de aprendizado é acompanhada</li>



<li>Quais protocolos orientam a equipe</li>



<li>Como a indicação clínica é avaliada</li>



<li>Quais evidências sustentam a adoção</li>



<li>Como os resultados são monitorados depois da implantação</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A educação médica contínua precisa entrar na rotina de qualidade, segurança e gestão assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ganho vem do uso correto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Novas tecnologias podem melhorar desfechos, reduzir tempo de procedimento, otimizar recursos e ampliar a previsibilidade da operação. Mas esse ganho depende da preparação das equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A inovação gera mais valor quando vem acompanhada de treinamento, indicação adequada, protocolos claros, suporte técnico e acompanhamento dos resultados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer mais detalhes? Assista na íntegra:</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Cibersegurança entra na rotina dos hospitais</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/ciberseguranca-entra-na-rotina-dos-hospitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 14:16:47 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.anahp.com.br/?post_type=noticia&#038;p=27410</guid>

					<description><![CDATA[<p>Jornada Digital Anahp discutiu proteção de dados, fornecedores, resposta a incidentes e medidas para reduzir riscos digitais em ambientes hospitalares A digitalização tornou os hospitais mais conectados e mais dependentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Jornada Digital Anahp discutiu proteção de dados, fornecedores, resposta a incidentes e medidas para reduzir riscos digitais em ambientes hospitalares</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A digitalização tornou os hospitais mais conectados e mais dependentes de sistemas para manter a assistência funcionando. Prontuários, exames, prescrições, dispensação de medicamentos, fluxos administrativos, equipamentos médicos e canais de relacionamento dependem de ambientes digitais seguros e disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o tema do segundo encontro da Jornada Digital Anahp de junho, mês dedicado a Tecnologia e Inovação Digital, realizado em parceria com a MV. No especial que marca os 25 anos da Anahp, a conversa tratou de cibersegurança e proteção de dados em ambientes hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Participaram:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Flávia Brito, CEO da Bidhealth</li>



<li>Shenandoan Daur, CIO do Real Hospital Português</li>



<li>Thiago Cachello, gerente de Tecnologia da Informação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz</li>



<li>Leandro Ribeiro, gerente executivo de Defesa Cibernética do Hospital Sírio-Libanês, na moderação</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. O risco para exames, prontuários e cirurgias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ataque digital pode atrasar exames, bloquear prontuários, comprometer prescrições, afetar a dispensação de medicamentos e pressionar filas de atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando sistemas críticos ficam indisponíveis, a instituição precisa acionar planos de contingência. Sem preparo, a operação fica mais lenta, com mais retrabalho e maior risco de falhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Antes de uma indisponibilidade, o hospital precisa saber:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quais sistemas sustentam a assistência direta ao paciente</li>



<li>Quais serviços são mais sensíveis à interrupção</li>



<li>Como exames, prescrições e prontuários funcionam em contingência</li>



<li>Quem define prioridades durante uma crise</li>



<li>Como documentar decisões e ações durante o incidente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. O papel da liderança na gestão do risco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A área de tecnologia identifica ameaças, implanta controles e conduz a resposta técnica. A decisão sobre o risco aceito pertence à liderança, pois envolve investimento, prioridade, continuidade assistencial, impacto financeiro, exposição jurídica e reputação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Decisões que precisam sair da área técnica</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quanto risco o hospital aceita</li>



<li>Quais investimentos entram primeiro</li>



<li>Quais sistemas são críticos</li>



<li>Qual impacto assistencial é tolerável</li>



<li>Como o tema entra na matriz de riscos</li>



<li>Como o plano de continuidade incorpora incidentes digitais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Termos técnicos ganham força quando chegam à gestão conectados a efeitos concretos, como cirurgias canceladas, serviços paralisados, dados expostos, fluxos financeiros afetados e risco jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Inventário, acessos e rede na base da prevenção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de soluções sofisticadas, parte do setor ainda precisa consolidar uma base essencial. Isso inclui inventário de ativos, identificação dos sistemas críticos, segmentação de redes, autenticação multifator, revisão de perfis de acesso, controle de terceiros e processos de contingência documentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinais de preparo</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O hospital sabe quais ativos não podem parar</li>



<li>As redes corporativas, assistenciais e de equipamentos estão segmentadas</li>



<li>Os acessos refletem a função real de cada profissional</li>



<li>Fornecedores críticos são avaliados periodicamente</li>



<li>Existem registros de quem acessa dados sensíveis</li>



<li>Os planos de resposta já foram testados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Frameworks como NIST e ISO ajudam a organizar esse percurso. A diferença aparece na execução contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Segurança sem atrapalhar o atendimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando médicos, enfermeiros ou técnicos encontram barreiras excessivas durante o atendimento, cresce o risco de senhas compartilhadas, anotações improvisadas, uso de canais paralelos e descumprimento das políticas internas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caminhos discutidos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Autenticação multifator com melhor desenho de uso</li>



<li>Passwordless</li>



<li>Windows Hello</li>



<li>ZTNA</li>



<li>Segmentação de redes</li>



<li>Automação de transferências de chamadas</li>



<li>Comunicação simples sobre novas regras</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança funciona melhor quando reduz risco e preserva a fluidez da assistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Fornecedores também fazem parte do mapa de risco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hospitais operam em rede. Um fornecedor vulnerável pode abrir caminho para vazamento de dados, interrupção de serviços ou comprometimento da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar nos fornecedores:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem acessa dados sensíveis</li>



<li>Quem acessa sistemas internos</li>



<li>Quais parceiros sustentam processos críticos</li>



<li>Como acessos são concedidos e revogados</li>



<li>Quais exigências de segurança entram em contrato</li>



<li>Como incidentes em fornecedores são comunicados</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A proteção da instituição depende também da maturidade da rede que participa da sua operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Senhas, ligações e informações sensíveis</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Credenciais compartilhadas, dados sensíveis passados por telefone, documentos impressos com informações de pacientes, acessos amplos demais a prontuários e golpes baseados em engenharia social seguem como pontos críticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como reduzir brechas na rotina</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Definir quem acessa, quem compartilha e em quais condições</li>



<li>Restringir acessos conforme a função do profissional</li>



<li>Registrar atividades em sistemas sensíveis</li>



<li>Automatizar pontos vulneráveis do atendimento</li>



<li>Treinar equipes com orientações simples e frequentes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7. Plano de crise antes do incidente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante um incidente, além da resposta técnica, o hospital precisa coordenar assistência, operação, comunicação, jurídico, liderança executiva, pacientes, fornecedores e órgãos reguladores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Respostas que precisam estar prontas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quem integra o comitê de crise</li>



<li>Quem toma decisões operacionais</li>



<li>Quem se comunica com equipes e pacientes</li>



<li>Quem aciona fornecedores</li>



<li>Quem avalia impacto jurídico e regulatório</li>



<li>Como a assistência será mantida</li>



<li>Como a operação será retomada com segurança</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciativas nacionais voltadas à cibersegurança, como o SeneCyber, e comunidades técnicas do setor também entram nessa agenda de preparação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança digital na rotina do hospital</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A cibersegurança hospitalar avança como parte da gestão institucional.</strong> Ela envolve sistemas, dados, infraestrutura, assistência, fornecedores, equipamentos conectados, comunicação e resposta a incidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço depende de controles básicos bem implementados, liderança envolvida, matriz de riscos atualizada, processos claros, equipes treinadas, fornecedores avaliados e planos de continuidade testados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em um setor cada vez mais digital, proteger sistemas significa preservar a capacidade do hospital de atender, tomar decisões, se comunicar e responder com segurança em situações críticas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer mais detalhes? Assista na íntegra:</p>



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<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/noticias/ciberseguranca-entra-na-rotina-dos-hospitais/">Cibersegurança entra na rotina dos hospitais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>8 números para entender o 1º trimestre da saúde suplementar</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/8-numeros-para-entender-o-1o-trimestre-da-saude-suplementar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 21:01:13 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.anahp.com.br/?post_type=noticia&#038;p=27409</guid>

					<description><![CDATA[<p>Balanço Anahp mostra recuperação das operadoras, avanço operacional dos hospitais e pontos de atenção para a sustentabilidade da cadeia Os resultados do primeiro trimestre de 2026 indicam continuidade da recuperação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.anahp.com.br/noticias/8-numeros-para-entender-o-1o-trimestre-da-saude-suplementar/">8 números para entender o 1º trimestre da saúde suplementar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.anahp.com.br">Anahp</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Balanço Anahp mostra recuperação das operadoras, avanço operacional dos hospitais e pontos de atenção para a sustentabilidade da cadeia</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do <strong>primeiro trimestre de 2026</strong> indicam continuidade da recuperação econômico-financeira das operadoras de planos de saúde. A leitura foi apresentada no Anahp Ao Vivo “Os números contam toda a história?”, que analisou dados divulgados pela ANS e indicadores dos hospitais associados à Anahp.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O debate contou com Luiz Feitoza e Adriano Londres, da Arquitetos da Saúde, e mediação de Evelyn Tiburzio, diretora técnica da Anahp.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Operadoras seguem em recuperação</strong><br>Resultado ajustado, sinistralidade menor e VCMH em desaceleração indicam melhora financeira.</li>



<li><strong>Hospitais operam melhor</strong><br>Ocupação maior e menor permanência média apontam ganho de eficiência assistencial.</li>



<li><strong>Prestadores ainda sentem pressão financeira</strong><br>EBITDA, prazo médio de recebimento e glosas mantêm impacto sobre caixa, previsibilidade e capacidade de investimento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira os principais números:</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>R$ 7,59 bilhões<br>Resultado ajustado das operadoras</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem o efeito não recorrente de uma provisão extraordinária, o resultado líquido das operadoras chegaria a cerca de R$ 7,59 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong><br>A recuperação das operadoras parece mais forte do que o número consolidado sugere.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar</strong><br>Operadoras financeiramente saudáveis contribuem para a estabilidade da cadeia. O ponto de atenção é saber em que ritmo essa recomposição será percebida pelos prestadores.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>80,8%<br>Sinistralidade menor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sinistralidade caiu para 80,8% no primeiro trimestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong><br>A relação entre receitas e despesas assistenciais está menos pressionada para as operadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar</strong><br>A melhora ajuda a explicar os resultados positivos do setor, mas precisa ser lida junto com os indicadores dos hospitais, que ainda mostram pressão sobre margem e caixa.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>5%<br>Custos em desaceleração</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A variação dos custos médico-hospitalares desacelerou para 5,02%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong><br>Os custos assistenciais seguem em alta, mas em ritmo menor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar</strong><br>A desaceleração ajuda a explicar a queda da sinistralidade. Ainda assim, reajustes, contratos e impacto para contratantes seguem como pontos sensíveis.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>76,8%<br>Ocupação hospitalar maior</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de ocupação dos hospitais associados subiu para 76,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong><br>O número indica melhor uso da capacidade instalada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar</strong><br>Ocupação maior pode ajudar a diluir custos fixos, mas ainda não tem sido suficiente para recompor os indicadores financeiros dos hospitais.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>3,72 dias<br>Menor permanência da série</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A permanência média caiu para 3,72 dias, o menor nível da série histórica acompanhada pela Anahp.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong><br>O indicador aponta ganho de eficiência na gestão de leitos, no fluxo de internação e na organização das altas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar</strong><br>A redução da permanência média precisa caminhar junto com segurança, qualidade assistencial e bons desfechos para os pacientes.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>9,4%<br>Eficiência ainda sem alívio financeiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O EBITDA apurado preliminarmente, com base nos hospitais que já haviam informado os dados no sistema, ficou em 9,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong><br>Hospitais operam melhor, mas ainda não conseguem transformar essa eficiência em alívio financeiro proporcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar</strong><br>A pressão sobre o EBITDA afeta investimento, atualização tecnológica, expansão de serviços e preparação para novas demandas assistenciais.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>74 dias<br>Recebimento ainda longo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo médio de recebimento permaneceu próximo de 74 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong><br>Os hospitais continuam financiando parte relevante da operação antes de receber pelos serviços já prestados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar</strong><br>Prazos elevados pressionam capital de giro, fornecedores, planejamento financeiro e previsibilidade da operação.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>1,5% a 1,6%<br>Glosa final estável</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A glosa final permanece entre 1,5% e 1,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática</strong><br>O percentual final é baixo, mas a glosa inicial ainda alcança patamares elevados e parte desses valores é revertida apenas ao longo das negociações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que observar</strong><br>Mesmo quando a glosa é revertida, há impacto sobre caixa, previsibilidade e relação contratual entre operadoras e prestadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dois dados para completar a leitura do trimestre</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>17% de Peona nas cinco maiores operadoras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Peona (Provisão Para Eventos Ocorridos e Não Avisados) chegou a cerca de 17% do custo assistencial per capita entre as cinco maiores operadoras. O indicador merece atenção porque se relaciona a eventos ocorridos e ainda não avisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua evolução deve ser acompanhada junto com crescimento de beneficiários, fluxo de caixa, sinistralidade e resultado das operadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>59% em fee-for-service</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fee-for-service permanece como principal formato de pagamento das contas médicas, próximo de 59%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre modelos de remuneração segue aberta. O ponto central é avaliar se a forma de pagamento melhora o cuidado, reduz atritos, aumenta previsibilidade e gera resultados concretos para pacientes, operadoras e prestadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para ficar no radar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crescimento de beneficiários</strong><br>Pode influenciar receita, sinistralidade, reservas e resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo de recebimento e glosas</strong><br>Continuam afetando caixa e previsibilidade dos hospitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>EBITDA hospitalar</strong><br>Será um indicador importante para medir se a eficiência operacional começa a chegar à margem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Modelos de remuneração</strong><br>Precisam ser avaliados pelo impacto real sobre cuidado, previsibilidade e sustentabilidade da cadeia.</p>
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		<title>Ventilação mecânica guiada por dados: perguntas para entender o que muda na UTI</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/ventilacao-mecanica-guiada-por-dados-perguntas-para-entender-o-que-muda-na-uti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:57:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Confira as principais perguntas respondidas por Eder Pacheco durante o Café da Manhã da Anahp, realizado em parceria com a White Martins, sobre o futuro da ventilação mecânica nas UTIs. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Confira as principais perguntas respondidas por Eder Pacheco durante o Café da Manhã da Anahp, realizado em parceria com a White Martins, sobre o futuro da ventilação mecânica nas UTIs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fisioterapeuta do Departamento de Pacientes Graves do Einstein Hospital Israelita e pesquisador colaborador LIM-09 na Faculdade de Medicina da USP, Eder explicou como dados, curvas e monitorização pulmonar podem apoiar decisões mais precisas em pacientes críticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que discutir ventilação mecânica agora?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque os ventiladores mecânicos oferecem cada vez mais informações para as equipes. Curvas, gráficos, alarmes, índices e dados de mecânica respiratória fazem parte da rotina da UTI. O ponto crítico está em interpretar essas informações e transformá-las em conduta clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Os ventiladores mecânicos vêm acrescentando cada vez mais informações à rotina assistencial, mas muitos profissionais ainda não estão suficientemente treinados para interpretá-las”.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os hospitais, esse ponto envolve treinamento, protocolos, educação permanente e integração entre tecnologia e prática assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que mudou na ventilação mecânica nas últimas décadas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ventilação mecânica moderna foi construída a partir de décadas de pesquisa sobre fisiologia pulmonar e segurança do paciente. Um dos marcos foi o avanço da ventilação protetora, que mostrou a importância de reduzir danos associados ao próprio uso do ventilador. Mas a adoção de novas evidências pela prática clínica costuma ser lenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Em média, no mundo, leva 15 anos para as pessoas começarem a praticar o que mostrou agora a redução de mortalidade”.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse intervalo ajuda a explicar por que conceitos hoje considerados fundamentais demoraram a chegar de forma ampla às UTIs.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ventilação protetora é só usar 6 ml/kg?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O volume corrente de 6 ml/kg teve papel importante na consolidação da ventilação protetora. Sua aplicação, porém, precisa considerar as características de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eder chamou atenção para uma contradição comum na prática clínica: embora a individualização seja um discurso frequente na medicina, muitos pacientes ainda recebem ajustes padronizados, como o uso de 6 ml/kg a partir do peso ideal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto não é descartar esse parâmetro, mas reconhecer que pacientes com características pulmonares diferentes podem responder de maneiras distintas aos mesmos ajustes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática, a individualização exige observar:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• condição clínica do paciente;<br>• mecânica respiratória;<br>• complacência;<br>• resposta aos ajustes ventilatórios;<br>• risco de colapso ou hiperinsuflação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que o pulmão não pode ser tratado como uma estrutura homogênea?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque o pulmão não se comporta da mesma forma em todas as regiões. A gravidade, a posição do paciente e a própria doença pulmonar fazem com que diferentes áreas tenham respostas diferentes à ventilação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em pacientes graves, o pulmão pode reunir ao mesmo tempo:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• regiões normalmente ventiladas;<br>• áreas parcialmente recrutadas;<br>• alvéolos colapsados;<br>• áreas sob risco de hiperinsuflação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que o ventilador trabalha com medidas globais. Pressão, volume e complacência mostram o comportamento médio do sistema respiratório, mas não revelam tudo o que acontece em cada região do pulmão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferença entre a leitura global do ventilador e o comportamento regional do pulmão é uma das razões para o avanço de métodos de monitorização mais detalhados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é o papel da PEEP?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A PEEP, ou pressão positiva expiratória final, ajuda a manter os alvéolos abertos ao final da expiração. Ela reduz o fechamento repetitivo de unidades alveolares e contribui para estabilizar o pulmão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proteção pulmonar depende tanto de limitar a pressão de distensão quanto da prevenção de ciclos repetidos de abertura e fechamento alveolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão atual está em identificar o nível mais adequado de PEEP para cada paciente. Uma pressão baixa pode favorecer colapso. Uma pressão alta pode provocar hiperinsuflação em áreas já abertas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a escolha da PEEP precisa considerar fisiologia, resposta individual e informações obtidas à beira do leito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que a curva pressão-volume ajuda a mostrar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A curva pressão-volume permite observar a relação entre a pressão aplicada e o volume mobilizado pelo sistema respiratório. Ela ajuda a avaliar o comportamento mecânico do pulmão e pode apoiar decisões sobre recrutamento, colapso e complacência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta fez parte da história da ventilação protetora e voltou ao debate com a possibilidade de integração a tecnologias mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na prática, a curva pode ajudar a responder perguntas como:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• o pulmão está recrutando com determinado ajuste?<br>• há sinais de colapso?<br>• existe risco de hiperinsuflação?<br>• a PEEP escolhida faz sentido para aquele paciente?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A curva, isoladamente, não define a conduta. Ela precisa ser interpretada junto com o quadro clínico e outros dados disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como a impedância elétrica entra nessa discussão?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tomografia por impedância elétrica permite acompanhar a distribuição regional da ventilação à beira do leito. Com ela, a equipe consegue observar como diferentes regiões do pulmão respondem aos ajustes ventilatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esse recurso ajuda a enxergar aspectos que os parâmetros globais do ventilador não mostram com a mesma precisão, como:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• distribuição regional da ventilação;<br>• recrutamento alveolar;<br>• colapso;<br>• hiperinsuflação;<br>• resposta a diferentes níveis de PEEP.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração entre ventiladores mecânicos e tecnologias de monitorização avançada amplia a capacidade de avaliar o comportamento pulmonar à beira do leito. Para os hospitais, o ganho está em apoiar decisões mais individualizadas, especialmente em pacientes graves.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Todo paciente precisa de titulação individualizada da PEEP?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente. A titulação individualizada deve ser indicada com critério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto central é identificar quais pacientes podem se beneficiar mais de uma avaliação detalhada. Em geral, esse debate ganha força em casos mais graves, com maior instabilidade pulmonar ou resposta menos previsível aos parâmetros tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses cenários, a monitorização avançada pode ajudar a escolher ajustes mais seguros e coerentes com o comportamento real do pulmão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que muda para as equipes da UTI?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muda a exigência de interpretação. A equipe precisa saber operar o ventilador, mas também compreender o que os dados significam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem situações em que o ventilador alarma, a equipe desconecta o paciente, usa a bolsa-válvula-máscara e interpreta a melhora imediata como solução. O problema é que, nesses casos, o equipamento pode estar alertando para uma condição inadequada de ventilação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse exemplo mostra que tecnologia sem leitura clínica pode gerar ruído. O dado precisa ser entendido dentro do contexto do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que os hospitais precisam observar a partir desse debate?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista institucional, o debate aponta para uma agenda prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alguns pontos merecem atenção:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• capacitação das equipes para leitura de curvas, alarmes e dados do ventilador;<br>• protocolos que indiquem quando reavaliar PEEP e outros parâmetros;<br>• integração entre médicos, fisioterapeutas, enfermagem e equipes de qualidade;<br>• critérios claros para uso de monitorização avançada em pacientes graves;<br>• avaliação crítica de novas tecnologias antes da incorporação à rotina.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema também reforça a importância da educação continuada. <strong>Quanto mais informação o ventilador oferece, maior precisa ser a capacidade da equipe de interpretar esses dados com segurança.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer mais detalhes? Assista à íntegra do Café da Manhã da Anahp: </p>



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<iframe title="Café da Manhã com White Martins | O futuro da ventilação mecânica já começou!" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/Yx8sIUQT76M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Saúde 2050: 10 tendências que ajudam a entender o futuro da assistência</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/saude-2050-10-tendencias-que-ajudam-a-entender-o-futuro-da-assistencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:01:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pensar a saúde em 2050 exige olhar para além das tecnologias que costumam ocupar o centro das previsões. Inteligência artificial, sensores, robôs, plataformas digitais e novos tratamentos farão parte do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Pensar a saúde em 2050 exige olhar para além das tecnologias que costumam ocupar o centro das previsões. Inteligência artificial, sensores, robôs, plataformas digitais e novos tratamentos farão parte do setor. Mas o ponto decisivo será como hospitais, operadoras, profissionais, empresas e governos vão reorganizar o cuidado diante de uma população mais longeva, custos crescentes e novas expectativas dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o fio condutor do evento <strong>Saúde 2050 – Tecnologia, comportamento e sistemas</strong>, promovido pela Anahp em parceria com o Futuro da Saúde. A programação reuniu lideranças e especialistas para discutir como a saúde poderá ser vivida, acessada, financiada e estruturada nos próximos 25 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, reunimos 10 tendências que apareceram no debate e ajudam a organizar a conversa sobre o futuro da saúde. Veja a lista dos participantes no final do texto.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>1. A tecnologia só terá impacto se vier acompanhada de mudança no cuidado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de inteligência artificial, robôs, sensores, <em>wearables</em> e plataformas digitais vai crescer na saúde. Ainda assim, a tecnologia não resolve, sozinha, problemas antigos de acesso, custo, fragmentação e desperdício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção de novas ferramentas precisa vir acompanhada de revisão de processos, integração de dados, treinamento das equipes e clareza sobre o problema que se pretende resolver. Sem isso, a inovação pode apenas acrescentar mais uma camada de complexidade a modelos que já dão sinais de esgotamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro da saúde dependerá da capacidade de usar as novas ferramentas para melhorar decisões clínicas, reduzir atrasos, apoiar a prevenção e tornar o cuidado mais coordenado.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>2. O setor terá de olhar mais para o sistema</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Hospitais, operadoras, laboratórios, clínicas, indústria e empresas de tecnologia avançaram em suas próprias agendas. Cada elo mede seus resultados, controla seus custos e busca sua eficiência. O paciente, porém, circula entre todos eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das questões centrais deste cenário é a falta de indicadores comuns para avaliar a saúde como sistema. Ainda se mede muito a performance de cada organização e pouco aquilo que atravessa a experiência do paciente, como desfechos, diagnóstico precoce, internações evitáveis, continuidade do cuidado, acesso oportuno e capacidade de prevenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>3. A prevenção terá de ocupar o centro da organização assistencial</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, prevenção foi tratada como tema desejável, mas muitas vezes lateral. Essa posição deve mudar. Com envelhecimento populacional, aumento das doenças crônicas e pressão sobre os custos, o sistema terá de atuar antes do agravamento das condições de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa acompanhar riscos com mais regularidade, fortalecer a atenção primária, antecipar diagnósticos, monitorar pacientes fora do hospital e criar incentivos para manter as pessoas saudáveis por mais tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança exige dados, coordenação, modelos de remuneração mais bem desenhados e capacidade de acompanhar o paciente ao longo do tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>4. O domicílio deve ganhar espaço como ambiente de cuidado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Parte relevante do cuidado deve acontecer fora das estruturas tradicionais. Monitoramento remoto, exames mais simples, dispositivos conectados, teleatendimento, assistência domiciliar, farmácias digitais e entrega de medicamentos apontam para um modelo em que a casa tem papel mais ativo na saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento pode reduzir deslocamentos desnecessários, melhorar o acompanhamento de condições crônicas e reservar o hospital para situações que realmente exigem estrutura intensiva, equipes especializadas e tecnologia de alta complexidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>5. O paciente será mais ativo na própria saúde</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O paciente de 2050 deve ter mais informação, mais dados e mais canais de contato com serviços de saúde. Aplicativos, sensores, assistentes digitais e plataformas de atendimento já estão mudando a forma como as pessoas acompanham sinais do corpo, buscam orientação e tomam decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento amplia o autocuidado, mas também cria um desafio. Informação disponível não significa, necessariamente, informação bem interpretada. Por isso, o papel das instituições de saúde também será cada vez mais ajudar o paciente a navegar o sistema, interpretar sinais, reconhecer riscos e acessar o cuidado adequado no momento certo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>6. Dados contínuos mudarão a forma de acompanhar pessoas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço dos dispositivos conectados e das plataformas digitais aponta para um acompanhamento mais contínuo, com dados sobre sono, atividade física, frequência cardíaca, comportamento, adesão a tratamentos e mudanças de padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas informações podem ajudar a identificar riscos antes que eles se agravem. Também podem apoiar o cuidado de pacientes crônicos, orientar intervenções mais precisas e reduzir lacunas entre uma consulta e outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio será separar dado útil de ruído. Para que esse movimento avance, será preciso garantir qualidade da informação, privacidade, validação clínica e integração com prontuários e fluxos assistenciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>7. A confiança será uma disputa cada vez mais relevante</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que novos canais entram na saúde, cresce a disputa por quem será o primeiro ponto de contato do paciente. Essa relação pode começar em uma operadora, em um hospital, em um aplicativo, em uma farmácia digital, em um buscador, em um <em>wearable</em> ou em um assistente de inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, confiança passa a ser um ativo decisivo. A tendência é o paciente valorizar quem oferece orientação clara, acesso simples, resposta rápida e continuidade. Será preciso ser reconhecido como fonte segura em momentos de dúvida, desconforto ou decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para instituições de saúde, isso reforça a importância de reduzir atritos, qualificar a comunicação e construir relações mais consistentes com pacientes, familiares e profissionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>8. Novos entrantes vão disputar a porta de entrada da saúde</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde já não começa apenas no consultório, no hospital ou na central de atendimento da operadora. Ela pode começar em uma busca no celular, em uma compra de medicamento, em uma conversa com um assistente digital, em um alerta de relógio ou em uma plataforma de serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que não nasceram na saúde tradicional têm escala, dados, relacionamento frequente com consumidores e capacidade de criar experiências simples. Isso pode mudar a forma como as pessoas acessam orientação, medicamentos, exames, consultas e acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para hospitais, operadoras e prestadores, o risco não está apenas na chegada de novos concorrentes. Está também na perda da relação cotidiana com o paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>9. O Brasil precisará construir um futuro compatível com a sua realidade</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, as mudanças terão de conviver com desigualdades regionais, diferenças de acesso, limitações de infraestrutura e a convivência entre saúde pública e suplementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um modelo que funciona em grandes centros pode não servir para áreas rurais, periferias urbanas ou regiões com baixa oferta de profissionais. Da mesma forma, tecnologias avançadas terão pouco efeito se não forem acompanhadas de dados integrados, regulação adequada, financiamento viável e formação das equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde de 2050, no Brasil, dependerá da capacidade de combinar ambição tecnológica com soluções aplicáveis aos muitos contextos do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>10. O financiamento terá de acompanhar a mudança do cuidado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde de 2050 também será definida pelo que poderá ser financiado de forma sustentável. Se o cuidado deve ser mais preventivo, remoto, contínuo e orientado por dados, o financiamento também terá de mudar. Modelos baseados apenas em volume de procedimentos ou em respostas tardias ao adoecimento terão dificuldade para sustentar a saúde das próximas décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão passa por remuneração, incorporação tecnológica, compartilhamento de riscos, uso de evidências, integração entre público e privado e maior clareza sobre quais resultados o sistema quer financiar.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Um futuro que começa nas decisões de agora</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os dez movimentos apontam que a saúde dos próximos 25 anos será moldada por escolhas feitas no presente. Tecnologia, dados e novos modelos de atendimento terão papel importante, mas a mudança dependerá da forma como o setor organiza o cuidado, mede resultados, financia a prevenção e constrói relações de confiança com os pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para lideranças da saúde, o debate deixa uma provocação prática. Pensar 2050 não significa prever cada detalhe do futuro. Significa identificar quais decisões já não podem ser adiadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Veja nossa galeria de fotos e saiba quem participou do encontro e contribui com ideias e visões para o futuro do setor:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eduardo Amaro</strong>, presidente do Conselho de Administração da Anahp<br><strong>Natalia Cuminale</strong>, fundadora do Futuro da Saúde<br><strong>Paulo Chapchap</strong>, diretor médico do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS)<br><strong>Fabrício Campolina</strong>, consultor e especialista em tecnologia<br><strong>Guilherme Azevedo</strong>, cofundador da Alice<br><strong>Martha Oliveira</strong>, CEO do Laços Saúde e ex-diretora-presidente da ANS<br><strong>Otávio Penatti</strong>, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento em IA para saúde e bem-estar no Centro de P&amp;D da Samsung no Brasil<br><strong>Vitor Hugo Blumenthal</strong>, iFood Farmácia<br><strong>Daniel Greca</strong>, diretor de saúde populacional e inovação do Sírio-Libanês<br><strong>Henrique Neves</strong>, diretor-geral do Einstein<br><strong>Massanori Shibata Jr.</strong>, CEO do dr.consulta<br><strong>Maurício Ceschin</strong>, ex-diretor-presidente da ANS e autor do livro <em>A Saúde dos Planos de Saúde</em> </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>


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class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/cache/remote/www-anahp-com-br/614317456.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-idle"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CB_260615Futuro-da-Saude0089Evento-scaled.jpg" data-attachment-id="27367" data-e-disable-page-transition="true" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/cache/remote/www-anahp-com-br/1043296727.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-idle"><figure class="fg-item-inner"><a 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class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/cache/remote/www-anahp-com-br/1508064898.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-idle"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CB_260615Futuro-da-Saude0301Evento-scaled.jpg" data-attachment-id="27380" data-e-disable-page-transition="true" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/cache/remote/www-anahp-com-br/2706101085.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-idle"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CB_260615Futuro-da-Saude0028Evento-1-scaled.jpg" data-attachment-id="27372" data-e-disable-page-transition="true" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/cache/remote/www-anahp-com-br/3023665174.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-idle"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/2026/06/CB_260615Futuro-da-Saude0034Evento-scaled.jpg" data-attachment-id="27373" data-e-disable-page-transition="true" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/cache/remote/www-anahp-com-br/3318223968.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" 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class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="http://www.anahp.com.br/wp-content/uploads/cache/remote/www-anahp-com-br/1509774805.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div>	</div>
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</div>


<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assista ao debate completo no Youtube:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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			</item>
		<item>
		<title>Saúde conectada exige consenso para transformar interoperabilidade em realidade</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/saude-conectada-exige-consenso-para-transformar-interoperabilidade-em-realidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:47:24 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.anahp.com.br/?post_type=noticia&#038;p=27331</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao longo de seus 25 anos, a Anahp acompanhou transformações profundas na gestão hospitalar, na incorporação de tecnologias e na organização do sistema de saúde brasileiro. A interoperabilidade reúne muitos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de seus 25 anos, a Anahp acompanhou transformações profundas na gestão hospitalar, na incorporação de tecnologias e na organização do sistema de saúde brasileiro. A interoperabilidade reúne muitos desses desafios em uma agenda única que busca integrar informações, ampliar a coordenação do cuidado e criar as bases para uma saúde cada vez mais conectada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tema abriu a Jornada Digital Anahp de junho, que aborda Tecnologia e Inovação Digital. O encontro reuniu representantes do Ministério da Saúde, da iniciativa privada e entidades do setor para discutir os avanços conquistados nos últimos anos e os próximos passos necessários para que a interoperabilidade ganhe escala no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Participaram do debate:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carlos Pedrotti</strong>, presidente da Saúde Digital Brasil (SDB)</li>



<li><strong>Leandro Manassi Panitz</strong>, coordenador-geral de Gestão da Informação Estratégica do Ministério da Saúde</li>



<li><strong>Marco Bego</strong>, diretor-executivo do InovaHC &amp; InRad</li>



<li><strong>Paulo Eduardo Sellera</strong>, diretor do Departamento de Monitoramento, Avaliação e Disseminação de Informações Estratégicas em Saúde (DEMAS)</li>



<li><strong>Marco Aurélio Ferreira</strong>, diretor de Relações Governamentais da Anahp (moderação)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira os principais pontos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desafio agora é construir consenso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A interoperabilidade deixou de ser uma discussão sobre capacidade tecnológica. Os sistemas evoluíram, padrões foram consolidados e a infraestrutura começou a ganhar escala. O desafio agora está na coordenação entre os diferentes atores do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes destacaram o que precisa avançar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Governança para o compartilhamento de informações</li>



<li>Definição de responsabilidades sobre os dados</li>



<li>Segurança jurídica para os envolvidos</li>



<li>Participação dos diferentes segmentos do setor</li>



<li>Padronização nacional de processos e informações</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Não é só um problema tecnológico. É um problema de alinhamento de processo de trabalho no território nacional”</em></strong> &#8211; <em>Paulo Eduardo Sellera</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A interoperabilidade começa a ganhar escala</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes do Ministério da Saúde apresentaram avanços que mostram a evolução da estratégia nacional de saúde digital. A Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) vem ampliando sua capacidade de integração e consolidando uma infraestrutura capaz de conectar informações produzidas em diferentes pontos da rede assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Números apresentados durante o encontro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>4,7 bilhões de registros armazenados na RNDS</li>



<li>Crescimento superior a 500% desde 2022</li>



<li>Mais de 3.500 municípios enviando dados de regulação assistencial</li>



<li>Todos os estados integrados à rede</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Não estamos falando apenas de conectar sistemas. Estamos falando de conectar a jornada do paciente no território”</em></strong> &#8211; <em>Paulo Eduardo Sellera</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A informação precisa acompanhar o paciente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos temas mais recorrentes do debate foi a mudança na forma de enxergar os dados em saúde. Durante muitos anos, os esforços de integração estiveram concentrados em faturamento, regulação e processos administrativos. A interoperabilidade amplia esse horizonte ao incorporar informações clínicas que apoiam a continuidade do cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução abre espaço para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Melhor coordenação assistencial</li>



<li>Menos retrabalho</li>



<li>Redução de exames e procedimentos duplicados</li>



<li>Mais segurança para profissionais e pacientes</li>



<li>Decisões clínicas mais qualificadas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“A informação é do paciente. Ele precisa dessa informação para transitar pelo sistema de saúde como um todo”</em></strong> &#8211; <em>Leandro Manassi Panitz</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes reforçaram que o valor da interoperabilidade está diretamente ligado à capacidade de fazer a informação circular onde ela é necessária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“O cuidado deixa de ser exclusivamente reativo e viabiliza a possibilidade de um acompanhamento mais longitudinal, proativo e preventivo”</em></strong>&#8211; <em>Carlos Pedrotti</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dados de qualidade geram valor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que sistemas passam a compartilhar registros clínicos, cresce a necessidade de garantir consistência, padronização e confiabilidade das informações. Dados incompletos ou inconsistentes comprometem análises, dificultam a continuidade do cuidado e reduzem o valor gerado pelo compartilhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Um dado compartilhado sem critérios adequados de qualidade pode virar ruído para o sistema”</em></strong> &#8211; <em>Carlos Pedrotti</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, ganham relevância temas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Qualificação dos registros clínicos</li>



<li>Padronização de terminologias</li>



<li>Identificação correta dos pacientes</li>



<li>Consistência das bases de dados</li>



<li>Evolução da interoperabilidade semântica</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre interoperabilidade semântica apareceu como uma das agendas mais importantes para os próximos anos, especialmente diante do avanço de ferramentas analíticas e inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A convergência entre os setores abre uma nova etapa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tramitação do projeto de lei sobre interoperabilidade em saúde ocupou parte importante da discussão. Embora o tema esteja em debate há mais de uma década, os participantes destacaram uma aproximação crescente entre governo, prestadores de serviços, operadoras, entidades representativas e empresas de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Hoje estamos mais próximos de um consenso do que já estivemos no passado”</em></strong>&#8211; <em>Marco Bego</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação dos debatedores, essa convergência será fundamental para acelerar a implementação da interoperabilidade e ampliar seus benefícios para todo o sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que precisa avançar nos próximos cinco anos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao discutir os próximos passos dessa transformação, os debatedores destacaram a necessidade de avançar em temas que ainda exigem alinhamento entre os diferentes segmentos do setor, especialmente na definição de padrões, terminologias e modelos capazes de garantir maior consistência na troca e no uso das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“A gente vai precisar consensuar coisas que ainda estão em aberto.” &#8211; </em></strong><em>Leandro Manassi Panitz</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os temas destacados estiveram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consolidação do sumário do paciente</li>



<li>Implementação do sumário de alta hospitalar</li>



<li>Harmonização de terminologias e vocabulários clínicos</li>



<li>Definição de regras mínimas para ampliar o compartilhamento de informações</li>



<li>Consolidação de padrões e terminologias nacionais</li>



<li>Ampliação da adoção de padrões internacionais</li>



<li>Aprovação do marco legal da interoperabilidade</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As prioridades refletem a evolução da agenda. O foco agora está em acelerar a implementação da interoperabilidade e ampliar sua capacidade de gerar valor para pacientes, profissionais e organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma agenda que já começou</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A interoperabilidade já faz parte da transformação digital em curso no sistema de saúde brasileiro. A expansão da RNDS, o avanço das estratégias de saúde digital, o amadurecimento das discussões regulatórias e a aproximação entre os diferentes segmentos do setor mostram que a agenda está em movimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desafios permanecem relevantes, mas o debate mostrou que a interoperabilidade entrou em uma nova fase. A combinação entre infraestrutura, padrões nacionais, amadurecimento regulatório e maior aproximação entre os diferentes atores do setor cria um ambiente mais favorável para ampliar a integração dos dados e fortalecer a jornada do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer mais detalhes? Assista na íntegra:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Jornada Digital | Interoperabilidade como infraestrutura do sistema de saúde" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/_yrggSCcsPo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Anahp Ao Vivo &#124; IA nos hospitais: o desafio começa depois da tecnologia</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/ia-nos-hospitais-o-desafio-comeca-depois-da-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:21:11 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.anahp.com.br/?post_type=noticia&#038;p=27252</guid>

					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial deixou de ser uma aposta distante para se tornar parte dasestratégias de inovação dos hospitais. Ferramentas voltadas à documentação clínica, apoio à decisão, gestão operacional e automação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial deixou de ser uma aposta distante para se tornar parte dasestratégias de inovação dos hospitais. Ferramentas voltadas à documentação clínica, apoio à decisão, gestão operacional e automação de processos já fazem parte da realidade de muitas instituições. Ainda assim, transformar essas iniciativas em resultados concretos continua sendo um desafio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o tema de mais uma edição do Anahp Ao Vivo, realizada em 28 de maio. O encontro também marcou o lançamento do Escritório de IA Anahp, iniciativa do Instituto Anahp voltada a apoiar hospitais na adoção da inteligência artificial de forma estruturada, segura e alinhada às necessidades do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Participantes:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Miguel Trigo, PhD em Inteligência Competitiva</li>



<li>Selma Hirai, coordenadora de Projetos da Anahp</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista Miguel Trigo defendeu que a discussão sobre inteligência artificial precisa avançar para além da escolha de ferramentas. Para ele, o principal desafio está em transformar tecnologia em mudanças efetivas nos processos e na gestão das organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Principais pontos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um espaço para apoiar a adoção da IA na saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura do encontro foi dedicada à apresentação do Escritório de IA Anahp, criado para apoiar hospitais em temas como capacitação, governança, avaliação de soluções e compartilhamento de boas práticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os objetivos da iniciativa estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ampliar o letramento em IA no setor;</li>



<li>apoiar estruturas de governança;</li>



<li>disseminar experiências e casos de uso;</li>



<li>avaliar soluções com potencial de aplicação hospitalar;</li>



<li>facilitar o acesso ao conhecimento por hospitais de diferentes portes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é aproximar a discussão sobre inteligência artificial da realidade das instituições de saúde, ajudando os hospitais a avançar da experimentação para a aplicação prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Muito investimento, pouco impacto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte da apresentação foi dedicada ao contraste entre o crescimento dos investimentos em inteligência artificial e os resultados efetivamente alcançados pelas organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dados apresentados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>88% dos projetos-piloto não chegam à produção;</li>



<li>70% das empresas relatam pouco ou nenhum impacto da IA;</li>



<li>42% abandonaram iniciativas relacionadas à tecnologia em 2025.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação apresentada é que muitas organizações ainda tratam a IA como uma solução isolada, quando os problemas que tentam resolver estão ligados a processos, fluxos de trabalho e modelos de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“Os hospitais não têm um problema de inteligência artificial. Têm um problema de coordenação.” – </em></strong><em>Miguel Trigo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Onde a IA costuma gerar ganhos — e onde costuma decepcionar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma parte importante da discussão foi dedicada aos diferentes níveis de aplicação da IA dentro das organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas iniciativas atuais estão concentradas em atividades específicas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>produção de relatórios;</li>



<li>documentação clínica;</li>



<li>busca de informações;</li>



<li>automatização de tarefas administrativas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses ganhos ajudam a aumentar a produtividade das equipes e reduzir atividades repetitivas. O desafio surge quando a expectativa é que melhorias localizadas sejam suficientes para transformar o desempenho da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores resultados aparecem quando a tecnologia contribui para reorganizar processos completos e melhorar a interação entre diferentes áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os exemplos debatidos estiveram iniciativas relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>coordenação do cuidado;</li>



<li>gestão de agendas e consultas;</li>



<li>integração entre áreas clínicas e administrativas;</li>



<li>redução de retrabalho;</li>



<li>gestão do ciclo de receita.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acelerar tarefas é importante, mas as maiores oportunidades de ganho estão na revisão dos fluxos que conectam essas tarefas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ponto de partida continua sendo o problema</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão mostrou que iniciativas de IA tendem a gerar mais resultado quando partem de um problema claramente definido e de objetivos concretos para pacientes, profissionais e organizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“O paciente não compra um hospital. O paciente procura um progresso.” – </em></strong><em>Miguel Trigo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tecnologia apareceu como um meio para ampliar acesso, melhorar a experiência do paciente, reduzir gargalos operacionais e apoiar decisões clínicas e administrativas — e não como um objetivo em si.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que os hospitais precisam estruturar antes de escalar a IA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da tecnologia, o encontro abordou temas ligados à governança, gestão de riscos e responsabilidade institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pontos destacados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>definição de responsáveis pela governança da IA;</li>



<li>participação de equipes multidisciplinares;</li>



<li>monitoramento do uso informal de ferramentas;</li>



<li>conformidade com a LGPD;</li>



<li>critérios para avaliação de retorno e impacto das iniciativas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de ferramentas de IA por colaboradores sem supervisão institucional — prática conhecida como <em>Shadow AI</em> — é um dos pontos de atenção para as organizações, especialmente em temas relacionados à segurança da informação e proteção de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi reforçada a importância do envolvimento da liderança na definição de prioridades, critérios de uso e acompanhamento dos resultados obtidos com a tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial foi apresentada como um recurso capaz de aumentar produtividade, apoiar decisões e criar novas capacidades para os hospitais. Os resultados mais consistentes, porém, aparecem quando tecnologia, processos, governança e estratégia avançam na mesma direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as lideranças hospitalares, a questão central passa por identificar onde estão os principais gargalos da operação e avaliar como a IA pode contribuir para resolvê-los de forma mensurável. Afinal, o valor da tecnologia não está na quantidade de projetos implementados, mas nos resultados que eles conseguem produzir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assista ao evento na íntegra:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Anahp Ao Vivo | Por que falham os projetos de IA nas empresas?" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/zr5eWI6KUx4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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			</item>
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		<title>Instituto Anahp lança Escritório de IA</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/instituto-anahp-lanca-escritorio-de-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 12:03:43 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.anahp.com.br/?post_type=noticia&#038;p=27217</guid>

					<description><![CDATA[<p>Iniciativa apoiará hospitais na adoção estratégica e segura da inteligência artificial, com foco em capacitação, governança e avaliação de soluções tecnológicas aplicadas à saúde O Instituto Anahp lançará o “Escritório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Iniciativa apoiará hospitais na adoção estratégica e segura da inteligência artificial, com foco em capacitação, governança e avaliação de soluções tecnológicas aplicadas à saúde</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://institutoanahp.com.br/">Instituto Anahp</a> lançará o “Escritório de IA Anahp”, iniciativa inédita criada para apoiar, estruturar e acelerar a adoção estratégica da inteligência artificial no setor hospitalar brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta nasce com o objetivo de consolidar a Anahp como um hub de referência em inteligência artificial aplicada à saúde, promovendo qualificação, disseminação de conhecimento técnico e apoio à implementação responsável de soluções tecnológicas no setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do <a href="https://www.anahp.com.br/publicacoes/mapa-da-maturidade-digital-dos-hospitais-anahp-parceria-folks/">Mapa da Maturidade Digital dos Hospitais Anahp</a>, realizado em parceria com a FOLKS, mostram que os hospitais associados apresentam média de maturidade digital de 56,3%, cerca de 10 pontos percentuais acima da média nacional. O levantamento reforça o avanço das instituições na incorporação de tecnologias e na preparação para a transformação digital da saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Escritório de IA Anahp será formado por um comitê consultivo composto por especialistas e lideranças das áreas de saúde, inovação e tecnologia, responsável por apoiar a construção das agendas de capacitação, orientar prioridades estratégicas e contribuir para a definição de diretrizes relacionadas ao uso seguro e eficiente da inteligência artificial nos hospitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, atuará em três frentes principais: educação e letramento em IA, governança em inovação e tecnologia e avaliação de soluções aplicadas à saúde. Entre as iniciativas previstas estão programas de formação executiva, workshops, compartilhamento de casos práticos e criação de critérios para avaliação de soluções tecnológicas aplicadas ao ambiente hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A inteligência artificial já impacta a assistência, a gestão e a sustentabilidade da saúde. O Escritório de IA nasce para apoiar os hospitais na adoção estratégica, ética e segura dessas tecnologias, promovendo governança, capacitação e aplicação responsável da IA no setor. A tecnologia, quando bem aplicada, tem um papel importante para melhorar a eficiência operacional das organizações”, destaca Evelyn Tiburzio, diretora técnica da Anahp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa também atuará com hospitais de médio e pequeno porte, que frequentemente enfrentam maiores limitações técnicas, operacionais e financeiras para a implementação de soluções de IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Escritório de IA Anahp e os integrantes do comitê consultivo da iniciativa serão apresentados em uma edição especial do “Anahp Ao Vivo”, com o tema “Por que falham os projetos de IA nas empresas?”, que contará com palestra de Miguel Trigo, PhD e especialista em inteligência competitiva e transformação digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Serviço</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Anahp Ao Vivo — Por que falham os projetos de IA nas empresas?</strong><br>Data: 28 de maio<br>Horário: 10h<br>Inscrições no <a href="https://anahp.zoom.us/webinar/register/WN_Ukfqcyl8S-m7qR9QIdNfMQ#/registration">link</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programação</strong><br>10h | Abertura e apresentação do Escritório de IA Anahp<br>10h15 | Apresentação dos membros do comitê de IA<br>10h30 | Live com Miguel Trigo + Perguntas &amp; Respostas<br>11h30 | Encerramento</p>
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		<item>
		<title>Jantar especial marca abertura das celebrações de 25 anos da Anahp em maio</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/jantar-especial-marca-abertura-das-celebracoes-de-25-anos-da-anahp-em-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 18:17:25 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.anahp.com.br/?post_type=noticia&#038;p=27145</guid>

					<description><![CDATA[<p>O jantar oficial em comemoração aos 25 anos da Anahp reuniu mais de 250 convidados no Matarazzo Ballroom, no Hotel Rosewood, em São Paulo. O encontro marcou a abertura oficial [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O jantar oficial em comemoração aos 25 anos da Anahp reuniu mais de 250 convidados no Matarazzo Ballroom, no Hotel Rosewood, em São Paulo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro marcou a abertura oficial da programação especial que acontece durante todo o mês de maio e reuniu autoridades, lideranças da saúde e de hospitais associados, além de parceiros institucionais e convidados que fazem parte dessa trajetória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi uma noite para reconhecer conquistas compartilhadas, fortalecer conexões e celebrar a colaboração que ajudou a transformar a saúde brasileira nas últimas décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1qdHhSHOd9gkM4VhtZMoU0KLmgiBpLRyO?usp=sharing"><mark style="background-color:#0693e3" class="has-inline-color has-white-color">Confira a galeria de fotos completa aqui</mark></a>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Instituto Anahp é lançado para ampliar a capacitação e o desenvolvimento de profissionais da saúde no Brasil</title>
		<link>https://www.anahp.com.br/noticias/instituto-anahp-e-lancado-para-ampliar-a-capacitacao-e-o-desenvolvimento-de-profissionais-da-saude-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 17:08:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.anahp.com.br/?post_type=noticia&#038;p=27148</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), entidade que reúne os principais hospitais privados de excelência do país, lança hoje (19) o Instituto Anahp, seu novo braço de educação, capacitação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados), entidade que reúne os principais hospitais privados de excelência do país, lança hoje (19) o <a href="https://institutoanahp.com.br/">Instituto Anahp</a>, seu novo braço de educação, capacitação e desenvolvimento voltado ao fortalecimento da gestão em saúde no Brasil.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto nasce com a proposta de reunir, organizar e disseminar conhecimento estratégico para o setor, conectando profissionais a especialistas que atuam diretamente na transformação da gestão hospitalar. Mais do que oferecer cursos, a iniciativa propõe uma experiência de aprendizagem aplicada, com visão de mercado e foco em resultados práticos para a rotina das instituições de saúde.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo o conteúdo desenvolvido pelo Instituto conta com rigor técnico, relevância e alinhamento às melhores práticas assistenciais e de gestão do setor.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em um cenário de transformações aceleradas no sistema de saúde, investir na formação e no desenvolvimento contínuo dos profissionais torna-se uma necessidade estratégica. O Instituto Anahp nasce para apoiar essa evolução, conectando conhecimento técnico, prática e inovação, sempre alinhados aos desafios reais da gestão e da assistência. Nosso objetivo é contribuir para o fortalecimento da saúde no Brasil por meio da qualificação de lideranças e da disseminação de boas práticas”, afirma Evelyn Tiburzio, &nbsp;diretora técnica na Anahp.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais eixos de atuação do Instituto estão o desenvolvimento de gestores e líderes preparados para os desafios contemporâneos; o fortalecimento de competências em gestão, qualidade, eficiência e inovação; a aproximação entre teoria e prática, por meio de conteúdos aplicáveis à realidade hospitalar; e a conexão entre profissionais e referências do setor.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Anahp também atuará na disseminação de conhecimento por meio de publicações e eventos. Esses conteúdos incluem aprendizados práticos, tendências da saúde, guias aplicáveis à rotina hospitalar e análises estratégicas voltadas à gestão. Um deles é o Observatório Anahp, uma das mais completas publicações sobre eficiência e qualidade hospitalar no Brasil.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro destaque da atuação do Instituto são as Missões Anahp, experiências internacionais de imersão voltadas à alta liderança hospitalar. As iniciativas conectam gestores brasileiros a instituições de referência, empresas, healthtechs e polos globais de inovação em saúde. Mais do que visitas técnicas, as Missões promovem agendas de aprendizado, troca e inspiração, pensadas para ampliar repertórios e contribuir para a evolução, a eficiência e a sustentabilidade do sistema de saúde no Brasil.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Celebrando seus 25 anos de atuação, a iniciativa reforça o compromisso histórico da Anahp com a qualificação do setor, amplia sua atuação na formação de profissionais e contribui para o fortalecimento da saúde no Brasil por meio do conhecimento aplicado e das melhores práticas assistenciais e de gestão da saúde.<br></p>
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